01/08/14

O SIGNIFICADO DOS NOMES BÍBLICOS - Z -

Caverna de Zedequias
ZAÃ, hebraico: desgosto – 2 Cr 11.19 
ZAANÃ, hebraico: lugar de manadas – Mq 1.11 
ZAANANIM, hebraico: partidas – Js 19.33 
ZAAVÃ, hebraico: inquieto – Gn 36.27 
ZEBADE, hebraico: doador – 1 Cr 7.21; 11.41; 2 Cr 24.26 
ZABAL, hebraico: zumbido – Ed 10.28 
ZABDI, hebraico: dom de Jeová – Js 7.1; 1 Cr 8.19; 27.27; Ne 11.17 
ZABDIEL, hebraico: dom de Deus – 1 Cr 27.2; Ne 11.14 
ZABUDE, hebraico: doado – 1 Rs 4.5; Ed 8.14 
ZACAI, hebraico: puro – Ed 2.9 
ZACARIAS, hebraico: Jeová se lembra – Ed 5.1; Zc 1.1; 7.1 
ZACUR, hebraico: atento – Nm 13.4; 1 Cr 4.26; Ne 3.2 
ZADOQUE, hebraico: reto – 2 Sm 8.17; 2 Rs 15.33; Ed 7.1, 2 
ZAFENATE-PANÉIA, egípcio: salvador do mundo – Gn 41.45 
ZAFOM, hebraico: o norte – Js 11.27 ZAIR, hebraico: pequeno – 2 Rs 8.21 
ZALAFE, hebraico: fratura – Ne 3.30 
ZALMON, hebraico: sombrio – 2 Sm 23.28 
ZALMONA, hebraico: sombrio – Nm 33.41 
ZANOA, hebraico: água suja – Js 15.56 
ZAQUEL, grego: puro – Lc 19.2 
ZAZA, hebraico: abundância – 1 Cr 2.33 
ZEBADIAS, Jeová deu – 1 Cr 12.7; Ed 8.8; 10.20 
ZEBEDEU, grego: Zebadias – Mc 1.19, 20; Mt 27.56; Mc 15.40; Jo 18.15 
ZEBIDA, hebraico: dotado – 2 Rs 23.36 
ZEBINA, hebraico: adquirido – Ed 10.43 
ZEBOIM, hebraico: hienas – Gn 10.19; 14.2; Dt 19.23; Os 11.8; 1 Sm 13.18 
ZEBUL, hebraico: habitação – Jz 9.28 
ZEBULOM, hebraico: morada – Gn 30.19, 20 
ZEDEQUIAS, hebraico: Jeová é a minha justiça – 1 Rs 22.11; Jr 29.22 
ZEFATÁ, hebraico: torre 
ZAÃ, hebraico: desgosto – 2 Cr 11.19 
ZAANÃ, hebraico: lugar de manadas – Mq 1.11 
ZAANANIM, hebraico: partidas – Js 19.33 
ZAAVÃ, hebraico: inquieto – Gn 36.27 
ZEBADE, hebraico: doador – 1 Cr 7.21; 11.41; 2 Cr 24.26 
ZABAL, hebraico: zumbido – Ed 10.28 
ZABDI, hebraico: dom de Jeová – Js 7.1; 1 Cr 8.19; 27.27; Ne 11.17 
ZABDIEL, hebraico: dom de Deus – 1 Cr 27.2; Ne 11.14 
ZABUDE, hebraico: doado – 1 Rs 4.5; Ed 8.14 
ZACAI, hebraico: puro – Ed 2.9 
ZACARIAS, hebraico: Jeová se lembra – Ed 5.1; Zc 1.1; 7.1 
ZACUR, hebraico: atento – Nm 13.4; 1 Cr 4.26; Ne 3.2 
ZADOQUE, hebraico: reto – 2 Sm 8.17; 2 Rs 15.33; Ed 7.1, 2 
ZAFENATE-PANÉIA, egípcio: salvador do mundo – Gn 41.45 
ZAFOM, hebraico: o norte – Js 11.27 
ZAIR, hebraico: pequeno – 2 Rs 8.21 
ZALAFE, hebraico: fratura – Ne 3.30 
ZALMON, hebraico: sombrio – 2 Sm 23.28 
ZALMONA, hebraico: sombrio – Nm 33.41 
ZANOA, hebraico: água suja – Js 15.56 
ZAQUEL, grego: puro – Lc 19.2 
ZAZA, hebraico: abundância – 1 Cr 2.33 
ZEBADIAS, Jeová deu – 1 Cr 12.7; Ed 8.8; 10.20
ZEBEDEU, grego: Zebadias – Mc 1.19, 20; Mt 27.56; Mc 15.40; Jo 18.15 
ZEBIDA, hebraico: dotado – 2 Rs 23.36 
ZEBINA, hebraico: adquirido – Ed 10.43 
ZEBOIM, hebraico: hienas – Gn 10.19; 14.2; Dt 19.23; Os 11.8; 1 Sm 13.18 
ZEBUL, hebraico: habitação – Jz 9.28 
ZEBULOM, hebraico: morada – Gn 30.19, 20 
ZEDEQUIAS, hebraico: Jeová é a minha justiça – 1 Rs 22.11; Jr 29.22 
ZEFATÁ, hebraico: torre de vigia – 2 Cr 14.10 
ZEFATE, hebraico: torre de vigia – Jr 1.17 
ZEFI, ZEFÔ, hebraico: vigia – 1 Cr 1.36 
ZEFOM, hebraico: vigilância – Nm 26.15 
ZELA, hebraico: riba – Js 18.28; 2 Sm 21.14 
ZELEQUE, hebraico: fenda – 1 Cr 11.39 
ZEMARAIM, hebraico: dois cortes – Js 18.22
ZEMIRA, hebraico: melodia – 1 Cr 7.8 
ZENÃ, hebraico: lugar de rebanhos – Js 15.37 
ZER, hebraico: pederneira – Js 19.35 
ZERÁ, hebraico: crepúsculo – Gn 46.12; 2 Cr 14.9 
ZERAÍAS, hebraico: o Senhor ressuscitou – 1 Cr 6.6; Ed 7.4 
ZEREDA, hebraico: refrigerante – 1 Rs 11.26 
ZERES, hebraico: ouro – Et 5.10 
