07/09/09

É A IGREJA ADVENTISTA DO 7º DIA MEMBRO DO CONCÍLIO MUNDIA DAS IGREJAS?

Autor: Prof. Gilson Medeiros
"Prof. Gilson, aqui em minha região apareceu um líder do movimento dissidente que está visitando os irmãos, e dizendo que a Igreja Adventista do Sétimo Dia faz parte do Conselho Mundial das Igrejas. É verdade? Isso não seria aliar-se a Babilónia, e fazer parte do ecumenismo?"Recentemente eu recebi um e-mail com os questionamentos acima. Tratava-se de um irmão sincero que estava preocupado com a influência que os dissidentes antitrinitarianos estavam provocando nas igrejas de sua região. Segundo este irmão, muitos membros estavam sendo influenciados e abandonando a Igreja Adventista.É uma prática muito comum entre estes movimentos de críticos da IASD a utilização de informações não fidedignas que os membros "comuns", ou seja, aqueles de um conhecimento teológico e cultural mais simples, têm dificuldade em averiguar.Dizer que a Igreja Adventista do 7º Dia é membro do World Council of Churches é uma tremenda leviandade, pois isso não é a expressão da verdade dos fatos.No site do WCC você pode encontrar a lista das "Igrejas-membros" deste (CLIQUE PORTUGAL)organismo ecuménico, que já conta com 60 anos de existência, e está actuante em mais de 110 países. Na lista dos membros, é possível encontrar uma referência à Igreja Adventista do 7º Dia, porém NÃO NA QUALIDADE DE MEMBRO, mas sim como uma Denominação Cristã reconhecida por sua história e penetração mundial.Nesta página que fala da IASD, é bem destacada a declaração: "The Seventh-day Adventist Church is not a member of the World Council of Churches" ("A Igreja Adventista do Sétimo Dia não é um membro do Conselho Mundial de Igrejas") – clique aqui e confira você mesmo.Portanto, mais uma vez se observa como uma das tácticas do arqui-inimigo da IASD (cf. Apoc. 12:17) é repetir mentiras na tentativa de que elas se tornem verdades.Pena que muitos incautos continuam caindo nesta armadilha diabólica, e acabam abandonando as fileiras da Igreja do Senhor.
Apenas para "fechar a questão" e jogar por terra estes argumentos mentirosos que os dissidentes pregam por ai, vejamos o que está oficialmente declarado sobre o ecumenismo, no livro Declarações da Igreja, publicado pela CPB:

"A Igreja Adventista não quer nenhum envolvimento quanto a tornar-se membro do movimento [ecuménico] e recusa quaisquer relações comprometedoras que tendam a enfraquecer o seu testemunho inconfundível" (pág. 163).
"Não há nenhum motivo para que os adventistas tenham complexo de inferioridade [por não participarem dos Concílios Ecuménicos]. É um maravilhoso privilégio ser um adventista do sétimo dia e saber que o fundamento teológico e organizacional da igreja está firme e seguro" (pág. 165).
Tradução: A Igreja Adventista do Sétimo Dia não é membro do Concilio Mundial das Igrejas.

14/08/09

EXISTIRAM VERDADEIRAMENTE ADÃO E EVA?

P: "Como provar que Adão e Eva foram os primeiros seres humanos na Terra? Existia algum outro povo naquela época? Por que razão a teoria de Darwin contradiz toda a Escritura?"

