06/04/14
EXISTE VERDADE ABSOLUTA?
VERDADE OU MENTIRA?
Eu tenho certeza que você já deve ter passado por esta situação. Você expondo uma doutrina bíblica para alguém e essa pessoa refutando-a dizendo que isto é uma verdade relativa. Verdade relativa?! Isso mesmo, eu e você provavelmente já ouvimos muitas vezes este termo. Desculpas como “essa verdade não se aplica mais a nós”, “na nova aliança não é assim” ou até mesmo “nada haver” são sinônimos das verdades relativas criadas pelo homem. Então ai vem a questão chave:se existem verdades relativas, como eu posso saber o que é realmente verdade ou o que é mentira (o oposto dessa verdade)?
Nosso mundo está cheio de pessoas que preferem acreditar na mais variada gama de coisas. Coisas que podem ser grandes como os astros ou pequenas como cristais. No final das contas, as pessoas tendem a acreditar naquelas coisas com base no seu contexto social, na educação que tiveram ou até mesmo nelas mesmas, pois nada como eu mesmo para saber o que é realmente bom para mim, não é? Errado! A bíblia fala “O coração é mais enganoso que qualquer outra coisa e sua doença é incurável. Quem é capaz de compreendê-lo?” Jer. 17:9 (NVI). E você pode comprovar isso por você mesmo. Quantos de nós já não nos decepcionamos ou entramos em verdadeiras roubadas por seguir o nosso próprio entendimento? Se já fizemos isso e deu errado, podemos concluir que o mapa que estamos seguindo pode conter algum erro.
Ok, mas se este erro vir de Deus, ai como fica? Para responder a essa pergunta precisamos criar uma simples linha de pensamento: se o erro vem de Deus, Deus erra; se Deus erra, não posso confiar; Se não posso confiar, não vou usar; se não uso, não serve para mim. Se retiramos Deus da equação, sobra novamente a nossa própria consciência e decisão. Consegue ver o problema? É um loop sem fim que acaba sempre te traindo. Para consertar isso, precisamos resolver aonde está o erro. O erro está simplesmente na fonte no qual estamos extraindo todas as nossas decisões e pensamentos.
Chegará o tempo em que Deus simplesmente permitirá que as pessoas se deixem levar por suas próprias convicções. Ou seja, Deus permitirá que a fonte de toda linha de pensamento venha de qualquer outra coisa menos da única fonte de verdade absoluta deixada para a humanidade:a bíblia.
Os mandamentos e conselhos deixados por Deus nos revelam a forma de um caráter perfeito que não pode ser enganado pelo coração falho do Homem. A meia verdade prega que infidelidade pode ser causado pela situação do casal num determinado momento. Enquanto, a bíblia diz “não adulterarás.” a meia verdade afirma que existe mentira branca e que você sempre tem que olhar para o fim e não para o meio na condução das suas atitudes. A verdade absoluta diz “não dirás falso testemunho” e “teme primeiro a Deus do que os Homens” a meia verdade diz que você precisa dar muito dinheiro para receber mais bençãos, enquanto a única verdade promete bençãos bem diferentes das materiais devido a sua fidelidade e confiança em Deus. Eu poderia listar muitos outros exemplos, mas meu ponto é: será que estamos sendo “enganados por Deus” ou apenas estamos seguindo nosso coração e mente naquilo que queremos realmente acreditar?
Então como distinguir a verdade da meia verdade=mentira? Somente através da única fonte de verdade absoluta. Essa nos ditará os parâmetros de contrafação para nos dizer exatamente no que devemos acreditar? A biblía mesmo nos ensina “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará” (Jo. 8:32) e “Santifica-os na tua verdade; a tua palavra é a verdade” (Jo. 17:17).
Mas ainda podemos falhar na famosa interpretação como eu comecei o texto lá em cima. Porém, a mesma verdade absoluta diz que “quando vier aquele Espírito de verdade, ele vos guiará em toda a verdade; porque não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e vos anunciará o que há de vir” (Jo. 16:13). Somente através do Espírito de Deus poderemos ser guiados em toda a verdade. Eu oro para que esse mesmo Espírito possa estar presente em cada um de nós todos os dias para nos guiar, ensinar e corrigir para que nunca possamos usar nossas próprias decisões a fim de interpretar as verdades absolutas de Deus. E esse é o maior desejo de Deus: “Que quer que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade” ( I Tim. 2:4). E essa verdade é simplesmente Jesus Cristo. “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim” (Jo.14:6).