ZERETE, hebraico: brilho da tarde – 1 Cr 4.7 
ZEROR, hebraico: feixe – 1 Sm 9.1
ZERUA, hebraico: leproso – 1 Rs 11.26 
ZERUIA, hebraico: separação – 1 Cr 2.16; 2 Sm 2.18 
ZETÃ, hebraico: olival – 1 Cr 7.10; 23.8 
ZIA, hebraico: temor – 1 Cr 5.13 
ZIA, hebraico: sombrio – Ed 2.43 
ZIBEÃO, hebraico: tinto – Gn 36.2 
ZIBIA, hebraico: gazela – 1 Cr 8.9; 2 Rs 12.1 
ZICRI, hebraico: famoso – 1 Cr 28.7; Ne 11.9; 12.17 
ZIFROM, hebraico: fragrância – Nm 34.9 
ZILÁ, hebraico: sombra – Gn 4.19 
ZIM, hebraico: palmeira baixa – Nm 34.4; 43.3; Js 15.1 
ZIMA, hebraico: artifício – 1 Cr 6.20 
ZIOR, hebraico: pequenez – Js 15.54 
ZIPOR, hebraico: passarinho – Nm 22.2 
ZÍPORA, hebraico: passarinho – Ex 2.21; 18.2-4 
ZIZ, hebraico: uma flor – 2 Cr 20.16 
ZIZÃ, hebraico: fertilidade – 2 Cr 11.20 
ZOAR, hebraico: pequeno – Gn 13.10; 14.2 
ZOBEBA, hebraico: movimento brando – 1 Cr 4.8 
ZOELETE, hebraico: réptil – 1 Rs 1.9 
ZOFA, hebraico: expansão – 1 Cr 7.35 
ZOFAR, hebraico: gorjeador – Jó 2.11 
ZOFIM, hebraico: vigiar – Nm 23.14 
ZORÁ, hebraico: lugar de vespões – Js 15.53; Jz 13.2; 16.31; 2 Cr 11.10 
ZOROBABEL, hebraico: nascido em Babilónia – 1 Cr 3.19; Lc 3.27 
ZUAR, hebraico: pequenez – Nm 1.8 
ZUR, hebraico: rocha – Nm 25.15; 31.8; 1 Cr 8.30 
ZURIEL, hebraico: a minha rocha é Jeová – Nm 3.35 
ZURISADAI, hebraico: a minha rocha é o Todo-poderoso – Nm 1.6 - See more at: http://biblia.com.br/blog/curiosidades/nomes-biblicos-e-seus-significados/#sthash.aYwSYQUk.dpuf de vigia – 2 Cr 14.10 
ZEFATE, hebraico: torre de vigia – Jr 1.17 
ZEFI, ZEFÔ, hebraico: vigia – 1 Cr 1.36
ZEFOM, hebraico: vigilância – Nm 26.15 
ZELA, hebraico: riba – Js 18.28; 2 Sm 21.14 
ZELEQUE, hebraico: fenda – 1 Cr 11.39 
ZEMARAIM, hebraico: dois cortes – Js 18.22 
ZEMIRA, hebraico: melodia – 1 Cr 7.8 
ZENÃ, hebraico: lugar de rebanhos – Js 15.37 
ZER, hebraico: pederneira – Js 19.35 
ZERÁ, hebraico: crepúsculo – Gn 46.12; 2 Cr 14.9 
ZERAÍAS, hebraico: o Senhor ressuscitou – 1 Cr 6.6; Ed 7.4 
ZEREDA, hebraico: refrigerante – 1 Rs 11.26 
ZERES, hebraico: ouro – Et 5.10 
ZERETE, hebraico: brilho da tarde – 1 Cr 4.7 
ZEROR, hebraico: feixe – 1 Sm 9.1 
ZERUA, hebraico: leproso – 1 Rs 11.26 
ZERUIA, hebraico: separação – 1 Cr 2.16; 2 Sm 2.18 
ZETÃ, hebraico: olival – 1 Cr 7.10; 23.8 
ZIA, hebraico: temor – 1 Cr 5.13 ZIA, hebraico: sombrio – Ed 2.43 
ZIBEÃO, hebraico: tinto – Gn 36.2 
ZIBIA, hebraico: gazela – 1 Cr 8.9; 2 Rs 12.1 
ZICRI, hebraico: famoso – 1 Cr 28.7; Ne 11.9; 12.17 
ZIFROM, hebraico: fragrância – Nm 34.9 
ZILÁ, hebraico: sombra – Gn 4.19 
ZIM, hebraico: palmeira baixa – Nm 34.4; 43.3; Js 15.1 
ZIMA, hebraico: artifício – 1 Cr 6.20 
ZIOR, hebraico: pequenez – Js 15.54 
ZIPOR, hebraico: passarinho – Nm 22.2 
ZÍPORA, hebraico: passarinho – Ex 2.21; 18.2-4 
ZIZ, hebraico: uma flor – 2 Cr 20.16 
ZIZÃ, hebraico: fertilidade – 2 Cr 11.20 
ZOAR, hebraico: pequeno – Gn 13.10; 14.2 
ZOBEBA, hebraico: movimento brando – 1 Cr 4.8 
ZOELETE, hebraico: réptil – 1 Rs 1.9 
ZOFA, hebraico: expansão – 1 Cr 7.35 
ZOFAR, hebraico: gorjeador – Jó 2.11 
ZOFIM, hebraico: vigiar – Nm 23.14 
ZORÁ, hebraico: lugar de vespões – Js 15.53; Jz 13.2; 16.31; 2 Cr 11.10 
ZOROBABEL, hebraico: nascido em Babilónia – 1 Cr 3.19; Lc 3.27 
ZUAR, hebraico: pequenez – Nm 1.8 
ZUR, hebraico: rocha – Nm 25.15; 31.8; 1 Cr 8.30 
ZURIEL, hebraico: a minha rocha é Jeová – Nm 3.35 
ZURISADAI, hebraico: a minha rocha é o Todo-poderoso – Nm 1.6 - See more at: http://biblia.com.br/blog/curiosidades/nomes-biblicos-e-seus-significados/#sthash.aYwSYQUk.dpuf