R: Obrigado pela sua pergunta. São boas perguntas que pedem boas respostas. Há uma boa evidência para acreditar que Adão e Eva foram históricos e, assim, as primeiras pessoas na terra.
A Vida de Adão e Eva
Primeiro: Génesis 1-2 apresenta-os como pessoas reais e até narra os eventos mais importantes das suas vidas.
Segundo: eles deram origem literalmente a crianças que fizeram o mesmo (Génesis 4-5).
Terceiro: a frase "essas são as gerações de" que Moisés usava para registar as histórias posteriores em Génesis (Génesis 6:9; 10:1; 11:10, 27; 25:12, 19) aparecem nas descrições da criação (2:4) e de Adão, Eva, e dos seus descendentes.
Quarto: as posteriores cronologias do Velho Testamento situam Adão no começo da lista (Génesis 5:1; 1 Crónicas 1:1).
Quinto: O Novo Testamento coloca Adão no princípio dos literais ancestrais de Jesus (Lucas 2:38).
Sexto: Jesus refere-se a Adão e Eva como o primeiro "homem e mulher" genuínos, tornando a sua união física a base do casamento (Mateus 19:4).
A História de Adão e Eva
Sétimo: o livro de Romanos declara que a morte literal entrou no mundo por literalmente,"um só homem" – Adão (Romanos 5:12).
Oitavo: a comparação de Adão (o "primeiro Adão") com Cristo (o "último Adão"), em 1ª Coríntios 15:45, denota que Adão foi considerado como uma pessoa real e histórica.
Nono: a declaração de Paulo que "primeiro foi formado Adão, depois Eva" (1ª Timóteo 2:13-14) revela que ele fala de pessoas reais.
Décimo: logicamente teve que existir um primeiro grupo de seres humanos, homem e mulher, senão a nossa raça não teria, de forma alguma, se prolongado. A Bíblia chama esse casal real "Adão e Eva", e não existem razões pelas quais duvidar da sua real existência.
O Génesis contradiz a macro-evolução. Génesis fala sobre a criação de Adão através do pó da terra, não da sua evolução vinda de outros animais (Génesis 2:7). Ele fala sobre a imediata criação sob a ordem de Deus, não de um longo processo natural (Génesis 1:1, 3, 6, 9, 21, 27). Deus criou Eva de Adão; ela não se desenvolveu separadamente. Adão era um ser humano inteligente que podia falar uma língua, estudar e nomear os animais, e ter prazer em viver.

11/08/09

DUAS QUESTÕES PERTINENTES. O USO DO VÉU E O CABELO COMPRIDO.

CABELO E VÉU, O QUE É CORRECTO?

O Apóstolo Paulo fala de facto sobre estes assuntos. No entanto só o fez a uma Igreja que habitualmente era muito polémica, a Igreja de Corinto (I Cor. 11:5,6,10,13); e mais em nenhuma outra epístola; e mesmo em todo o Novo Testamento, nada há a respeito, nem outros apóstolos ou o Senhor Jesus a ele Se referiram.Não discuto que estes textos homologuem tal prática, porém trata-se de um assunto inteiramente regional da igreja dos coríntios. Tanto é verdade que Paulo afirmou que as igrejas de Deus e ele mesmo, não tinham o costume de usar véu (I Cor. 11:16), e de facto não tinham mesmo, como hoje não têm.Desta maneira, fazer uma doutrina de um texto não é aconselhável, respeitamos os que praticam tal pratica, no entanto não é um princípio bíblico, mas trata-se fundamentalmente de uma questão cultural. Queremos dizer, se na cultura de um país é usual a mulher usar véu, não há razão para que a mulher crente não o use. Ora, o que Deus abomina é a confusão de sexo.
O homem deve ter cabelos de homem e mulher cabelos de mulher. O homem deve vestir como homem e a mulher vestir-se como mulher. Isto é tanto mais evidente, que nos países do Médio Oriente, ainda hoje, é habitual homens e mulheres vestirem uma espécie de túnica, no entanto, eles diferenciam perfeitamente a túnica do homem e a túnica da mulher.
Não deveria o homem crente, de costas, dar a impressão que é uma mulher, ou a mulher dar a impressão que é um homem (pelo menos na nossa cultura, Jesus usou cabelos e vestes longas; era o costume cultural do Seu tempo; ainda hoje os orientais trajam assim; é o costume de sua região).
Creio que a própria consciência do/a discípulo/a de Cristo pelo Espírito Santo dirá o que é certo e o que não é. Infelizmente, é bom reconhecer, que a permissividade invadiu o campo do sagrado e as consciências entraram além dos limites do bom senso e dos toques do Espírito do Senhor.