Que Deus possa te abeçoar hoje e vá com fé em busca das verdades absolutas, porque elas existem e estão bem ai ao seu alcance num livro chamado bíblia.
Robson Teles
26/03/14
Como Podemos Entender Mateus 15:10-20?
“Não é o que Entra Pela Boca o que Contamina o Homem” (verso
11).
Não é necessário ser um perito em exegese bíblica para
perceber que Cristo está a referir-Se aqui não à contaminação física e sim à
contaminação espiritual do homem. Se realmente pudéssemos ingerir qualquer
coisa, sem que isso prejudicasse o nosso organismo, então não haveria necessidade
de conhecermos os princípios básicos de nutrição e higiene, de procurarmos
consumir apenas os alimentos da melhor qualidade e de advertirmos os jovens a
respeito dos malefícios das drogas.
Para compreendermos a declaração de Mateus 15:11, precisamos
levar em consideração o fato de que ela foi proferida por Cristo em resposta à
acusação dos “fariseus e escribas”, de que os discípulos transgrediam “a
tradição dos anciãos”, ao comerem sem antes lavar as mãos (versos 1 e 2). Esse
ato de lavar ritualmente as mãos não era motivado por razões de higiene, mas
para evitar a contaminação religiosa. Mesmo destituído de qualquer
fundamentação bíblica, o rito era considerado pelos fariseus tão normativo como
a própria lei mosaica.
Tentando romper com essa tradição infundada, Cristo declarou
que a contaminação religiosa do ser humano não reside na prática de ritos
exteriores, mas na degradação interior do coração que se manifesta
exteriormente. Ele esclarece: “Porque do coração procedem maus desígnios,
homicídios, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos, blasfémias.
São estas as coisas que contaminam o homem; mas o comer sem lavar as mãos não o
contamina” (Mat. 15:19 e 20; ver também 23:1-39). Em outras palavras, Cristo
deixou claro “que o mal que sai da boca é muito maior do que qualquer mal que
possa entrar nela quando se come alimento ritualmente impuro” (R.V. G. Tasker).
O mesmo incidente de Mateus 15:1-20 é também registado em
Marcos 7:1-23, com o acréscimo das palavras: “E, assim, considerou ele puros
todos os alimentos” (verso 19). É importante notarmos que, mesmo nesta
afirmação, Cristo não está dizendo que todas as coisas, quer animais ou
vegetais, são puras e apropriadas para a alimentação. O que o texto enfatiza é
simplesmente o fato de que todas as coisas divinamente criadas com o propósito
de servirem como alimento aos seres humanos são apropriadas, independente da
falsa contaminação a elas atribuídas pelas tradições farisaicas sobre o lavar
ritual das mãos antes das refeições.
Fonte: Sinais dos Tempos, maio de 1998, p. 29
17/03/14
Igrejas Para Todos os Gostos
Qualquer pessoa que ande pelas ruas das grandes cidades
brasileiras há-de ficar impressionado com a quantidade de igrejas evangélicas.
São templos, pontos de pregação, salas e até portinhas, onde
o nome de Jesus é exaltado e o povo de Deus reúne-se para exercer a sua fé.
Símbolo da expansão do segmento evangélico na sociedade
brasileira, a proliferação de igrejas, se por um lado possibilita a
disseminação da Palavra de Deus, por outro, gera situações curiosas.
Há ruas com vários templos e até mesmo congregações que
funcionam coladas parede a parede. Agora, engraçado mesmo – com todo respeito,
claro! – é conferir o nome de algumas igrejas.
Existe, por exemplo, uma certa Assembléia de Deus Com
Doutrinas e Sem Costumes, no subúrbio do Rio de Janeiro. No interior de Minas,
funciona a Igreja Evangélica A Última Trombeta Soará. Isso sem falar na Igreja
Cuspe de Cristo, em São Paulo.
Pode-se discutir o gosto de quem inventa tais nomes, mas o
fato é que os aproximadamente 26 milhões de evangélicos brasileiros têm à
disposição um variadíssimo cardápio de opções para filiação religiosa.
Curiosos, bizarros e imaginativos, os nomes de igrejas,
digamos, originais, compõem uma extensa lista: há, por exemplo, a Igreja
Pentecostal Alarido de Deus, de Anápolis (GO), cujos cultos não devem ser nada
silenciosos; a Igreja Evangélica Deus Pentecostal da Profecia, de São Mateus
(ES), que não deixa dúvidas sobre o caráter avivado do povo que se reúne ali;
ou ainda a Igreja Evangélica Vida Profunda, da Itaperuna (RJ), onde o crente,
já na entrada, recebe um estímulo para deixar de lado a superficialidade na sua
relação com Deus.