QUAL É O SEU NOME PREFERIDO A COMEÇAR COM A LETRA Z?
VC IMAGINOU QUE FOSSE TÃO LINDO?

28/07/14

Quer ter Prazer na Bíblia e na Oração?

Frequentemente ouço as pessoas, principalmente os jovens, diferem: Não tenho vontade de ler a Bíblia, de orar ou ir à igreja.
A resposta que dou em tal situação é recorrente e não consigo ver essa situação de vontade das coisas de Deus de outra forma. Eis aí o que respondo:
Não ter vontade de fazer as coisas relacionadas a Deus é fácil de entender. Você come porque tem vontade, não é assim? Se você comer um pacote de biscoito recheado, mais duas bolas de sorvete, mais um pedaço de bolo e tudo isso meia hora antes do almoço, você vai ter fome para comer o delicioso almoço que foi preparado para você com tanto carinho e amor? Claro que não.
Pois bem, vontade de Deus, de orar, de ler a Bíblia, vontade de ir à igreja é como uma fome que Deus coloca dentro de nós. Se você está se alimentando de novelas, filmes, músicas mundanas, literaturas seculares, excesso de internet, e tantas coisas mais, naturalmente você perderá a fome de Deus e da igreja.
O filho pródigo não comeu a comida dos porcos. Em Lucas 15:16, a Bíblia diz que ele tinha vontade de comer, mas não comeu. E por não comer, teve fome, e, por ter fome, voltou para a casa do pai.
É o vazio da vida, a fome pelo Seu amor, a falta da sua presença, a ânsia de estar diante da Sua face que nos levam de volta, depressa, para a casa do Pai.
A pergunta é: Quer ter fome de Deus novamente? Quer ter vontade de voltar à casa do Pai? Quer ter prazer na Bíblia e na oração? Então, amigo, pare de comer as coisas do mundo, pare de se alimentar das bolotas de porcos, então, a fome e o apetite espirituais serão renovados imediatamente.

Deus vos abençoe nas vossas decisões.

30/05/14

Distorção de textos – Quanto à Lei de Deus ( Os 10 Mandamentos)

Uma das “razões” apresentadas para “justificar” que a lei findou na cruz, é a indevida citação de Colossenses 2:14, 16 e 17, que assim reza: “Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de algum modo nos era contrária, e a tirou no meio de nós, cravando-a na cruz…

Portanto ninguém vos julgue pelo comer ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da Lua Nova, ou dos sábados, que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é Cristo.” – Sobre estes textos, procura-se armar duas teses: a da invigência da lei pós-cruz, e a da ab-rogação do sábado do Decálogo. Vamos desmontá-las completamente, deixando que a própria Bíblia se interprete, sem forçar a nota.

Notemos os seguintes fatos, que saltam à vista:
→ Não há aí a mais leve referência à Lei Moral, ou à sua súmula: o Decálogo. Não há, em todo contexto, alusão a nenhum preceito dos Dez Mandamentos, mas sim a outros preceitos – isto é muito importante. Em Romanos 7:7, por exemplo, Paulo alude à “lei”, mas o contexto esclarece que se referia a Lei Moral, porque um dos seus preceitos é citado, “não cobiçarás”, Tiago também fala em “lei” (Tiago 2:10 e 11) e a seguir cita dois preceitos da Lei Moral. Mas, no caso que se discute, nada consta do Decálogo. Nem a palavra “lei” também é sequer mencionada nos textos, mas apenas uma cédula de ordenança.

