10/12/09

A IGREJA CATÓLICA E O PURGATÓRIO


A Igreja Católica Romana não ensina ao seu povo que é possível confiar completamente no total perdão dos pecados por meio da morte de Cristo somente. Nem lhes ensina que a justiça de Deus, realizada por Jesus Cristo, é a sua herança permanente. Com isso, um católico fiel nunca aprende que pode ter completa segurança da salvação durante a sua vida terrestre, pois ainda é capaz de cometer “pecado mortal.” A Sagrada Escritura ensina que o “pecado mortal”, é o pecado contra o Espírito Santo, ou seja, o pecado do qual o pecador não se arrependeu e no poder de Jesus se afastou. A redenção católica passa sempre e depende da fidelidade à doutrina da igreja e prática.

Os católicos aprendem que quando morrerem, se eles não tiverem cometido pecados mortais (e com a excepção da classe especial de crentes chamados “santos”), todos vão para um lugar que a igreja chama de purgatório. O Catecismo afirma, "todos os que morrem na graça de Deus e em sua comunhão, mesmo que imperfeitamente purificados, estão verdadeiramente assegurados de sua eterna salvação; mas após a morte eles passam por uma purificação, como para obter a santidade necessária para entrar no gozo do céu..."

"A Igreja formulou a sua doutrina da fé no purgatório especialmente nos Concílios de Florença e de Trento" (Catecismo 1030-1031). Esse conceito de purgatório levou a uma doutrina católica antibíblica de orações pelos mortos (Catecismo 1032). Os católicos aprendem que "é o único pensamento santo e salutar orar pelos mortos, a fim de que eles possam ser libertados dos seus pecados" (Catecismo 958).

Conselho: João 3:16

Actos 4:12

Mateus 11:28

1ª Tes. 4:13-17

1ª Cor. 15:51-54

03/12/09

COMO SER OPTIMISTA?

“Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã; porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal.” (Mat. 6:34)
A palavra preocupação por si só já nos ensina algumas coisas. É a “pré” ocupação, ou seja, é ter a mente ocupada com acontecimentos que ainda não tiveram lugar. Aliás, essa é uma das diferenças marcantes entre os pessimistas e os optimistas. Enquanto aqueles estão sempre preocupados pensando que nada vai dar certo estes, os optimistas, estão sempre lutando para que tudo dê certo.
A diferença entre um optimista e um pessimista é bem simples. Um alegra-se com o que tem, enquanto que o outro está sempre a lamentar por tudo aquilo que não tem. O optimista olha para uma garrafa com água, e exclama: “oh! Quem bom, a garrafa está meio cheia.” Enquanto que o pessimista, no meio dos seus lamentos, diz: “Ih! A garrafa está meio vazia.”
Temos desconvir que o ser humano, desde que entrou o pecado no mundo, tem tudo para ser pessimista (se o desejar); pois pesam sobre ele o seu habitat, a Terra, maldições que culminam com a morte. Entretanto, os que crêem em Deus e na Sua Palavra sabem que existe mais do que “meia garrafa” de esperança. Há uma plenitude de bênçãos de saúde, paz, felicidade e de vida à espera deles. Por isso, são realistas ao enfrentarem o problema do pecado. Sabem que o “salário do pecado é a morte”, mas encontram sólidos argumentos para olhar para o amanhã com segurança, pois sabem também que “o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor.” (Rom. 6:23).
O cristão tem o dever de ser optimista. A fé nas promessas divinas anima-o a levantar os olhos das mazelas e problemas deste mundo e olhar para tudo aquilo que o aguarda no mundo vindouro. Isto, entretanto, não quer dizer que ele passa a viver num mundo irreal, não! Do alto, pela graça de Deus, ele encontra forças, tanto para superar problemas como para os suportar com ânimo e coragem. Deus dá ao coração do crente um claro discernimento para saber distinguir entre aquilo que é passageiro e efémero, e aquilo que é eterno. Por isso, a sua preocupação está sempre voltada para o que é eterno. Por isso, a sua preocupação está sempre voltada para o que é mais importante; isto é, o eterno.
“Portanto, não vos inquieteis com o dia de amanhã, pois o amanhã trará os seus cuidados; basta ao dia o seu próprio mal. “ (Mat. 6:34).