Já a Igreja da Revelação Rápida parece ter sido feita de
encomenda para os fiéis mais apressadinhos. Há ainda muitas outras (ver
quadro), quase sempre pequenas denominações pentecostais dirigidas por líderes
leigos, onde o que vale é a espontaneidade litúrgica e uma boa dose de
improvisação.
Mais do que simples tendência, a proliferação das igrejas
evangélicas, há alguns anos, já chama a atenção como fenómeno sociológico. Nos
anos 90, o Instituto Superior de Estudos da Religião (Iser) debruçou-se sobre
os números e chegou a uma conclusão de espantar: só no Grande Rio, cinco novas
igrejas surgiam… por semana!
E as coisas só aumentaram de lá para cá. Números confiáveis
não existem, mas levantamentos realizados por entidades missionárias apontam
para a existência de cerca de 150 mil templos e casas de culto evangélicas no
país.
“Hoje, há uma média de 1,5 mil pessoas por igreja no
Brasil”, diz o pesquisador Louranço Kraft, do Serviço para a Evangelização da
América Latina (Sepal). Claro, elas concentram-se nos centros urbanos. Em
regiões como a Amazónia ou o interior do Nordeste, a presença evangélica
permanece extremamente rarefeita.
Razões para tanto crescimento não faltam – além do
evangelismo ostensivo, responsável por novas conversões, as igrejas evangélicas
costumam receber muitos ex-fiéis de outras confissões, como o catolicismo e o
espiritismo.
Há ainda outro aspecto – a ruptura com antigos dogmas, como
restrições quanto a usos e costumes e normas rígidas de vestuário. “Os
evangélicos aboliram a vida ascética que antes preconizavam”, avalia o doutor
em sociologia Ricardo Mariano, autor do livro Neopentecostais – Sociologia do
novo pentecostalismo no Brasil (Edições Loyola).
Segundo ele, os crentes, cada vez mais adaptados à
sociedade, conseguem fazer seu discurso penetrar com mais facilidade, atraindo
novos adeptos até mesmo em setores das classes média e alta, tradicionalmente
mais avessos à mensagem do Evangelho.
Bem menos académico, mas igualmente sintomático, é o estudo
desenvolvido por Orlando Corrêa Neves Castor, 17 anos, estudante de tradições e
cultos religiosos. Ele, que mora em Teresópolis (RJ), criou um site sobregrejas
com nomes curiosos (www.igrejologia.hpg.ig.com.br).
Evangélico, o rapaz conta que a ideia de elaborar a página
virtual veio depois de ver tantos nomes diferentes de igrejas. “Comecei o
trabalho procurando em listas telefónicas de vários estados”, conta. “Depois,
muitas pessoas se interessaram e começaram a mandar colaborações para a lista.
Alguns nomes adotados são bem exóticos.”
“Sede mundial” – Segundo Orlando, a maioria das igrejas com
este perfil tem localização restrita, ao contrário das denominações mais
antigas e tradicionais, como Metodista, Quadrangular ou Luterana, cuja
abrangência é nacional.
“Noventa por cento delas funcionam em pequenos imóveis
alugados, em bairros pobres”, comenta o estudante. No meio do bolo, há uma
proliferação desenfreada de congregações evangélicas, muitas delas funcionando
sem alvará e à margem de outras exigências legais.
“Além disso, a falta de cultura e informação de seus
criadores é patente”, aponta. Como exemplo, ele cita uma certa Igreja
Evangélica Muçulmana Javé É Pai, e outra, tão bizarra quanto: Igreja Cristã
Evangélica Espírita Nacional.
“Nos dois nomes há união de religiões que não se relacionam
entre si. Como um evangélico pode ser muçulmano ou espírita ao mesmo tempo?”,
indaga.
Orlando não esconde que o objetivo do bem humorado
levantamento que fez é, também, “criticar abusos praticados em nome da fé das
pessoas”.
Há pouco tempo, o jornal carioca Balcão, especializado em
classificados de todo tipo – ali vende-se varas de pesca, violoncelos,
apartamentos, coleção de gibis do Homem-Aranha e tudo o que se possa imaginar
–, publicou um anúncio esquisitíssimo.
Anunciava-se a oferta de uma igreja evangélica, equipada com
som e móveis e que tinha “cerca de 200 membros”, que talvez jamais imaginassem
virar objeto de uma transação do género.