Sabemos que o preceito cerimonial consistia de extensas instruções ritualistas a que os judeus ficavam obrigados. Um autêntico “escrito de divida” – como reza outra tradução. “Ordenança” são prescrições litúrgicas, e isto não se aplica Lei Moral. Compare em Hebreus 9:1. Ordenança “é um rito religioso ou cerimonial ordenada por autoridade divina ou eclesiástica” – define, com propriedade, o autorizado Standard Dictionary.

Coloquemos o quadro que Paulo nos pinta, na sua moldura contemporânea. A igreja de Colossos (a exemplo das de Galácia, Éfeso, Roma e outras) enfrentava dissensões internas em virtude da ação conservadora dos elementos judaizantes, isto é, judeus que aceitavam o evangelho, ingressavam na igreja, mas conservavam práticas do judaísmo e pretendiam impô-las aos cristãos vindos do gentilismo. Entre estas práticas estava a observância da lei cerimonial, notadamente os dias de festas (Páscoa, Pentecostes, Dia da Expiação, Festa dos Tabernáculos, Lua Nova e outras). Como é natural, no passo que estamos considerando, Paulo quis dizer aos cristãos de Colossos que estas ordenanças e festividades foram riscadas ou cravadas na cruz tendo vindo Cristo, a Realidade, automaticamente cessaram os tipos e “sombras” que para Ele apontavam.

→ O contexto esclarece alguma coisa do conteúdo desta “cédula de ordenança”. Alguns dos seus itens se acham registados no versículo 16, ligado aos versículos anteriores pela conjugação “portanto”. Lemos que aí consta comer, beber, festividades, lua nova e sábados prefigurativos, tudo averbado de “sombras de coisas futuras”. Ora, resta ver em qual código constavam tais exigências ritualistas e festivas.

Consultaremos o Decálogo. Examinemos-lhe os preceitos. Há nele algum mandamento sobre comer ou beber? E sobre os dias de festas e Lua Nova? Não! Nele só há preceitos morais e éticos. Nenhuma “ordenança”, portanto. Sabemos que Moisés escreveu um livro, cujo o conteúdo consistia de estatutos civis, preceitos higiénicos, ordenanças levíticas e regulamentos sobre festividades, Lua Nova, manjares, ofertas, sacrifícios, etc. (Deuteronómio 31:24 e Êxodo 24:4 e 7). A parte propriamente cerimonial e festival estava em Êxodo 23:14 a 19; capítulos 29 e 30; Levíticos capítulos 1 a 7, 21, 22, 23, etc. E todas estas coisas estavam no livro de Moisés, mas não em tábuas do Decálogo, escritas pelo dedo de Deus. (Êxodo 31:18)

Notemos que esta cédula de ordenanças nos era contrária. Sim, porque a complicadíssima e onerosa lei Cerimonial, com suas exigências difíceis e até penosas, tendo preenchido a sua passageira finalidade com a morte de Cristo, tornou-se in vigente, desnecessária e mesmo contrária ao cristão. Não assim com a Lei Moral de Deus, que é santa, justa, boa, espiritual e prazerosa (Romanos 7:12, 14 e 22), e estabelecida na dispensação evangélica, Romanos 3:31. Não pode a Lei de Deus ser confundida com uma precária cédula de ordenanças que foi riscada. Comidas, bebidas, festividades… Evidentemente, que não se trata do Decálogo, mas meramente de coisas transitórias, “sombras de coisas futuras” – como o próprio texto afirma.

Portanto, segundo a conclusão inquestionável a que nos leva a Bíblia, os textos em lide referem-se sem dúvida à lei Cerimonial. Foi riscada, é evidente, e cravada na cruz.

Tão clara é a Bíblia! E ainda para, subsidiariamente, concluir esta parte, citemos o notável comentador Adam Clarke, que sobre este ponto diz:

“‘Ninguém vos julgue pelo comer ou beber’… O apóstolo aqui se refere a algumas particulares do escrito de ordenanças, que foram abolidas, a saber, a distinção de carnes e bebidas… e a necessidade da observância de certos feriados e festivais, tais como a Luas Novas e sábados particulares ou aqueles que deviam ser observados com incomum solenidade; todos eles foram abolidos e cravados na cruz, e não mais eram de obrigação.” – Clarke’s Commentary. Aí está uma interpretação insuspeita e valiosa!


“Nunca devemos rebaixar o nível da verdade, a fim de obter conversos, mas precisamos procurar elevar o pecador corrupto à alta norma da Lei de Deus.” – Ellen G. White, Evangelismo, pág. 136.