27/11/09

FOI A BÍBLIA DADA POR HOMENS?

Parte da Bíblia foi escrita por homens, estes foram inspirados pelos Espírito Santo, a outra parte foi escrita directamente por Deus: Os Dez Mandamentos, logo ela foi toda inspirada por Deus.
A profecia não foi originada pelo homem mas sim foi enviada por Deus. A Bíblia diz em 2 Pedro 1:21 “Porque a profecia nunca foi produzida por vontade dos homens, mas os homens da parte de Deus falaram movidos pelo Espírito Santo.”

A profecia diz-nos exactamente o que vai acontecer no futuro. A Bíblia diz em Isaías 42:9 “Eis que as primeiras coisas já se realizaram, e novas coisas eu vos anuncio; antes que venham à luz, vo-las faço ouvir.”

Deus revelou os Seus planos aos profetas. A Bíblia diz em Amós 3:7 “Certamente o Senhor Deus não fará coisa alguma, sem ter revelado o seu segredo aos seus servos, os profetas.”

25/11/09

A CERIMÓNIA DE LAVAR OS PÉS

Pergunta: Será que há razão para a cerimónia do lava-pés? Não andamos com os pés descalços ou de sandálias como no tempo de Jesus!
Resposta: O ensinamento Bíblico do lava-pés está registado em João 13. Vamos analisá-lo juntos?

"Antes da festa da Páscoa, sabendo Jesus que era chegada a sua hora de passar deste mundo para o Pai, e havendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim. Enquanto ceavam, tendo já o Diabo posto no coração de Judas, filho de Simão Iscariotes, que o traísse, Jesus, sabendo que o Pai lhe entregara tudo nas mãos, e que viera de Deus e para Deus voltava, levantou-se da ceia, tirou o manto e, tomando uma toalha, cingiu-se. Depois deitou água na bacia e começou a lavar os pés aos discípulos, e a enxugar-lhos com a toalha com que estava cingido. Chegou, pois, a Simão Pedro, que lhe disse: Senhor, lavas-me os pés a mim? Respondeu-lhe Jesus: O que eu faço, tu não o sabes agora; mas depois o entenderás. Tornou-lhe Pedro: Nunca me lavarás os pés. Replicou-lhe Jesus: Se eu não te lavar, não tens parte comigo. Disse-lhe Simão Pedro: Senhor, não somente os meus pés, mas também as mãos e a cabeça. RESPONDEU-LHE JESUS: AQUELE QUE SE BANHOU NÃO NECESSITA DE LAVAR SENÃO OS PÉS, POIS NO MAIS ESTÁ TODO LIMPO; e vós estais limpos, mas não todos. Pois ele sabia quem o estava traindo; por isso disse: Nem todos estais limpos. Ora, depois de lhes ter lavado os pés, tomou o manto, tornou a reclinar-se à mesa e perguntou-lhes: Entendeis o que vos tenho feito? Vós me chamais Mestre e Senhor; e dizeis bem, porque eu o sou. ORA, SE EU, O SENHOR E MESTRE, VOS LAVEI OS PÉS, TAMBÉM VÓS DEVEIS LAVAR OS PÉS UNS AOS OUTROS. PORQUE EU VOS DEI EXEMPLO, PARA QUE, COMO EU VOS FIZ, FAÇAIS VÓS TAMBÉM. Em verdade, em verdade vos digo: Não é o servo maior do que o seu senhor, nem o enviado maior do que aquele que o enviou. SE SABEIS ESTAS COISAS, BEM-AVENTURADOS SOIS SE AS PRATICARDES." - João 13:1-17

A cerimónia do lava pés possui dois significados básicos na vida do cristão:
1) Renovar a nossa fé no sacrifico e ressurreição de Cristo, purificando-nos assim dos nossos pecados. Assim, o lava-pés é uma pequena confirmação de que continuamos no caminho da salvação ao lado de Deus, e deve ser praticado por todos os que assim desejarem caminhar com Deus até à volta de Jesus.
2) Desenvolver em nós a humildade de Cristo. Assim, como nosso Mestre e Senhor Jesus Cristo, nós também devemos ser e demonstrar humildade para com todos, principalmente para com os nossos irmãos de fé!
Desta forma, temos um exemplo e mandamento de Jesus e devemos continuar a praticar sempre que possível a cerimónia do lava-pés antes de participarmos do pão e do vinho, ambos sem fermento, aliás, o lava pés faz parte integrante da Santa Ceia.

