12/04/13

O que São as Obras da Carne e o Fruto do Espírito?



Gál 5.19-23 “Porque as obras da carne são manifestas, as quais são: prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, emulações, iras, pelejas, dissensões, heresias, invejas, homicídios, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas, acerca das quais vos declaro, como já antes vos disse, que os que cometem tais coisas não herdarão o Reino de Deus. Mas o fruto do Espírito é: caridade, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. Contra essas coisas não há lei.”
Nenhum trecho da Bíblia apresenta um contraste mais nítido entre o modo de vida do crente cheio do Espírito e aquele controlado pela natureza humana pecaminosa do que Gálatas 5.16-26. Paulo não somente examina a diferença geral do modo de vida desses dois tipos de crentes, ao enfatizar que o Espírito e a carne estão em conflito entre si, mas também inclui uma lista específica tanto das obras da carne, como do fruto do Espírito.
OBRAS DA CARNE.
Carne” (gr. sarx) é a natureza pecaminosa com seus desejos corruptos, a qual continua no cristão após a sua conversão, sendo seu inimigo mortal (Rm 8.6-8,13; Gl 5.17,21). Aqueles que praticam as obras da carne não poderão herdar o reino de Deus (5.21). Por isso, essa natureza carnal pecaminosa precisa ser resistida e mortificada numa guerra espiritual contínua, que o crente trava através do poder do Espírito Santo (Rm 8.4-14; ver Gl 5.17 nota). As obras da carne (5.19-21) incluem:
(1) “Prostituição” (gr. pornéia), i.e., imoralidade sexual de todas as formas. Isto inclui, também, gostar de quadros, filmes ou publicações pornográficos (cf. Mt 5.32; 19.9; At 15.20,29; 21.25; 1Co 5.1). Os termos moichéia e pornéia são traduzidos por um só em português: prostituição.
(2) “Impureza” (gr. akatharsia), i.e., pecados sexuais, atos pecaminosos e vícios, inclusive maus pensamentos e desejos do coração (Ef 5.3; Cl 3.5).
(3) “Lascívia” (gr. aselgeia), i.e., sensualidade. É a pessoa seguir suas próprias paixões e maus desejos a ponto de perder a vergonha e a decência (2Co 12.21).
(4) “Idolatria” (gr. eidololatria), i.e., a adoração de espíritos, pessoas ou ídolos, e também a confiança numa pessoa, instituição ou objeto como se tivesse autoridade igual ou maior que Deus e sua Palavra (Cl 3.5).
(5) “Feitiçarias” (gr. pharmakeia), i.e., espiritismo, magia negra, adoração de demônios e o uso de drogas e outros materiais, na prática da feitiçaria (Êx 7.11,22; 8.18; Ap 9.21; 18.23).
 
(6) “Inimizades” (gr. echthra), i.e., intenções e ações fortemente hostis; antipatia e inimizade extremas.
 
(7) “Porfias” (gr. eris), i.e., brigas, oposição, luta por superioridade (Rm 1.29; 1Co 1.11; 3.3).
(8) “Emulações” (gr. zelos), i.e., ressentimento, inveja amarga do sucesso dos outros (Rm 13.13; 1Co 3.3).
(9) “Iras” (gr. thumos), i.e., ira ou fúria explosiva que irrompe através de palavras e ações violentas (Cl 3.8).
(10) “Pelejas” (gr. eritheia), i.e., ambição egoísta e a cobiça do poder (2Co 12.20; Fp 1.16,17).
(11) “Dissensões” (gr. dichostasia), i.e., introduzir ensinos cismáticos na congregação sem qualquer respaldo na Palavra de Deus (Rm 16.17).
 
(12) “Heresias” (gr. hairesis), i.e., grupos divididos dentro da congregação, formando conluios egoístas que destroem a unidade da igreja (1Co 11.19).
(13) “Invejas” (gr. fthonos), i.e., antipatia ressentida contra outra pessoa que possui algo que não temos e queremos.
 