03/08/09

CONFUSÃO ENTRE INGESTÃO E TRANSFUSÃO

Quando ocorre uma transfusão, não se trata de comer sangue, nem de alimento, mas de fortalecer o sistema de circulação sanguíneo, uma dádiva feita num espírito de misericórdia e caridade. As estatísticas da Cruz Vermelha, por exemplo, confirmam que milhões de vidas preciosas foram salvas pela transfusão. Ao passo que, por outro lado, quantas vidas são ceifadas por falta de uma transfusão!
A Bíblia diz: "Não matarás". Negar por vontade própria ou em nome de a transfusão salvadora, é matar, é transgredir a Lei de Deus! E disse Jesus: "Ninguém tem maior amor do que este: de dar alguém a própria vida em favor dos seus amigos." (João 15:13). E a vida é o sangue, porque o sangue é vida!
Quem quer que leia os Evangelhos, com espírito contrito, sem pensar nas intrepretações das "testemunhas de Jeová", ficará impressionado com a atitude de Cristo face ao sofrimento. Compadecia-Se dos doentes, curava, confortava, onde os encontrasse. E nós, como servos Seus, com Suas testemunhas, devemos ter o mesmo espírito para com os doentes.
As "testemunhas de Jeová" não promovem o bem estar de ninguém, não mantém nenhum Hospital, nem instituições de assistência social. Dizem que a missão é restaurar o nome de Jeová e não fazer caridade. Que a melhor caridade é fazer prosélitos. Mas quando está em causa a vida humana, se depender de uma transfusão de sangue, não a aceitam nem a dão, e...que morra o paciente! Para eles a lei "Não matarás" foi abolida!
Roger Baldwin, quando presidente da União das Liberdades Civis Americanas (American Civil Liberties Union), num trabalho publicado na Revista Collier´s, em 2 de Novembro de 1946, declara: "Procurando contestar, nos tribunais, todas as restrições que há sobre eles, estas Testemunhas de Jeová...na verdade têm servido a causa do semelhante, a quem odeiam."
Stanley High, escritor e ex-redactor da Reader´s Digest, afirma: "As Testemunhas de Jeová odeiam a todos, e procuram tornar este ódio recíproco, até entre familiares."
De facto é conhecido e frequentemente são publicadas notícias em que pais impedem que filhos menores recebam transfusões e consequentemente morram. As afirmações acima apresentadas, são objectivas, eles conseguem assumir uma postura de indiferença até com aqueles que deveriam ser objecto da sua ternura.
O falecido "Juíz" Rutherfor, um dos fundadores desta denominção religiosa, foi o primeiro aconselhou os membros da seita a detestarem o próximo. Um livro dos seus livros intitulado "Riquezas", p. 216, encontramos esta frase: "O desejo do povo de Deus é ver os inimigos de Jeová destruídos..."
Que Deus tenha dê descernimento as almas sinceras que por eles são abordadas nas ruas e nas casas, eles são duma aparente simpatia, de profunda astúcias, instruídos em seduzir e o fazem-no com muito êxito!

02/07/09

DEUS DISSE A PEDRO "MATA E COME"

O lençol Zoológico de Actos 10.
“No dia seguinte, indo eles de caminho e estando já perto da cidade, subiu Pedro ao eirado, por volta da hora sexta, a fim de orar. Estando com fome, quis comer; mas, enquanto lhe preparavam a comida, sobreveio-lhe um êxtase; então, viu o céu aberto e descendo um objeto como se fosse um grande lençol, o qual era baixado à terra pelas quatro pontas, contendo toda sorte de quadrúpedes, répteis da terra e aves do céu. E ouviu-se uma voz que se dirigia a ele: Levanta-te, Pedro! Mata e come. Mas Pedro replicou: De modo nenhum, Senhor! Porque jamais comi coisa alguma comum e imunda. Segunda vez, a voz lhe falou: Ao que Deus purificou não consideres comum. Sucedeu isto por três vezes, e, logo, aquele objeto foi recolhido ao céu”. (Actos 10:9-16 RA).

Para entendermos um texto, temos de examinar o seu “contexto”, ou seja, ver o que vem “antes” e “depois” do verso e também “qual era o objetivo do autor ao escrever tal declaração”.

Vejamos:
“Ao que eu respondi: de modo nenhum, Senhor; porque jamais entrou em minha boca qualquer coisa comum ou imunda. Segunda vez, falou a voz do céu: Ao que Deus purificou não consideres comum”. (Actos 11:8-9 RA).