O problema é que fica muito difícil separar o trigo, ou
seja, aqueles crentes sérios cujo objetivo ao abrir uma
10/03/14
Tinha Jesus Consciência que era o Grande Eu Sou?
Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade Eu vos digo: antes que Abraão existisse, Eu sou. João 8:58.
EU SOU quer dizer uma presença eterna; o passado, o presente e o futuro são a mesma coisa para Deus. Ele vê os mais remotos acontecimentos da História passada, e o longínquo futuro com tão clara visão como vemos nós as coisas que ocorrem diariamente. Não sabemos o que se acha adiante de nós, e se o soubéssemos, isso não contribuiria para nosso bem eterno. Deus nos dá uma oportunidade de exercer fé e confiança no grande EU SOU. … Diz nosso Salvador: “Abraão, vosso Pai, exultou [“suspirou”, diz a versão Trinitariana] por ver o Meu dia, e viu, e alegrou-se”. João 8:56. Mil e quinhentos anos antes de Cristo deixar Sua veste real, Sua régia coroa, e abandonar Sua posição de honra nas cortes celestes, revestir-Se da humanidade e andar como homem entre os filhos dos homens, Abraão viu o Seu dia, e alegrou-se. “Disseram-Lhe, pois, os judeus: Ainda não tens cinquenta anos e viste Abraão? Disse-lhes Jesus: Em verdade, em, verdade vos digo que, antes que Abraão existisse, Eu sou.” João 8:57, 58.
Cristo usou aí o grande nome de Deus, dado a Moisés para exprimir a ideia da presença eterna. Êxodo 3:14. Isaías também viu Cristo, e suas palavras proféticas são cheias de significação. Diz ele: “Porque um Menino nos nasceu, um Filho se nos deu; e o principado está sobre os Seus ombros; e o Seu nome será Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz.” Isaías 9:6. Falando por intermédio dele, o Senhor diz: “Eu sou o Senhor, teu Deus, o Santo de Israel, o teu Salvador. … Não temas, pois, porque estou contigo. … Eu, Eu sou o Senhor, e fora de Mim não há Salvador. … Vós sois as Minhas testemunhas, diz o Senhor; Eu sou Deus. Ainda antes que houvesse dia, Eu sou; … Eu sou o Senhor, vosso Santo, o Criador de Israel, vosso Rei.” Isaías 43:3-15. Ao vir Jesus ao nosso mundo, proclamou-Se “Eu sou o caminho, e a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, senão por Mim.” João 14:6.
O Senhor precisa ser crido e servido como o grande “EU SOU”, e nós precisamos confiar nEle implicitamente.
Ellen G. White, Para Conhecê-lo, pág. 07.
04/03/14
Quem é o Novo Israel?
O material abaixo foi extraído de outro artigo do Dr.
Bacchiocchi mais completo e profundo sobre a campanha do “Deixados Para Trás”,
abaixo anunciado. Trata em maior detalhe sobre um importante aspecto nessa
discussão, o papel de Israel nas profecias. Contudo, eis algumas reflexões
sobre esta questão do papel de Israel nas profecias:
Avaliação do Ponto de
Vista dos “Dois Povos”
É o conceito de uma distinção radical entre o plano de Deus
para Israel e para a Igreja um ensino bíblico válido ou um pressuposto
infundado? Acaso o ponto de vista neotestamentário para a Igreja é o de um povo
diferente e separado do povo do “Israel natural”? A resposta é abundantemente
clara. O Novo Testamento considera a Igreja, não como uma “intercalação”
temporária, mas como continuação do verdadeiro Israel de Deus. Para verificar
esta última posição, breve alusão será feita a algumas relevantes declarações
de Cristo, Pedro e Paulo.
O Ajuntamento do
Verdadeiro Israel por Cristo
Ao chamar e ordenar doze discípulos como Seus apóstolos,
Cristo manifestou a intenção de reunir o remanescente messiânico das doze
tribos de Israel num novo organismo, chamado a Igreja (Mat. 16:18-19). Este não
é um organismo independente designado a repor Israel temporariamente mas um
rebanho que reúne tanto as “ovelhas perdidas da casa de Israel” (Mat. 10:6; cf.
15:24; Atos 1:8) como as ovelhas perdidas do mundo gentílico.
Referindo-se à profecia de Isaías com respeito à reunião dos
gentios, Cristo anunciou: “Ainda tenho outras ovelhas, não deste aprisco; a Mim
Me convém conduzi-las; elas ouvirão a Minha voz; então haverá um rebanho e um
pastor” (João 10:16; cf. Isa. 56:6-8). Como pastor messiânico, Cristo veio
reunir o remanescente de Israel e gentios, não em dois rebanhos separados, mas
num só rebanho.