25/05/14

Só o Pai é Deus? De maneira alguma! (João 17:3)



“E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti, o único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste”.
Alguns têm usado essa declaração de Jesus para negar a absoluta divindade de Cristo, tão bem definida em Isaías 9:6, que O chama de “Pai da Eternidade”; em Atos 3:15, que o qualifica como “Autor da Vida”; e tão claramente definida (entre muitos outros textos) em Colossenses 2:9, onde Jesus é apresentado como um ser absolutamente divino em quem “habita, corporalmente, toda a plenitude da Divindade”.
Todavia, se em João 17:3 Cristo estivesse dizendo que o Pai é “o único Deus verdadeiro” em comparação com Ele mesmo, teríamos de supor que Cristo é um deus falso. Percebe o grande problema? Cristo estaria depondo contra si mesmo, pois a Bíblia diz que Ele é Deus (Jo 1:1-3; Rm 9:5). Não tem como a Bíblia chamá-Lo de Deus e Ele mesmo afirmar que só o Pai é verdadeiro (e Ele, Jesus, falso), entende? Deus sempre será a verdade (Jr 10:10) e Cristo faz parte dessa divindade que é a verdade (ver Jo 14:6).
Em sua oração sacerdotal em João 17, Jesus não está contrastando Sua natureza com a do Pai, e sim contrastando a natureza divina do Pai com os falsos deuses pagãos. Ele está focando “a necessidade de as pessoas reconhecerem o único Deus verdadeiro em oposição aos ídolos e outros falsos deuses”, e também enfatiza nesse texto “a necessidade de reconhecê-Lo como meio de Salvação”[1].
Quando a Bíblia compara a Jesus com o Pai, ela não apresenta apenas Deus Pai como Deus Verdadeiro. Veja o que o mesmo autor do evangelho de João escreveu em sua 1ª Carta:
“Sabemos também que o Filho de Deus veio e nos deu entendimento, para que conheçamos aquele que é o Verdadeiro. E nós estamos naquele que é o Verdadeiro, em seu Filho Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna” (1Jo 5:20).
Note que nesse texto o apóstolo João chama a Jesus de Deus verdadeiro e fonte de vida eterna.
Por isso, os antitrinitarianos (os que são contra a doutrina da Trindade) não deveriam usar João 17:3 para negar a absoluta divindade de Jesus Cristo. Fazer isso é desrespeitar o texto bíblico e tirar dele uma ideia que não existe.
Além disso, noutro contexto, em João 10:30, quando Jesus comentou sobre Sua relação com o Pai, Ele se colocou no mesmo nível de Deus, ao ponto de quererem apedrejá-Lo por blasfêmia (Jo 10:31-33). Em João 10:30 Ele afirmou claramente que Ele e o Pai eram “um” no sentido de serem unidos tanto em amor quanto na essência divina (veja-se também Colossenses 2:9).
Esse conceito de unidade essencial entre as Três Pessoas da divindade combate qualquer tipo de politeísmo porque, ao contrário da doutrina bíblica da Trindade, que ensina existir Três Pessoas distintas que formam a divindade e que possuem a mesma essência (Mt 28:19; Jo 14:16; 2Co 13:13, etc), o politeísmo ensina existirem deuses com diferentes essências divinas e distintos poderes. Enquanto que a doutrina da Trindade iguala as Pessoas que formam a divindade, o politeísmo desiguala, apresentando um deus melhor e mais poderoso do que outro.
Desse modo, o conceito de Triunidade encontrado na Bíblia nada tem a ver com politeísmo, como afirmam alguns que estão desinformados em relação ao assunto.

DOIS TIPOS DE TEXTOS SOBRE JESUS
Algumas pessoas sinceramente não sabem (outros, ignoram) que na Bíblia há pelo menos dois tipos de versículos que tratam da natureza de Cristo. Precisamos considerá-los juntos, se quisermos aprender tudo aquilo que nos foi revelado sobre a Pessoa de Jesus na Bíblia.
Nas Escrituras encontramos textos que mostram o Salvador no mesmo nível que Deus Pai (Colossenses 2:9) e versos que O mostram numa condição inferior ao Pai (João 14:28).
- Os versículos que colocam a Cristo no mesmo patamar que as demais pessoas da divindade se referem a Ele em Sua natureza divina.
- Já os versos que apresentam a Jesus numa condição “inferior” se referem a Ele em Sua condição encarnada, na qual se encontra subordinado ao Pai.
Essa subordinação de Cristo é apenas funcional e não essencial. Devido à Sua encarnação, Ele assumiu uma função inferior ao Pai, limitando voluntariamente até mesmo a própria Onisciência (Mt 24:36). Porém, na sua essência como Deus, Cristo em nada difere do Pai, tanto que reassume totalmente Sua Onisciência após Sua ascensão: “[...] para que o coração deles seja confortado e vinculado juntamente em amor, e eles tenham toda a riqueza da forte convicção do entendimento, para compreenderem plenamente o mistério de Deus, Cristo, em quem todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento estão ocultos”.
Resumindo, podemos dizer, como Geisler e Howe[2]:
Ilustração - Divindade de Cristo
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Espero que essas breves considerações tenham lhe ajudado. Caso queira se aprofundar ainda mais no estudo da doutrina da Trindade, recomendo umas poucas obras que lhe serão bastante úteis:
A Trindade: como entender os mistérios da pessoa de Deus na Bíblia e na história do cristianismo, de Woodrow Whidden, Jerry Moon e John W. Reeve. Pode ser adquirida com a Casa Publicadora Brasileira pelo site www.cpb.com.br ou pelo telefone 0800-979 0606.
A Doutrina do Espírito Santo no Antigo e Novo Testamento, de Stanley M. Horton. Esse material foi publicado em língua portuguesa pela Casa Publicadora das Assembleias de Deus (CPAD) e pode ser adquirido no site www.cpad.com.br
Evangelismo, de Ellen G. White. Nas páginas 613 a 617 ela apresenta declarações belíssimas sobre a divindade de Cristo e a personalidade e divindade do Espírito Santo. O material também é da Casa Publicadora Brasileira.
- A Teologia Sistemática de Norman Geisler também poderá ser bastante útil em sua pesquisa. No vol. 1, cap. 12, intitulado “A Unidade e a Trindade de Deus”, há inclusive uma seleção de textos que comprovam a identificação de Cristo com Javé do Antigo Testamento. Essa obra também pode ser adquirida através da CPAD.
Um abraço e que Deus lhe abençoe ricamente!