(14) “Homicídios” (gr. phonos), i.e., matar o próximo por perversidade. A tradução do termo phonos na Bíblia de Almeida está embutida na tradução de methe, a seguir, por tratar-se de práticas conexas.
(15) “Bebedices” (gr. methe), i.e., descontrole das faculdades físicas e mentais por meio de bebida embriagante.
 
(16) “Glutonarias” (gr. komos), i.e., diversões, festas com comida e bebida de modo extravagante e desenfreado, envolvendo drogas, sexo e coisas semelhantes.
As palavras finais de Paulo sobre as obras da carne são severas e enérgicas: quem se diz crente em Jesus e participa dessas atividades iníquas exclui-se do reino de Deus, i.e., não terá salvação (5.21; ver 1Co 6.9 nota).
O FRUTO DO ESPÍRITO.
Em contraste com as obras da carne, temos o modo de viver íntegro e honesto que a Bíblia chama “o fruto do Espírito”. Esta maneira de viver se realiza no crente à medida que ele permite que o Espírito dirija e influencie sua vida de tal maneira que ele (o crente) subjugue o poder do pecado, especialmente as obras da carne, e ande em comunhão com Deus (ver Rm 8.5-14 nota; 8.14 nota; cf. 2Co 6.6; Ef 4.2,3; 5.9; Cl 3.12-15; 2Pe 1.4-9). O fruto do Espírito inclui:
(1) “Caridade” (gr. agape), i.e., o interesse e a busca do bem maior de outra pessoa sem nada querer em troca (Rm 5.5; 1Co 13; Ef 5.2; Cl 3.14).
(2) “Gozo” (gr. chara), i.e., a sensação de alegria baseada no amor, na graça, nas bênçãos, nas promessas e na presença de Deus, bênçãos estas que pertencem àqueles que crêem em Cristo (Sl 119.16; 2Co 6.10; 12.9; 1Pe 1.8; ver Fp 1.14 nota).
(3) “Paz” (gr. eirene), i.e., a quietude de coração e mente, baseada na convicção de que tudo vai bem entre o crente e seu Pai celestial (Rm 15.33; Fp 4.7; 1Ts 5.23; Hb 13.20).
(4) “Longanimidade” (gr. makrothumia), i.e., perseverança, paciência, ser tardio para irar-se ou para o desespero (Ef 4.2; 2Tm 3.10; Hb 12.1).
(5) “Benignidade” (gr. chrestotes), i.e., não querer magoar ninguém, nem lhe provocar dor (Ef 4.32; Cl 3.12; 1Pe 2.3).
(6) “Bondade” (gr. agathosune), i.e., zelo pela verdade e pela retidão, e repulsa ao mal; pode ser expressa em atos de bondade (Lc 7.37-50) ou na repreensão e na correção do mal (Mt 21.12,13).
(7) “Fé” (gr. pistis), i.e., lealdade constante e inabalável a alguém com quem estamos unidos por promessa, compromisso, fidedignidade e honestidade (Mt 23.23; Rm 3.3; 1Tm 6.12; 2Tm 2.2; 4.7; Tt 2.10).
(8) “Mansidão” (gr. prautes), i.e., moderação, associada à força e à coragem; descreve alguém que pode irar-se com eqüidade quando for necessário, e também humildemente submeter-se quando for preciso (2Tm 2.25; 1Pe 3.15; para a mansidão de Jesus, cf. Mt 11.29 com 23; Mc 3.5; a de Paulo, cf. 2Co 10.1 com 10.4-6; Gl 1.9; a de Moisés, cf. Nm 12.3 com Êx 32.19,20).
(9) “Temperança” (gr. egkrateia), i.e., o controle ou domínio sobre nossos próprios desejos e paixões, inclusive a fidelidade aos votos conjugais; também a pureza (1Co 7.9; Tt 1.8; 2.5).
O ensino final de Paulo sobre o fruto do Espírito é que não há qualquer restrição quanto ao modo de viver aqui indicado. O crente pode — e realmente deve — praticar essas virtudes continuamente. Nunca haverá uma lei que lhes impeça de viver segundo os princípios aqui descritos.