Se lermos o contexto do verso (capítulo 10 e 11) compreendemos qual o significado da declaração “ao que Deus purificou não consideres comum”.

“Morava em Cesaréia um homem de nome Cornélio, centurião da corte chamada Italiana, piedoso e temente a Deus com toda a sua casa e que fazia muitas esmolas ao povo e, de contínuo, orava a Deus. Esse homem observou claramente durante uma visão, cerca da hora nona do dia, um anjo de Deus que se aproximou dele e lhe disse: Cornélio! Este, fixando nele os olhos e possuído de temor, perguntou: Que é, Senhor? E o anjo lhe disse: As tuas orações e as tuas esmolas subiram para memória diante de Deus. Agora, envia mensageiros a Jope e manda chamar Simão, que tem por sobrenome Pedro. Ele está hospedado com Simão, curtidor, cuja residência está situada à beira-mar. Logo que se retirou o anjo que lhe falava, chamou dois dos seus domésticos e um soldado piedoso dos que estavam a seu serviço e, havendo-lhes contado tudo, enviou-os a Jope”. (Actos 10:1-8 RA).

Na cidade de Cesaréia morava um homem de nome Cornélio. Mesmo não sendo judeu, ele buscou a Deus e o Senhor mandou um anjo para confortar Cornélio de que Deus o ouviu; para poder saber melhor o plano de Deus para sua vida, deveria mandar chamar (conforme a ordem do anjo) um homem chamado Pedro.

O objectivo de Deus era que Pedro evangelizasse este homem.
Atendendo á ordem do anjo, Cornélio mandou mensageiros á cidade de Jope para chamar Pedro.
Enquanto se dirigiam para o lugar onde estava o apóstolo, Pedro tinha subido ao eirado para orar; depois de orar, sentiu fome, foi nesta circunstância que Deus lhe deu a visão:

“Então, viu o céu aberto e descendo um objecto como se fosse um grande lençol, o qual era baixado à terra pelas quatro pontas, contendo toda sorte de quadrúpedes, répteis da terra e aves do céu. E ouviu-se uma voz que se dirigia a ele: Levanta-te, Pedro! Mata e come. Mas Pedro replicou: De modo nenhum, Senhor! Porque jamais comi coisa alguma comum e imunda. Segunda vez, a voz lhe falou: Ao que Deus purificou não consideres comum. Sucedeu isto por três vezes, e, logo, aquele objecto foi recolhido ao céu”. (Actos 10:11-16 RA).

O que significava aquela visão?
“Enquanto Pedro estava perplexo sobre qual seria o significado da visão, eis que os homens enviados da parte de Cornélio, tendo perguntado pela casa de Simão, pararam junto à porta”. (Actos 10:17 RA).

Pedro não compreendeu o que significava aquela visão.
Enquanto ele meditava acerca da visão (verso 19), o Espírito Santo disse: “Estão aí dois homens que te procuram; levanta-te, pois, desce e vai com eles, nada duvidando; porque eu os enviei”. (Actos 10:19-20 RA).

O servo de Deus obedeceu, ao conversar com os mensageiros, convidou-os a entrar e ouviu o relato que lhe foi apresentado, e toma a decisão de ir com eles seguindo a orientação dada por Deus.
Ao ver Cornélio e os seus familiares (verso 24), com o objectivo de ouvir os seus ensinamentos. Pedro foi impressionado pela compreensão da visão que tinha tido e disse:
“...Vós bem sabeis que é proibido a um judeu ajuntar-se ou mesmo aproximar-se a alguém de outra raça; mas Deus me demonstrou que a nenhum homem considerasse comum ou imundo”. (Actos 10:28 RA).

Percebeu? Pedro era judeu e, de acordo com a lei judaica, um judeu não devia misturar-se com alguém de outra raça para não se contaminar. Graças à visão, Pedro compreendeu que Deus tinha uma ideia diferente dos judeus sobre os jentios, para Deus eles não eram comuns ou imundos.
* Podemos ver claramente que “o lençol com animais imundos representava Cornélio e os gentios”
* Quando Deus disse a Pedro “matar e comer” e “não considerar imundo o que Deus purificou”, estava a dizer que não era para considerar “os gentios” (e Cornélio) como imundos e indignos de receber o evangelho. Deus não faz acepção de pessoas.
* O facto de Pedro dizer: “jamais comi coisa alguma comum e imunda” demonstra que ele nunca comeu carne de porco, seguindo assim a orientação da Bíblia.