27/04/14

Distorção de textos – Quanto à Lei de Deus (Os 10 Mandamentos)

Uma das “razões” apresentadas para “justificar” que a lei findou na cruz, é a indevida citação de Colossenses 2:14, 16 e 17, que assim reza: “Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de algum modo nos era contrária, e a tirou no meio de nós, cravando-a na cruz…

Portanto ninguém vos julgue pelo comer ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da Lua Nova, ou dos sábados, que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é Cristo.” – Sobre estes textos, procura-se armar duas teses: a da in vigência da lei pós-cruz, e a da ab-rogação do sábado do Decálogo. Vamos desmontá-las completamente, deixando que a própria Bíblia se interprete, sem forçar a nota.

Notemos os seguintes fatos, que saltam à vista:

→ Não há aí a mais leve referência à Lei Moral, ou à sua súmula: o Decálogo. Não há, em todo contexto, alusão a nenhum preceito dos Dez Mandamentos, mas sim a outros preceitos – isto é muito importante. Em Romanos 7:7, por exemplo, Paulo alude à “lei”, mas o contexto esclarece que se referia a Lei Moral, porque um dos seus preceitos é citado, “não cobiçarás”, Tiago também fala em “lei” (Tiago 2:10 e 11) e a seguir cita dois preceitos da Lei Moral. Mas, no caso que se discute, nada consta do Decálogo. Nem a palavra “lei” também é sequer mencionada nos textos, mas apenas uma cédula de ordenança.

Sabemos que o preceito cerimonial consistia de extensas instruções ritualistas a que os judeus ficavam obrigados. Um autêntico “escrito de divida” – como reza outra tradução. “Ordenança” são prescrições litúrgicas, e isto não se aplica Lei Moral. Compare em Hebreus 9:1. Ordenança “é um rito religioso ou cerimonial ordenada por autoridade divina ou eclesiástica” – define, com propriedade, o autorizado Standard Dictionary.

Coloquemos o quadro que Paulo nos pinta, na sua moldura contemporânea. A igreja de Colossos (a exemplo das de Galácia, Éfeso, Roma e outras) enfrentava dissensões internas em virtude da ação conservadora dos elementos judaizantes, isto é, judeus que aceitavam o evangelho, ingressavam na igreja, mas conservavam práticas do judaísmo e pretendiam impô-las aos cristãos vindos do gentilismo. Entre estas práticas estava a observância da lei cerimonial, notadamente os dias de festas (Páscoa, Pentecostes, Dia da Expiação, Festa dos Tabernáculos, Lua Nova e outras). Como é natural, no passo que estamos considerando, Paulo quis dizer aos cristãos de Colossos que estas ordenanças e festividades foram riscadas ou cravadas na cruz tendo vindo Cristo, a Realidade, automaticamente cessaram os tipos e “sombras” que para Ele apontavam.

→ O contexto esclarece alguma coisa do conteúdo desta “cédula de ordenança”. Alguns dos seus itens se acham registrados no versículo 16, ligado aos versículos anteriores pela conjugação “portanto”. Lemos que aí consta comer, beber, festividades, lua nova e sábados prefigurativos, tudo averbado de “sombras de coisas futuras”. Ora, resta ver em qual códigos constavam tais exigências ritualistas e festivas.

Consultaremos o Decálogo. Examinemos-lhe os preceitos. Há nele algum mandamento sobre comer ou beber? E sobre os dias de festas e Lua Nova? Não! Nele só há preceitos morais e éticos. Nenhuma “ordenança”, portanto. Sabemos que Moisés escreveu um livro, cujo o conteúdo consistia de estatutos civis, preceitos de higiene, ordenanças levíticas e regulamentos sobre festividades, Lua Nova, manjares, ofertas, sacrifícios, etc. (Deuteronómio 31:24 e Êxodo 24:4 e 7). A parte propriamente cerimonial e festival estava em Êxodo 23:14 a 19; capítulos 29 e 30; Levítico 1 a 7, 21, 22, 23, etc. E todas estas coisas estavam no livro de Moisés, mas não em tábuas do Decálogo, escritas pelo dedo de Deus. (Êxodo 31:18)

Notemos que esta cédula de ordenanças nos era contrária. Sim, porque a complicadíssima e onerosa lei Cerimonial, com suas exigências difíceis e até penosas, tendo preenchido a sua passageira finalidade com a morte de Cristo, se tornou in vigente, desnecessária e mesmo contrária ao cristão. Não assim com a Lei Moral de Deus, que é santa, justa, boa, espiritual e prazerosa (Romanos 7:12, 14 e 22), e estabelecida na dispensação evangélica, Romanos 3:31. Não pode a Lei de Deus ser confundida com uma precária cédula de ordenanças que foi riscada. Comidas, bebidas, festividades… Evidentemente, que não se trata do Decálogo, mas meramente de coisas transitórias, “sombras de coisas futuras” – como o próprio texto afirma.

Portanto, segundo a conclusão irrecorrível a que nos leva a Bíblia, os textos em lide referem-se inequivocamente à lei Cerimonial. Foi riscada, é evidente, e cravada na cruz.

Tão clara é a Bíblia! E ainda para, subsidiariamente, concluir esta parte, citemos o notável comentador Adam Clarke, que sobre este ponto diz:

“‘Ninguém vos julgue pelo comer ou beber’… O apóstolo aqui se refere a algumas particulares do escrito de ordenanças, que foram abolidas, a saber, a distinção de carnes e bebidas… e a necessidade da observância de certos feriados e festivais, tais como a Luas Novas e sábados particulares ou aqueles que deviam ser observados com incomum solenidade; todos eles foram abolidos e cravados na cruz, e não mais eram de obrigação.” – Clarke’s Commentary. Aí está uma interpretação insuspeita e valiosa!


“Nunca devemos rebaixar o nível da verdade, a fim de obter conversos, mas precisamos procurar elevar o pecador corrupto à alta norma da Lei de Deus.” – Ellen G. White, Evangelismo, pág. 136.

13/04/14

O Dom de Profecia

O Dom de profecia é dos dons mencionados pelo apóstolo Paulo com que Deus capacitaria a Sua Igreja; “profecia”. (I Cor. 12:10; Efés. 4:11.) Por meio do dom de profecia, o Espírito Santo liga-Se a terminados homens e mulheres que logo comunicam a outros a verdade sobre Jesus. Eis a descrição da função do Espírito: “Falar a respeito de” Jesus por meio de pessoas dotadas com o dom de profecia. Conhecer Jesus e aquilo que Ele nos pode dizer sobre Deus é a informação mais importante de que a família humana necessita, pois “conhecer [Jesus] é vida eterna”. João 17:3.
No livro de Apocalipse, o profeta João escreveu sobre a maneira como este dom atuava na sua própria vida: “Revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe deu para mostrar ao Seu servo João, o qual atestou a palavra de Deus e o testemunho de Jesus Cristo.” Apoc. 1:1 e 2.
Vemos aqui o sistema divino de comunicação em funcionamento. O Revelador atuando
por intermédio do Espírito para revelar a verdade sobre Deus por meio do Seu profeta.
No capítulo 19, o anjo que visitava João lembra-lhe que o “testemunho de Jesus é o
Espírito de Profecia”. Verso 10.
A finalidade do dom de profecia é contar a história de Jesus. O Agente motivador que inspira o profeta humano a contar a verdade sobre Jesus é o Espírito Santo. No fraseado curto e simplificado da Bíblia, o Espírito de Profecia é “o testemunho de Jesus”.
Pedro compreendia este sistema divino de comunicação: “Vocês O amam, mesmo sem
O terem visto, e crêem n´Ele, mesmo que não O estejam vendo agora. Assim vocês se alegram com uma alegria tão grande e gloriosa, que as palavras não podem descrever.
Foi a respeito dessa salvação que os profetas perguntaram e procuraram saber com muito cuidado. Eles profetizaram a respeito da salvação que Deus ia dar a vocês e procuraram saber em que tempo e como essa salvação aconteceria. O Espírito de Cristo, que estava neles, indicava esse tempo, ao predizer os sofrimentos que Cristo teria de suportar e a glória que viria depois. Quando os profetas falaram a respeito das verdades que vocês têm ouvido agora, Deus revelou que o trabalho que faziam não era para o benefício deles, mas para o vosso bem.
Os mensageiros do evangelho, que falaram pelo poder do Espírito Santo mandado do Céu, anunciaram a vocês essas verdades. Essas são coisas que até os anjos gostariam de entender.” I Ped. 1:8-12.
Os profetas verdadeiros não são motivados por recompensa ou capricho pessoal, mas pela influência direta do Espírito de Cristo, o “Espírito Santo mandado do Céu”. Num sentido, o “Espírito de Profecia” é o Espírito de Cristo atuando por Seu Divino Auxiliador, o Espírito Santo, dado a conhecer a homens e mulheres por meio do profeta humano. Noutro sentido, o “Espírito de Profecia” é também o testemunho sobre Jesus, o alvo principal do dom de profecia.
Desde que Jesus voltou para o Céu, esta regra simples e de duplo aspecto tem constituído uma das maneiras mais claras e seguras de provar a autenticidade de alguém que alega ser “profeta”: Ele ou ela diz a verdade sobre Jesus? No espírito de Jesus? Por que o simples nome de Jesus tem, através dos anos, suavizado a voz e tranquilizado o coração de pessoas em todos os continentes?
Porque homens e mulheres lembram do ânimo que recobraram, da esperança que sentiram renascer dentro de si e da explosão de força que receberam para tornar a enfrentar os desafios da vida ao vir-lhes à memória o fato de que são importantes para Jesus, o mesmo Jesus que disse pelo Espírito de Profecia: “Não temas, porque Eu sou contigo.” Isa. 41:10. “De maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei.” Heb. 13:5.