03/04/13

Jesus alguma vez disse claramente ser Deus?

O CONCEITO da Bíblia é claro. Não apenas é o Todo-poderoso Deus, Jeová, uma personalidade à parte de Jesus, mas Ele é sempre superior. Jesus sempre é apresentado como pessoa à parte e menor, um humilde servo de Deus. É por isso que a Bíblia diz claramente que “a cabeça do Cristo é Deus” assim como “a cabeça de todo homem é o Cristo”. (1 Coríntios 11:3) E é por isso que o próprio Jesus disse: “O Pai é maior do que eu.” — João 14:28, O fato é que Jesus não é Deus e nunca afirmou ser. - Deve-se crer na Trindade, pp.20.

Como vimos nessa citação, a STV afirma que Jesus nunca afirmou ser Deus, e se considerarmos suas obras e ensinos, devemos dizer que tal publicação está redondamente equivocada. Contudo, encontramos em algum lugar nas escrituras uma ocasião na qual Jesus afirma ser Deus? A resposta a essa pergunta é: Certamente!
Algumas afirmações são simples, mas claras. Por exemplo, Jesus afirmou ser o bom pastor (Jo.10.11), ofício que sempre foi de Jeová (Sl.23.1); Ele também afirmou ser o juiz de todos os povos (Mt.25.31s; Jo.5.27), mas esse cargo também é exclusivo de Jeová (Jl.3.12); Jesus também assumiu o título de noivo (Mt.25.1), título que pertence a Jeová (Is.62.5; Os.2.16). Jesus se auto-denominou luz do mundo (Jo.8.12), ao passo que Jeová é assim apresentado (Sl.27.1). Mas, diante dessas declarações alguém poderia objetar por dizer que isso não é evidência de que Jesus tenha dito ser Ele mesmo Deus. Contudo, convidamos os leitores a prosseguir.
Nas escrituras, Jeová sempre foi reconhecido com o Primeiro e o Último:
Quem tem estado ativo e tem feito [isso], convocando as gerações desde o começo? “Eu, Jeová, o Primeiro; e sou o mesmo com os últimos – Isaías 41.4
Assim disse Jeová, o Rei de Israel e seu Resgatador, Jeová dos exércitos: ‘Sou o primeiro e sou o último, e além de mim não há Deus – Isaías 44.6
Escuta-me, ó Jacó, e tu, Israel, meu chamado. Eu sou o Mesmo. Sou o primeiro. Além disso, sou o último – Isaías 48.12
Temos por certo que dizer que Jeová é o Primeiro e o Último, significa assumir que não existe ninguém antes Dele, nem depois Dele. Essa nomenclatura exclusiva de Jeová é assumida por Cristo no livro das Revelações:
E ao anjo da congregação em Esmirna escreve: Estas coisas diz aquele, ‘o Primeiro e o Último’, que ficou morto e passou a viver [novamente] – Revelações 2.8
‘Eis que venho depressa, e a recompensa que dou está comigo, para dar a cada um conforme a sua obra. Eu sou o Alfa e o Ômega, o primeiro e o último, o princípio e o fim – Revelações 22.12-13
Ao assumir esse título característico de Jeová, temos por certo que Jesus está dizendo ser Ele mesmo Deus. Nos dois textos de Revelações, vemos claramente que é Jesus o autor dessas frases, pois é o mesmo que morreu e voltou a viver, Aquele que vem sem demora. Não existe qualquer chance de esses textos falarem a respeito de Jeová, afinal, Ele mesmo jamais morreu e não prometeu voltar. É interessante que em Revelações, é recorrente a idéia de que Cristo voltará, aliás, o livro inicia e termina com essa expectativa (Rev.1.7; 22.20).