Agora leia estes versos que irão esclarecer melhor ainda:
“...Portanto, sem demora, mandei chamar-te, e fizeste bem em vir. Agora, pois, estamos todos aqui, na presença de Deus, prontos para ouvir tudo o que te foi ordenado da parte do Senhor”. (Actos 10:33 RA).

Ao Cornélio relatar a Pedro que tinha tido uma visão (leia ao versos 29-33), Pedro viu que, pelo modo como ocorreram as coisas, foi algo de Deus e disse:
“Então, falou Pedro, dizendo: Reconheço, por verdade, que Deus não faz acepção de pessoas; pelo contrário, em qualquer nação, aquele que o teme e faz o que é justo lhe é aceitável”. (Atos 10:34-35 RA).

Podemos concluir que nestes versos Deus não dá permissão para usarmos alimentos imundos; simplesmente está a ensinar a Pedro que a nenhum homem considere imundo, pois todos são dignos, pelo sangue de Jesus, de receber o evangelho e a salvação. Pode examinar se quiser o capítulo 11, onde Pedro se defendeu perante os apóstolos por ter levado o evangelho aos gentios.

Deus pretendeu (com esta visão) ensinar e não anular as leis de saúde dada ao Seu povo. Tem alguma coisa a ver a lei cerimonial (apontava para o sacrifício vicário de Cristo) e foi abolidada. Enquanto que a lei de higiéne ou leis de dietética (com esta visão) não foram abolidas, aliás, nem podia ser, Deus continua a querer que o Seu povo seja saudável.

As orientações de Levítico 11 servem para todos os povos de todas as épocas, pois o nosso organismo não é diferente das pessoas do passado (o nosso organismo não é ‘mais forte’ a ponto de podermos comer coisas imundas; é muito provável que o organismo humano naquela época tenha sido muito mais saudável que o nosso hoje); a ciência comprova isto.

O nosso corpo é o templo do Espírito Santo (I Coríntios 6:19-20) e, portanto, sagrado aos olhos de Deus; todo aquele que destruir o santuário de Deus com alimentos imundos e substâncias proibidas por Deus, sofrerá sérias penalidades. (Leia I Coríntios 3:16-17; Isaías 65:2-4; Isaías 66:17).

Aceitemos as instruções de Deus a fim de que o glorifiquemos com nosso corpo e sejamos pessoas felizes e saudáveis. Sigamos o seguinte princípio:
“Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional”. (Romanos 12:1 RA).
“... Sede santos, porque eu sou santo”. (1 Pedro 1:16 RA).

24/06/09

AS CHAVES DO REINO

“Disse-lhe Jesus: Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas, porque não foi carne e sangue que to revelou, mas meu Pai, que está nos céus. Pois também eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha igreja, e as portas do inferno não prevalecerão contra ela.” Mateus 16:17,18.