Essas pessoas aprenderam por experiência própria o que Jesus queria dizer quando afirmou: “Não vos deixarei órfãos, voltarei para vós outros.” João 14:18.

08/04/14

QUEM FOI MARTIN LUTHER KING?

A MAIOR DE TODAS AS VIRTUDES É O AMOR. NESTE MUNDO QUE REPOUSA SOBRE A FORÇA, A TIRANIA E A VIOLÊNCIA, TENDE COMO MISSÃO SEGUIR O CAMINHO DO AMOR; DESCOBRIREIS ASSIM QUE O AMOR, DESARMADO, É A FORÇA MAIS PODEROSA DO MUNDO.

A VERDADEIRA MEDIDA DE UM HOMEM NÃO É COMO ELE SE COMPORTA EM MOMENTOS DE CONFORTO E CONVENIÊNCIA, MAS COMO ELE SE MANTÉM EM TEMPOS DE CONTROVÉRSIA E DESAFIO.

SUBA O PRIMEIRO DEGRAU COM FÉ. VOCÊ NÃO TEM QUE VER TODA A ESCADA, NECESSITA APENAS DE DAR O PRIMEIRO PASSO.

Quem foi

Martin Luther King, Jr. foi um importante pastor evangélico e ativista político norte-americano. Lutou em defesa dos direitos sociais para os negros e mulheres, combatendo o preconceito e o racismo. Defendia a luta pacífica, baseada no amor ao próximo, como forma de construir um mundo melhor, baseado na igualdade de direitos sociais e económicos.
Biografia
- Marthin Luther King nasceu em 15 de janeiro de 1929 na cidade de Atlanta (estado da Geórgia).
- Formou-se em sociologia em 1948 na Morehouse College.
- Em 1951 formou-se no Seminário Teológico Crozer.
- Em 1954, tornou-se pastor da Igreja Batista da cidade de Montgomery (estado da Virgínia).
- Em 1953, casou-se com Coretta Scott King com quem teve quatro filhos.
- Em 1955, tornou-se Phd em Teologia Sistemática pela Universidade de Boston.
- Em 1955, foi um dos líderes ao boicote às empresas de autocarros da cidade de Montgomery. Este boicote era para pressionar o governo a acabar com a discriminação que havia contra os negros nos transportes públicos dos Estados Unidos. A Corte Suprema Americana acatou as reivindicações dos ativistas e terminou com a discriminação no sistema de transportes públicos.
- Em 1957, participou da fundação da Conferência de Liderança Cristã do Sul. Luther King liderou a CLCS, que lutava pelos direitos civis.
- Na década de 1960, Luther King liderou várias marchas de protesto e manifestações pacíficas em defesa dos direitos iguais entre brancos e negros e o fim do preconceito e da discriminação racial.
- Em 14 de outubro de 1964, Luther King recebeu o Prémio Nobel da Paz em função do seu trabalho, combatendo pacificamente o preconceito racial nos Estados Unidos.
- Em 1967, King fez vários discursos protestando contra a participação dos Estados Unidos na Guerra do Vietname.
- Em 1968, King organizou a Campanha dos Pobres, pregou sobre a justiça social e económica.
- Em função da sua atuação social e política, Luther King despertou muito ódio naqueles que defendiam a segregação racial nos Estados Unidos. Durante quase toda a sua vida adulta, foi constantemente ameaçado de morte por estas pessoas e grupos.
- Na manhã de 4 de abril de 1968, antes de uma marcha, Martin Luther King foi assassinado no quarto de um hotel na cidade de Memphis.
- A sua atuação política e sociai foi fundamental nas mudanças que ocorreram nas leis dos Estados Unidos nas décadas de 1950 e 1960. As leis segregacionistas foram caindo, dando espaço para uma legislação mais justa e igualitária. Embora a sua atuação tenha sido nos Estados Unidos, Luther King é até hoje lembrado nos quatro cantos do mundo como símbolo de luta pacífica pelos direitos civis.
Frases de Luther King
·        "Um líder verdadeiro, em vez de buscar consenso, molda-o."
·        "O que mais preocupa não é o grito dos corruptos, dos violentos, dos desonestos, dos sem carácter, dos sem ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons."
·        "Quase sempre minorias criativas e dedicadas transformam o mundo num lugar melhor."
·        "Se um homem não descobriu algo por que morrer, ele não está preparado para viver."
·        "Sonho com o dia em que a justiça correrá como água e a retidão como um caudaloso rio."
·        "O ser humano deve desenvolver, para todos os seus conflitos, um método que rejeite a vingança, a agressão e a retaliação. A base para esse tipo de método é o amor.
·        "A Verdadeira paz somente não é a falta de tensão, é a presença de justiça."
·        "Nós temos que combinar a dureza da serpente com a suavidade da pomba, uma mente dura e um coração tenro."
·        "Nada no mundo é mais perigoso que a ignorância sincera e a estupidez conscienciosa."

·        "O Amor é a única força capaz de transformar um inimigo num amigo."