Bom, talvez até aqui alguém diga: “Tudo bem. Jesus disse ter títulos de Jeová, mas nunca afirmou categoricamente ser Deus“. Na verdade, temos que considerar ainda dois textos interessantes:
E quanto às quatro criaturas viventes, cada uma delas, respectivamente, tem seis asas; ao redor e por baixo estão cheias de olhos. E elas não têm descanso, dia e noite, ao dizerem: “Santo, santo, santo é Jeová Deus, o Todo-poderoso, que era, e que é, e que vem. – Revelações 4.8
Ao olhar para esse texto vemos a tríplice adoração como em Isaías (Santo, santo, santo). Também vemos o nome de Jeová Deus, a quem as criaturas viventes dirigem sua adoração. Na seqüência vemos a designação clara da superioridade de Jeová, como Todo-Poderoso, título que ninguém jamais recebeu. Também vemos a descrição da eternidade de Jeová, que era, que é e que vem. Em Revelações aquele que vem, sempre é Jesus Cristo, afinal Jeová nunca prometeu voltar. No livro de Revelações apenas Jesus poderia receber essa descrição, mas aqui Jeová a recebe.
Das duas uma: Ou Jeová é equiparado a Cristo ou Cristo equiparado a Jeová. Seja como for, esse texto CLARAMENTE atribui as mais importantes descrições divinas de Jeová (Digno de adoração, cujo nome é Jeová, Todo-Poderoso) a Cristo. Diante disso vemos claramente o fato de que Jesus não apenas aceita tal posição como as criaturas viventes na eternidade o reconhecem com facilidade.
Entretanto, alguém poderá dizer: “Ei, mas essa expressão não foi dita por Jesus!“. Isso é verdade. É que infelizmente os que procuram esconder tudo o que já vimos até aqui, precisam ver uma ocasião em que Jesus afirmou ser Deus. Bom, para esses devo lembrá-los de apenas mais um texto:
“Se tu és filho de Deus, lança-te para baixo; pois está escrito: ‘Dará aos seus anjos encargo concernente a ti, e eles te carregarão nas mãos, para que nunca batas com o pé contra uma pedra.’” Jesus disse-lhe: “Novamente está escrito: ‘Não deves pôr Jeová, teu Deus, à prova.’ – Mateus 4.6-7
Ao tentar Jesus Cristo, Satanás ofereceu a possibilidade de Jesus Cristo se jogar de cima do pináculo do templo com a promessa de que Seus anjos o iriam segurar. Em resposta ao pedido de Satanás, Jesus disse: “Não deves por Jeová, teu Deus à prova“. Nessa simples frase, Jesus disse: Pare de me tentar, eu sou Jeová teu Deus. Simples e claro. Nesse texto não há problemas textuais, problemas de tradução: Tudo está claro e direto: JESUS AFIRMOU SER DEUS.
Diante disso, jamais poderíamos dizer, como disse o autor no início desse post, que Jesus jamais afirmou ser Deus, nem que a Bïblia não o diz, afinal vimos que Jesus afirmou ser Deus em suas obras, ensinos, títulos e claramente na cena da tentação. Por isso, devemos assumir que diante do TODO das escrituras: Jesus, além de ser chamado claramente de Deus, também confirma isso.

Foi Jesus Acusado por se Apresentar como Deus?

“Os judeus responderam-lhe: “Nós te apedrejamos, não por uma obra excelente, mas por blasfêmia, sim, porque tu, embora sejas um homem, te fazes um deus”. João 10:33 (Tradução do Novo Mundo)
Este é um dos versículos talvez menos citados numa conversa com uma Testemunha de Jeová, visto que o principal seja Jo.1.1, em que o Verbo é declarado Deus. Mas este versículo revela algo que deveria ser óbvio: os judeus procuraram matar Jesus porque este havia se feito Deus (ou igual a Deus).

Todas as versões bíblicas respeitáveis que eu tenho em mãos (Bíblia de Jerusalém, LEB, TEB, TLH, Vulgata e outras) dizem que Jesus se igualou a Deus, não que alegou ser um deus (como outros deuses falsos). Vamos analisar o versículo.
Nas versões respeitáveis fica claro que Jesus estava afirmando ser Deus, não um deus qualquer. A TNM, na tentativa de ocultar este fato, incluiu o “um” na frente do “deus”. É óbvio que em grego não havia maiúsculos ou minúsculos para podermos diferenciar o Deus verdadeiro de um deus falso, mas não há este “um” na frente. Tentaram com isso fazer o mesmo que haviam feito em Jo.1.1 (que não tem nenhum “um” na frente de Deus). Mas a “comissão” não parou por aí. Além de incluírem “um”, na tradução em português colocaram deus minúsculo, para desviar a atenção dos incautos que Jesus é Deus. Os judeus esperavam que o Messias fosse o Filho de Deus (não um Filho de Deus) e sabiam que Ele teria a divindade. Quando acusaram Jesus de clamar ser igual a Deus, sabiam que era igual a Deus Jeová, não um deus falso. Jesus afirmou unicidade com o Pai (Jo.14.8-11) mas as Testemunhas alteraram todas as vezes que se falava “em mim” em “união comigo”.
Outro versículo em que Jesus mostra bem claro sua igualdade com Deus é em Jo. 5.18:
“Por isso, pois, os judeus ainda mais procuravam matá-lo, porque não somente violava o sábado, mas também dizia que Deus era seu próprio Pai, fazendo-se igual a Deus”.
Notem que neste versículo as TJ não alteraram nada em sua tradução (não colocaram “igual a um deus”) mas deixaram como está. Lembremos que os judeus entendiam as Escrituras melhor que as Testemunhas de Jeová e entenderam que Jesus estava dizendo ser igual a Deus (não um deus). A palavra para “igual” aqui, em grego, é “ison”, que tem o sentido de “igualdade em qualidade e quantidade”. Jesus explica qualquer mal entendido em Jo.5.19-47 para mostrar que Ele tinha os mesmos atributos com o Pai (era igual em essência, não em pessoa). Os judeus não tinham gostado de Jesus ter “quebrado o sábado” e agora não tinham gostado mesmo Dele ter chamado a Deus de “seu Pai”. Eles sabiam que não tinha dito isto no mesmo sentido que eles chamavam a Deus de Pai mas que tinha dito que Deus era só o Pai “Dele” e ainda por dizer “ser igual a Deus”.
Portanto, estes dois versículos são a maior prova da deidade do Pai e do Filho e que as Testemunhas enganosamente alteraram o versículo de Jo.10.33 para ensinar outra coisa.
“O significado correto de isos em Jo. 5:18, ‘fazendo-se igual a Deus’ é claramente definido pela cláusula anterior, onde seus oponentes dizem que Ele tem a ‘Deus por seu Pai’ (em grego, idion patera, i.e. Seu Pai num sentido mais exclusivo; compare com idiou huiou de Rm. 8:32, aplicando o mesmo adjetivo para o Filho em Sua relação com o Pai, i.e. Seu Filho em um sentido que ninguém mais pode dizer que tem o mesmo título). Eles corretamente interpretaram a linguagem de Jesus como uma declaração de que Ele era o Filho de Deus de um modo que o colocava em igualde com Deus. A acusação contra Ele não foi por Ele ter dito que era ‘como’ (homoios), mas que Ele era ‘igual’ (isos), i.e., do mesmo grau e autoridade” (Enciclopédia Internacional Padrão da Bíblia, 1996)
Tudo prova na Bíblia que Jesus era Deus (compartilhava com o Pai a divindade) e não era “um deus” ou “agente de Jeová” como as Testemunhas alegam pois Jesus disse e fez coisas que somente a divindade podia fazer (Jo.5.1-19).

18/03/13

É Jesus Relevante Hoje em Dia?

O que faz Jesus  por você?

 “O verdadeiro conhecimento a respeito de Deus só é acessível aos que se unem a Cristo.” Charles H. Dodd
 
Após entendermos o alto preço pago por Jesus para nos ter como seus filhos, nossas vidas nunca mais serão as mesmas. Como um novo crente, você passará por tentações e podem existir momentos de dúvida e fraqueza. Porém, ele nunca desistirá de você e ao incluí-lo na sua vida, você experimentará sua fidelidade e o poder de viver para ele. Se você está pronto para começar uma nova vida com Cristo, indicamos revisar as promessas e princípios de crescimento:
O que Jesus faz por você?
Nova vida em Cristo
Se você tomou a decisão de aceitar Jesus como seu Senhor e Salvador pessoal, você será seu filho por toda a eternidade. Como seu filho, lhe é dado uma herança que inclui as seguintes promessas maravilhosas:
 1.Jesus entra na sua vida para nunca mais sair.
 2.Jesus perdoa todos os seus pecados.
 3.Jesus lhe concede a vida eterna junto com ele.
 4.Jesus ouve e responde às suas preces,
 5.Jesus lhe dá o poder de obedecê-lo.
 
Recebimento do amor incondicional de Jesus
Jesus prometer habitar sua vida e ser seu amigo e Senhor para sempre. 2 Seu amor não é baseado em quão bom você é ou em como você se sente. A vibração emocional que você pode estar experimentando agora nem sempre ocorrerá, mas Jesus estará com você.
A líder da juventude Samantha Tidball conta como, quando era adolescente, ela namorou diversos rapazes e repetidamente encontrava-se entediada após algumas semanas de namoro. Ela percebeu que ela tinha uma vibração emocional com a conquista – mas esta não se sustentava. E ela diz que foi mais ou menos a mesma coisa quando ela começou seu relacionamento com Deus. Quando a excitação inicial terminou, ela sentiu-se vazia por dentro e continuou buscando atenção em outros lugares. Ela sabia que Deus a amava, mas ela nem sempre podia sentir seu amor.
Ela escreveu em um blog:
Eu aprendi que não posso forçar um sentimento. Mas posso refletir sobre o que sei e confiar que Deus realmente me ama. Eu devo confiar que Jesus realmente estava certo do que disse em 1 João 4:9-10 “Foi assim que Deus manifestou o seu amor entre nós: enviou o seu Filho Unigénito ao mundo, para que pudéssemos viver por meio dele. Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou seu Filho como sacrifício pelos nossos pecados”. Se Jesus morreu por mim e por você, o que ele diz sobre autoestima? Jesus disse: “Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida pelos seus amigos” (João 15:13). Aparentemente, Deus nos ama o suficiente para morrer por nós; não existe um ato de amor maior que esse.
Deus nos ama como somos. Viver uma vida melhor ou ter pensamentos mais profundos não fará ele nos amar mais do que já ama. Tidball diz: “não confunda o amor de Deus com o amor que você recebe das pessoas. O amor das pessoas geralmente aumenta com seu desempenho e diminui com seus erros. Não é o caso do amor de Deus. Ele o ama onde quer que esteja”.
A sua faz a diferença com Ele
Ao considerar o que Jesus fez por você, você vai querer que sua vida faça a diferença para ele. O apóstolo Paulo coloca isto desta maneira: “O amor de Deus nos compele, pois estamos convencidos de que um morreu por todos e portanto todos morreram. E como ele morreu por todos, os que vivem não deveriam mais viver por si, mas sim por ele que por eles morreu e novamente se ergueu”.
Após começar sua nova jornada com Cristo, ele começa a transformá-lo na pessoa que você foi destinada a ser. Não espere resultados imediatos; a vida cristã é mais como uma maratona do que metros rasos. Os melhores corredores sempre gastam horas em seu treinamento.
 
O treino da vida cristã envolve cinco áreas básicas:
 1.Passe tempo com a Palavra de Deus.
 2.Passe tempo com Ele em oração.
 3.Aprenda a obedecer  pela fé.
 4.Louve-O com outros.
 5.Diga a outros sobre o Seu amor e graça.
 
Fonte:  y-jesus.com/blog/downloads.