“E, se o ministério da morte, gravado com letras em pedras,
se revestiu de glória, a ponto de os filhos de Israel não poderem fitar a face
de Moisés, por causa da glória do seu rosto, ainda que desvanecente”. (2
Coríntios 3:7).
Lendo atentamente todo o capítulo de 2 Co 3, pode-se
perceber que Paulo fala de “ministério” e não de “lei”. O termo ‘lei’ não é empregado,
o que será fundamental para nossa análise do texto, pois se o mesmo não
mencionando a lei de Deus, então não podemos dizer, que a mesma tenha sido
abolida.
“O apóstolo estabelece vários contrastes entre os concertos,
que, em resumo, são os seguintes:
VELHO CONCERTO NOVO
CONCERTO
1. “ministério da morte”
1. “ministério do espírito”
2. “ministério da condenação”
2. “ministério da justiça”
3. “letra que mata”
3. “espírito que vivifica”
4. “foi abolido”
4. “permanece”
5. “em glória” 5.
“em excelente glória”
6. Está fora do homem (II Co 3:6) 6.
Está dentro do homem. Concerto do espírito (II Co3:6) .
“Vamos analisar estes contrastes, para melhor
esclarecimento.
“1 e 2. Que vinha a ser este “ministério da morte” ou
“ministério da condenação?” Certissimamente não significa ‘lei’, porque
ministério ou ministração jamais foi sinónimo de lei. Uma coisa é a ministração
de uma lei, outra coisa é a lei em si mesma. A ministração, ou ministério, nada
mais é do que os meios pelos quais a lei é aplicada, ensinada e vivida, só a má
vontade a podem confundir.



Olhando o blog do Pr. Leandro Quadros, professor e apresentador do programa na mira da verdade, me deparei com material muito interessante, o qual falava sobre o testemunho de um ateu que falou abetamente em seu blog sobre a confusao de doutrinas e as verdades da igreja Adventista, leia e veja as palavras do ateu: