23/02/14
19/02/14
PROFECIA CLÁSSICA E PROFECIA APOCALÍPTICA
Os profetas do Antigo Testamento tais como Amós, Isaías,
Sofonías, Ezequiel e Jeremias são chamados profetas clássicos. Suas mensagens
foram em primeiro lugar pronunciados em voz alta, seja ao reino rebelde do
Israel no norte (as 10 tribos) ou à apóstata Jerusalém e Judá (as 2 tribos).
Com frequência suas mensagens foram um clamor em favor da justiça social, económica
e política para as classes oprimidas. Os profetas convocaram Israel e Judá para
que voltassem para a torah ou lei do pacto do Moisés, e para que servissem a
Deus com arrependimento verdadeiro. Se os líderes políticos e religiosos do
povo eleito originavam justiça social e uma renovação da adoração, o reino de
Deus viria sobre a terra em sua história futura. Em realidade, o "dia do
Senhor", ou o "dia do Jeová", não viria como Israel o tinha
antecipado popularmente.
Profecia Clássica
Amós: Este profeta, como porta-voz de Deus, pronunciou em
forma fulminante estas horríveis palavras às 10 tribos:
"Ai de vós que desejais o Dia do Senhor! Para que
desejais vós o Dia do Senhor? É dia de trevas e não de luz ...Não será, pois, o Dia do Senhor trevas e
não luz? Não será completa escuridão, sem nenhuma claridade?
"Por isso, vos desterrarei para além de Damasco, diz o
Senhor, cujo nome é Deus dos Exércitos" (Amós 5:18, 20, 27).
Amós deu a conhecer dois castigos sobre Israel: Em primeiro
lugar, a nação infiel seria levada cativa ao exílio em Assíria ("além de
Damasco") como resultado da maldição do pacto do Deus do Israel, em
harmonia com suas ameaças do pacto pronunciadas mediante Moisés (Deut. 28; Lev.
26). Esta sentença teve lugar no ano 722 a.C., e se conhece como o desterro
assírio das dez tribos. Em segundo lugar, o significado pleno deste juízo
nacional chega a compreender-se só quando se vê este acontecimento como um tipo
ou prefiguração do juízo cósmico de Deus ao fim da história sobre todas as
nações que se rebelem contra Deus.
Amós apontou ao juízo final de Deus quando se referiu aos
sinais cósmicos: "Farei que fique o sol ao meio dia, e cobrirei de trevas
a terra no dia claro" (Amós 8:9), e: "Não se estremecerá por isso a
terra, e fará luto
18/02/14
As 95 Teses de Martinho Lutero
Em 31 de Outubro de 1517, Martinho Lutero afixou na porta da capela de Wittemberg 95 teses que gostaria de discutir com os teólogos católicos, as quais versavam principalmente sobre penitência, indulgências e a salvação pela fé. O evento marca o início da Reforma Protestante e representa um marco e um ponto de partida para a recuperação das sãs doutrinas.| 1ª Tese | Dizendo nosso Senhor e Mestre Jesus Cristo: Arrependei-vos…., certamente quer que toda a vida dos seus crentes na terra seja contínuo arrependimento. |
| 2ª Tese | E esta expressão não pode e não deve ser interpretada como referindo-se ao sacramento da penitência, isto é, à confissão e satisfação, a cargo do ofício dos sacerdotes. |
| 3ª Tese | Todavia não quer que apenas se entenda o arrependimento interno; o arrependimento interno nem mesmo é arrependimento quando não produz toda sorte de modificações da carne. |
| 4ª Tese | Assim sendo, o arrependimento e o pesar, isto é, a verdadeira penitência, perdura enquanto o homem se desagradar de si mesmo, a saber, até a entrada desta para a vida eterna. |
| 5ª Tese | O papa não quer e não pode dispensar outras penas, além das que impôs ao seu alvitre ou em acordo com os cânones, que são estatutos papais. |
Quais os Efeitos sobre a Mente do Culto a Baal?
O Deus da Bíblia, do Antigo e do Novo Testamentos, Deus do
Cristianismo, sempre recomendou a não adoração de Baal. Baal é um deus pagão.
Podem existir vários e o plural de Baal é Baalin (masculino). Dentre os
diferentes tipos de Baal, há um introduzido em Israel por Acabe, o
Baal-Melkart, há também o Baal-Zebube, cuja pronúncia era Belzebu, ou o
príncipe dos demónios, etc.
Baal era um falso deus. Nos tornamos parecidos com o deus
que adoramos, com aquilo que mais contemplamos. Você fica parecido(a) com o
deus que adora, seja por fixar-se na imagem como no caráter dele.
Adorar algo falso lesa a mente, pois somente as virtudes,
como a verdade, a justiça, a misericórdia, a honestidade, etc., constroem uma
mente saudável. E cada um faz a escolha de quem quer adorar, copiar, imitar.
Por isto, para preservar a saúde mental e espiritual dos
Seus seguidores, o Deus da Criação recomendou já no Antigo Testamento
expressamente que não se adorasse Baal, qualquer Baal.
Mas o que seria adoração a Baal hoje? Culto a Baal em pleno
século 21 envolve a exaltação do humano sobre o divino; louvor de líderes
populares; culto à riqueza material; exaltação dos ensinos da ciência sobre as
verdades da Revelação e exaltação da razão humana sobre a Palavra.
Acho irritante ouvir na média as exaltações extremamente
exageradas de personagens do mundo do desporto, dando-se apelidos que promovem
uma adoração destes indivíduos, como “fenómeno”, “imperador”, etc. Será que
deram algum apelido destes para algum cientista da Fio Cruz, da UFRJ, UERJ,
USP, etc.?
Quando você quer exaltar a si mesmo, uma ótima maneira de
fazer isto é exaltando outra pessoa ou instituição. É uma mediocridade, no
fundo, um vazio este culto a Baal feito pela média ao exaltar personagens, em
nosso país, especialmente do futebol, de modo superexagerado.
Há uma diferença entre admitir que determinado atleta é
realmente talentoso, e exaltá-lo como se ele fosse um deus. Mas como costumam
fazem isto, surgem os Baalins, ganhando salários absurdos e adorados pela
multidão fanática.
Você quer preservar sua mente de destruição neuronal? Não
fique exaltando seres humanos, ou instituições, líderes, pessoas mortais como
eu e você. Respeitar a pessoa, valorizar os feitos dela, reconhecer que ela tem
talento e se esforça para desenvolve-lo e praticá-lo, é importante, e podemos
fazer isto sem cair no culto a Baal. Mas também é importante pensarmos se as
pessoas que a média vive exaltando produzem algo de útil para a sociedade.
Produzem? Ou será que muitos destes endeusados, na verdade são um mal exemplo
para nossa juventude? Não são alguns deles indisciplinados, impulsivos,
agressivos, com amizades suspeitas, vida familiar irregular, etc.?
Já não seria um bom avanço se a média falasse 80% sobre
cientistas (sem fazer deles também Baalin) que se esforçam para fazer algo de
bom para a humanidade, e deixasse só uns 20% para falar destes personagens que
não contribuem nada para a sociedade, a não ser ganhar um campeonato?
Assisti parte de uma entrevista com um piloto de Fórmula 1.
O jornalista entrevistador, como de costume, ficava exaltando o piloto com
perguntas envolvendo elogios exagerados (culto a Baal). O piloto falou duas
coisas, basicamente, num certo momento que, para ele, eram o motivo de correr:
(1) ganhar corridas para o povo brasileiro e (vou usar as palavras dele),
(2)”Eu preciso correr, eu preciso correr, eu preciso correr!” Falou isto
demonstrando uma compulsão. O jornalista estava cultuando e promovendo o culto
de um indivíduo com compulsão para correr e que, por tabela, acaba ganhando
corridas, segura a bandeira do Brasil e o povo cultua Baal.
Parece antipático escrever sobre isto, não é? Mas é algo
sério. A gente se torna parecido com aquilo que mais contemplamos. O que a média
mais divulga e o que o povo mais contempla? O bom ou o mal? O útil ou o inútil?
Quer neurónios que funcionem bem? Evite os cultos a Baal.
Dr. Cesar
Vasconcellos de Souza
10/02/14
Por que gostamos de música
Na revista Veja recentemente, trazia um artigo interessante
que tentava responder à pergunta: Por que fazemos e gostamos de música? O livro
que o artigo toma como base é This Is Your Brain on Music [Esse é seu cérebro
na música], lançado no ano anterior nos Estados Unidos. O autor, o
neurocientista americano Daniel Levitin, da Universidade McGill, em Montreal,
Canadá, comandou uma equipa que realizou exames de ressonância magnética no
cérebro de 13 pessoas enquanto elas ouviam música. “O resultado do trabalho é a
mais detalhada descrição já obtida pela ciência da – para usar as palavras de
Levitin – ‘refinada orquestração entre várias regiões do cérebro’ envolvidas na
‘coreografia musical’”, diz Rosana Zakabi, autora da matéria.
Segundo Veja, a equipa de Levitin desvendou processos
neurológicos que até então tinham escapado aos pesquisadores. Um dos mais
surpreendentes é que a percepção musical não é resultado do trabalho de uma
área específica do cérebro, como ocorre com muitas atividades, mas da colaboração
simultânea de grande quantidade de sistemas neurológicos.
O cientista descobriu que, quando ouvimos música, o ouvido
envia o som não apenas para regiões especializadas do cérebro, mas também para
o cerebelo, que se “sincroniza” com o ritmo, tornando possível acompanhar a
melodia. Interessante é que o cerebelo parece ter prazer no processo de
sincronização.
Essa descrição técnica não lhe soa como design inteligente?
Que vantagem evolutiva a apreciação estética trouxe ao ser
humano? Por que gostamos de música e fazemos música? A resposta seria talvez:
Porque fomos criados para gostar dela. Creio que sim.
“Todo ser que respira louve ao SENHOR. Aleluia!”
Salmos 150:6
24/01/14
Tem Minha Vida Alguma Importância para Deus?
Em certas manhãs, o mundo parece um paraíso. Você acorda,
abre a janela, inspira profundamente o ar puro e observa os raios dourados de
sol refletindo sobre as árvores. Alguns momentos fazem a vida parecer muito
preciosa: o rosto de um amigo querido quando se despede de você, uma peça
musical bem executada e que combina com seu estado de espírito, um carinho
inesperado de uma criança pequena.
Mas noutras manhãs, o mundo parece ser um lugar de horror.
Você acorda com as manchetes do jornal anunciando sobre outro atentado à bomba
terrorista que aleijou ou cegou uma criança, outro matador em série que acabou
de exterminar sua décima vítima, ou quem sabe fome, enchentes, guerras,
terremotos. Esses são momentos nos quais nada faz sentido, nada parece justo.
Qual o significado de tudo isso? Será que temos como
descobrir algum sentido no nosso maravilhoso e terrível mundo? Por que estamos
aqui? Será que minha vida realmente importa para Deus, ou será que sou apenas
uma peça secundária em alguma imensa engrenagem cósmica?
1. DEUS CRIOU UM MUNDO PERFEITO
Deus é o Criador, o arquiteto e o projetista de tudo, desde
as estrelas até as asas da borboleta.
“Mediante a palavra do Senhor foram feitos os céus, e os
corpos celestes, pelo sopro de Sua boca… Pois Ele falou, e tudo se fez; Ele
ordenou, e tudo surgiu”. Salmos 33:6, 9 (A não ser quando indicado, todos os
textos bíblicos da série DESCOBERTAS BÍBLICAS são da Nova Versão Internacional
da Bíblia [NVI].).
Deus tem apenas que falar e os elementos obedecem a Sua
vontade.
2. SEIS DIAS PARA FAZER O MUNDO
“Pois em seis dias o Senhor fez os céus e a terra, o mar e
tudo o que neles existe, mas no sétimo dia descansou. Portanto, o Senhor
abençoou o sétimo dia e o santificou”. Êxodo 20:11
O Criador eterno e Todo-Poderoso poderia ter formado o mundo
num momento “pelo sopro de Sua boca”. Mas Deus escolheu usar seis dias para
fazer – seis minutos, ou até seis segundos, teriam sido suficientes. O primeiro
capítulo da Bíblia, Génesis 1, descreve o que Deus criou em cada dia da semana
da criação. Que obra-prima para coroar a criação Deus criou no sexto dia?
“CRIOU DEUS O HOMEM À SUA IMAGEM, à imagem de Deus o criou;
HOMEM E MULHER OS CRIOU”. Génesis 1:27
Deus decidiu criar indivíduos semelhantes a Si, que poderiam
conversar, sentir e amar. Cada pessoa é feita à “imagem” de Deus.
Por volta do sexto dia, o mundo estava cheio de plantas e
animais, e então Deus introduziu Sua obra-prima da criação. De acordo com Génesis
2:7, o Todo-Poderoso formou o corpo de Adão a partir do pó da terra. Então,
quando Deus soprou em suas narinas o “fôlego de vida”, o homem se tornou “alma
vivente”, isso é, ele viveu. Deus chamou o primeiro homem criado à Sua imagem,
Adão, uma palavra que simplesmente significa “homem”. A primeira mulher chamou
Eva, que significa “viva” (2:20; 3:20). Um amorável Criador viu a necessidade
do ser humano de ter companhia.
Recém-saídos das mãos de Deus, tanto Adão quanto Eva
refletiam a Sua imagem. Deus poderia ter
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