Pedro, sempre disposto a ser o porta-voz, responde: “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo” (Mateus 16:16). “A verdade que Pedro confessou é o fundamento da fé do crente.”DTN, 349 “Bem-aventurado és tu, Simão Barjonas”, respondeu Jesus, “porque to não revelou a carne e o sangue, mas Meu Pai que está nos Céus” (v. 17). Uma controvérsia desnecessária tem envolvido Mateus 16:18. Muitos acreditam que Pedro seria “a rocha” sobre a qual Jesus tinha a intenção de construir a Sua igreja. Outros crêem que a fé que Pedro tinha em Cristo era a rocha sobre a qual a igreja cristã seria fundada, enquanto outros, ainda, sugerem que o próprio Cristo é a dúvida quanto outros, ainda, sugerem que o próprio Cristo é a “rocha”. Felizmente, as Escrituras não nos deixam em dúvida quanto ao significado dado por Cristo.
O nome Pedro significa “pedra que rola”, do grego petros. Mas o discípulo não era o seixo sobre o qual Cristo estabeleceria a Sua igreja. Há apenas Um contra O qual as portas do inferno não poderão prevalecer.
Pedro refere-se a Jesus como “pedra viva, reprovada, na verdade, pelos homens, mas para com Deus eleita e preciosa ...pedra principal da esquina, eleita e preciosa ...a pedra que os edificadores reprovaram, essa foi a principal da esquina” (1ª Pedro 2:4-8). Mateus registou o testemunho do próprio Jesus (Mateus 21:42), em que Ele Se refere a Si mesmo pelo mesmo termo.
“Se Cristo tivesse feito de Pedro o chefe entre os discípulos, eles não se teriam envolvido repetidamente em discussões sobre qual deles ´parecia ser o maior´ (Lucas 22:24).” 5BC 431.
Apenas Jesus é a Rocha (petra) da nossa salvação. “Porque ninguém pode pôr outro fundamento, além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo” (1ª Cor. 3:11). “E em nenhum outro há salvação, porque também, debaixo do Céu, nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devemos ser salvos” (Actos 4:12). A Bíblia refere-se, repetidamente, a Deus como “a Rocha”. “Ele é a Rocha, cuja obra é perfeita, porque todos os Seus caminhos juízos são: Deus é a verdade, e não há n´Ele injustiça; justo e recto é” (Deut. 32:4). “O Senhor é o meu rochedo, e o meu lugar forte, e o meu libertador; o meu Deus, a minha fortaleza, em quem confio” (Sal. 18:2). Ele é “como a sombra de uma grande rocha em terra sedenta” (Isaías 32:2). Jesus falou em construir sobre a Sua Palavra como em erigir “uma casa sobre a rocha” (Mat. 7:24).
Cristo fundou a Sua igreja sobre a Rocha viva. A Rocha é ele próprio – o Seu próprio corpo quebrantado e ferido por nós. Contra a igreja edificada sobre este fundamento não prevalecerão as portas do inferno.

16/06/09

SÁBADOS E SÁBADO

Quais eram os sábados “cerimoniais” e em que diferiam do Sábado da Lei Moral?

Em Levítico 16 e 23 Números 28 e 29 estão enumerados os vários dias de festa para os israelitas, como sejam: a Páscoa (Num. 28:16); a Festa dos Pães Asmos (Números 28:17); a Festa da Colheita ou Pentecostes (Êxodo 23:16; 34:22; Números 28:26; Actos 2:1); a Festa das Trombetas (Número 29:1); O Dia da Expiação (Número 29:7) e a Festa dos Tabernáculos (Êxodo 23:16; Levíticos 23:34; Número 29:12).

Cada um desses dias festivos constituía uma “santa convocação” e era um dia de descanso, palavra que no hebraico é a mesma de sábado. Contudo, eram dias móveis dentro da semana, pois o Dia da Expiação, por exemplo, caía no 1º dia do 7º mês sempre, ou seja, era um dia solene, um feriado religioso para Israel, um “descanso” (shabbat)f que caía em qualquer dia semanal. E quando coincidia de esse dia cerimonial festivo cair num Sábado do 7º dia semanal, era chamado “Sábado grande”.

A Bíblia na Linguagem de Hoje, em S. João 19:31 explica: “Então os judeus pediram a Pilatos que mandasse quebrar as pernas dos que foram crucificados, e os tirassem das cruzes. Pediram isto porque era sexta-feira, e não queriam que os corpos continuassem ali, no “Sábado grande”. Aquele Sábado era considerado “especialmente santo”. A razão de “aquele Sábado” ter esse carácter especial é porque nele também se comemorava a Páscoa, outro dia feriado de descanso, ou seja, outro sábado, mas, cerimonial.
Basta uma leitura atenta do capítulo 23 de Levítico para perceber que esses dias religiosos feriados (descanso, ou “sábado” cada um deles – ver Levítico 23:27; 32, 39, etc.) são diferenciados do Sábado da Lei Moral. E os versos 37 e 38 tornam isso mais do que claro: “São estas as festas fixas do Senhor que proclamareis para santas convocações (N. da R.: as várias, enumeradas no capítulo)… além dos sábados do Senhor”.