Que Deus o continue abençoar!

ALMA E ESPÍRITO - EXPLICAÇÃO

Para o cristão, que busca estar no Justo Caminho de Deus é importante saber o que está em jogo, do que se trata e com quais elementos tem de travar a boa batalha. Sendo assim tentaremos consolidar e condensar algumas noções sobre alma, espírito e salvação.
Espírito: Ponto de contacto com Deus. É através do meu espírito que tenho consciência de Deus e me relaciono com Ele. Deus é Espírito e só podemos perceber Deus no espírito. ( Ef 2:22 Jo 4:24 )
Alma: É tudo que o homem é, e a consciência do que é. A sua personalidade. O seu eu. É o mundo dos pensamentos, sentimentos (volitiva) e decisões. A alma está entre o espírito e o corpo. Pertence aos dois. Está ligada ao mundo espiritual através do espírito e ao mundo material através do corpo. Através da alma temos consciência de nós e dos que nos rodeiam. É de alguma maneira o nosso "sonar".

14/11/09

COMO PODE DEUS OUVIR TODA AS ORAÇÕES?

AS TRÊS GRANDE DIFICULDADES DOS CRISTÃOS EVANGÉLICOS


1 - A questao relacionada com escolha divina de Israel.

A razão de Deus ter o Seu "povo escolhido" não foi só para conceder-lhe privilégios, mas uma MISSÃO. Nesse ponto muitos cristãos confundem, ou não aprofundam o papel de Israel relativamente ao "testemunhas de IHWH" ser luz das nações até aos confins da Terra (Isa. 43:10, 11; 42:6; 49:6).
Por isso Israel situava-se numa região do mundo ainda hoje tremendamente estratégica--a encruzilhada de três continentes; Europa, Ásia e África.
O papel de Israel era transmitir aos moradores da Terra o conhecimento do verdadeiro Deus, a Sua lei e o Seu plano de salvação [Ver Salmo 67].
O apelo divino para os estrangeiros se unirem ao concerto com Israel em Isa. 56:2-7 (por sinal, a partir da observância do sábado) ocorre no contexto do ideal divino expresso no vs. 7, "a Minha casa será chamada casa de oração para TODOS os povos".

2 - A incompreensão dos conteúdos dos debates de Paulo sobre a lei.
A chave para entender este ponto está em Rom. 9:30-32. Paulo diz que a fé NÃO ANULA a lei, e sim a CONFIRMA (Rom. 3:31), e diz que com a sua mente serve à lei de Deus (Rom. 7:25), a que traz o preceito "não cobiçarás", sendo santa, justa, boa, espiritual (vs. 7, 8, 12, 14, 22), dela recomendando naturalmente aos GENTIOS de Éfeso e Roma os seus 5o., 6o., 7o., 8o., 9o. e 10o. preceitos (Efé. 6:1-3; 4:24-31; Rom. 13:8-10).
Paulo não condenava a lei, e sim o seu "uso ilegítimo" (1 Tim. 1:8)--tê-la como fonte de justiça, o que nunca representou o seu real papel. Esse uso errado da lei causou o tropeço da nação.

3 - A incompreensão sobre a origem do sábado e a argumentação que Jesus usa no confronto com os Judeus enquanto ao sábado.
Para isso basta perguntar: Qual era o teor de tais debates com a liderança judaica--SE deviam guardar o sábado, QUANDO guardar o sábado, ou COMO observar o dia no seu devido espírito?
Convido com toda a estima cristã todos quantos estão de boa vontade e desejam a VERDADE acima de qualquer PRECONCEITO a estudar estes assuntos nos diferentes blogs que elencamos. Deus o abençoe em Jesus.