Quando elogiando a fé do centurião, Jesus disse: “Digo-vos
que muitos virão do Oriente e do Ocidente e tomarão lugares à mesa com Abraão,
Isaque e Jacó no reino dos céus. Ao passo que os filhos do reino serão lançados
para fora, nas trevas”. (Mat. 8:11-12). É digno de nota que Cristo não promete
o Reino de Deus a uma futura geração de judeus, como alguns dispensacionalistas
mantêm, mas a crentes de todas as nações, “do Oriente e do Ocidente”.
Uma Realidade
Presente
O reino messiânico prometido no Velho Testamento é visto por
Cristo não como um evento futuro envolvendo a restauração territorial e
política de Israel, mas como uma realidade presente que raiou mediante Seu
ministério vitorioso sobre o pecado, Satanás e a morte.
“Se, porém, Eu expulso demónios, pelo Espírito de Deus,
certamente é chegado o reino de Deus sobre vós” (Mat. 12:28). O reino de Cristo
é composto, não por dois povos separados, Israel e a Igreja, mas por um povo, o
“Novo Israel”, consistindo de judeus e gentios crentes.
Aos discípulos Jesus declarou: “Não temais, ó pequenino
rebanho; porque vosso Pai Se agradou em dar-vos o Seu reino” (Lucas 12:32).
Notem que o prometido Reino messiânico é dado não a uma futura geração de
judeus (Mat. 11:29; 13:38; 8:11-12).
F. F. Bruce comenta adequadamente: “O chamado de Jesus por
discípulos para estarem junto a Si a fim de formarem o ‘pequenino rebanho’ que
receberia o Reino (Lucas 12:32; cf. Dan 7:22, 27) O assinala com o fundador do
Novo Israel”.
Os profetas falam de Israel como rebanho ou ovelha de Deus
(Isa. 40:11; Jer. 31:10; Ezeq. 34:12-14). Ao chamar Seus discípulos de
“pequenino rebanho” ao qual Deus estava dando o Reino, está inegavelmente
identificando Seus discípulos quanto ao verdadeiro remanescente de Israel.
Ademais, ao comissionar Seus apóstolos para “fazer
discípulos de todas as nações” (Mat. 28:19), Cristo
27/02/14
Haverá Pessoas Salvas que Nunca Ouviram Falar de Jesus?
A Bíblia ensina que haverá salvas que nunca escutaram falar
de Jesus. São pessoas que viveram em conformidade com os ensinamentos de Deus
presentes na natureza e escutaram o Espírito de Deus a falar-lhes ao coração.
Quando tomaram decisões erradas na vida sentiram tristeza e arrependimento.
Nunca ouviram falar da Bíblia ou de Jesus, mas serão salvas por ELE, graças ao
seu sacrifício na Cruz (mesmo que elas não saibam disso). Após a ressurreição,
quando elas conhecerem o Rei, ficarão surpresas com as suas cicatrizes.
Passagem bíblica
sobre esses salvos:
1.
E se alguém lhe disser: Que feridas são estas nas tuas
mãos? Dirá ele: São feridas com que fui ferido em casa dos meus amigos. Ó
espada, desperta-te contra o meu pastor (JESUS), e contra o homem que é o meu
companheiro, diz o SENHOR dos Exércitos. Fere ao pastor, e espalhar-se-ão as
ovelhas; mas volverei a minha mão sobre os pequenos.
Zacarias 13:6-7
2.
Porque todos os que sem lei pecaram, sem lei também
perecerão; e todos os que sob a lei pecaram, pela lei serão julgados.
Porque os que ouvem a
lei [10 mandamentos] não são justos diante de Deus, mas os que praticam a lei hão-de
ser justificados.
Porque, quando os
gentios, que não têm lei, fazem naturalmente as coisas que são da lei, não
tendo eles lei, para si mesmos são lei;
Os quais mostram a
obra da lei escrita em seus corações, testificando juntamente a sua consciência,
e os seus pensamentos, quer acusando-os, quer defendendo-os;
Romanos 2:12-15
3.
Porquanto o que de Deus se pode conhecer neles se
manifesta, porque Deus lho manifestou. Porque as suas coisas invisíveis, desde
a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se
entendem, e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas, para que eles
fiquem inescusáveis. Romanos 1:19,20.
4.
1 HAVENDO Deus antigamente falado muitas vezes, e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos nestes últimos dias pelo Filho.
Hebreus 1:1
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