19/04/10

QUEM ERA O APÓSTOLO PAULO?

“Ele era um homem de pequena estatura”, afirmam os Actos de Paulo, escrito apócrifo do segundo século, “parcialmente calvo, pernas arqueadas, de compleição robusta, olhos próximos um do outro, e nariz um tanto curvo.”

Se esta descrição merecer crédito, podemos ter o perfil desse homem natural de Tarso, que viveu uma vida plenas de acontecimentos extraordinários e que chegou a dizer: “Sede meus imitadores como eu o sou de Cristo”. Tendo esta “biografia” algum valor, ela corresponderias ao que ele próprio diz: “As cartas, com efeito, dizem, são graves e fortes; mas a presença pessoal dele é fraca, e a palavra desprezível” (2 Cor. 10:10).
A sua verdadeira aparência terá de ser deixada por conta dos artistas, pois não sabemos ao certo. Matérias mais importantes, porém, demandam atenção — o que ele sentia, o que ele ensinava, o que ele fazia.
Sabemos o que esse homem de Tarso chegou a crer acerca da pessoa e obra de Cristo, e de outros assuntos cruciais para a fé cristã. As cartas procedentes da sua pena, preservadas no Novo Testamento, dão eloquente testemunho da paixão das suas convicções e do poder da sua lógica.
Aqui e acolá nas suas cartas encontramos pedacinhos de autobiografia. Também temos, nos Actos dos Apóstolos, um amplo esboço das actividades de Paulo. Lucas, autor dos Actos, era médico e historiador gentio do primeiro século.
Assim, enquanto o teólogo tem material suficiente para criar intermináveis debates acerca daquilo em que Paulo acreditava, o historiador dispõe de parcos registos. Quem se der ao trabalho de escrever a biografia de Paulo descobrirá lacunas na vida do apóstolo que só poderão ser preenchidas por conjecturas.
A semelhança de um meteoro brilhante, Paulo surge repentinamente na cena cristã, num período conturbado, do qual ele era o principal precursor. Tudo se altera com a sua conversão. Desaparece por alguns anos de cena cristã. Reaparece no papel de evangelista, e durante algum tempo podemos acompanhar os seus movimentos através do horizonte do primeiro século. Antes da sua morte, ele flameja até entrar nas sombras além do alcance da vista.
A sua Juventude:
Antes, porém, que possamos entender Paulo, o missionário cristão aos gentios, é necessário que passemos algum tempo com Saulo de Tarso, o jovem fariseu. Encontramos em Actos a explicação de Paulo sobre a sua identidade: “Eu sou judeu, natural de Tarso, cidade não insignificante da Cilícia” (Act. 21:39). Esta afirmação dá-nos o primeiro fio para tecermos o pano de fundo da vida de Paulo.
A) Da Cidade de Tarso. No primeiro século, Tarso era a principal cidade da província da Cilícia na parte oriental da Ásia Menor. Embora localizada cerca de 16 km no interior, a cidade era um importante porto que dava acesso ao mar por via do rio Cnido, que passava pelo meio da cidade.
Ao norte de Tarso erguiam-se imponentes montanhas cobertas de neve, as montanhas do Tauro, que forneciam a madeira que constituía um dos principais produtos de comércio dos mercadores tarsenses. Uma im¬portante estrada romana passava a norte, fora da cidade e através de um estreito desfiladeiro nas montanhas, conhecido como “Portas Cilicianas”. Muitas lutas militares antigas foram travadas nessa região entre as montanhas.
Tarso era uma cidade de fronteira, um lugar de encontro do Leste e do Oeste, e uma encruzilhada para o comércio que fluía em ambas as direcções, por terra e por mar. Tarso possuía uma preciosa herança. Os factos e as lendas se entrelaçavam-se, tornando os seus cidadãos orgulhosos do seu passado.
O general romano Marco António concedeu-lhe o privilégio de libera civitas (“cidade livre”) em 42 a.C. Por conseguinte, embora fizesse parte de uma província romana, era autónoma, e não estava sujeita a pagar tributo a Roma. As tradições democráticas da cidade-estado grega de longa data estavam estabelecidas no tempo de Paulo.
Nessa cidade cresceu o jovem Saulo. Nos seus escritos, encontramos reflexos de imagens e cenas de Tarso de quando ele era rapaz. Em nítido contraste com as ilustrações rurais de Jesus, as metáforas de Paulo têm origem na vida citadina.
O reflexo do sol mediterrânico nos capacetes e lanças romanos teriam sido uma visão comum em Tarso durante a infância de Saulo. Talvez fosse este o fundo histórico para a sua ilustração concernente à guerra cristã, na qual ele insiste em que “as armas da nossa milícia não são carnais, e, sim, poderosas em Deus, para destruir fortalezas” (2 Cor. 10:4).
Paulo escreve e usa a palavra “naufragar” (1 Tim. 1:19), “oleiro” (Rom. 9:21), de ser conduzido em “triunfo” (2 Cor. 2:14). Ele compara o “tabernáculo terrestre” desta vida a um edifício de Deus, casa não feita por mãos, eterna, nos céus” (2 Co 5:1). Ele toma a palavra grega para teatro e, com audácia, aplica-a aos apóstolos, dizendo: “nos tornamos um espectáculo (teatro) ao mundo” (1 Cor.¬ 4:9).
Tais declarações reflectem a vida típica da cidade em que Paulo passou os anos de estudo durante a meninice. Assim as imagens e os sons deste azafamado porto marítimo formam um pano de fundo em face do qual a vida e o pensamento de Paulo se tornaram mais compreensíveis. Não é de admirar que ele se referisse a Tarso como “cidade não insignificante”.
Os filósofos de Tarso eram quase todos estóicos. As ideias estóicas, embora essencialmente pagãs, produziram alguns dos mais nobres pensadores do mundo antigo. Atenodoro de Tarso é um esplêndido exemplo.
Embora Atenodoro tenha morrido no ano 7 d.C., quando Saulo não teria mais que uns 10 a 12 anos, durante muito tempo o seu nome permaneceu como herói em Tarso. E quase impossível que o jovem Saulo não tivesse ouvido algo sobre esse histórico personagem.
Quanto, exactamente, foi o contacto que o jovem Saulo teve com esse mundo da filosofia em Tarso? Não sabemos; ele não no-lo disse. Mas as marcas da ampla educação e contacto com a erudição grega o acompanham quando homem feito. Ele sabia o suficiente sobre tais questões para pleitear diante de toda sorte de homens a causa que ele representava. Também estava consciente dos perigos das filosofias religiosas especulativas dos gregos. “Cuidado que ninguém vos venha a enredar com sua filosofia e vãs subtilezas, conforme a tradição dos homens... e não segundo Cristo”, foi sua advertência à igreja de Colossos (Col. 2:8).
B) Cidadão Romano. Paulo não era apenas “cidadão de uma cidade não insignificante”, mas também cidadão romano. Isso nos dá ainda outra pista para o fundo histórico de sua meninice.
Em Act. 22:24-29, vemos Paulo a conversar com um centurião romano e com um tribuno romano. (Centurião era um militar de alta patente no exército romano com 100 homens sob o seu comando; o tribuno, neste caso, seria um comandante militar.) Por ordens do tribuno, o centurião estava prestes a açoitar Paulo. Mas o Apóstolo protestou: “Ser-vos-á porventura lícito açoitar um cidadão romano, sem estar condenado?” (Act. 22:25). O centurião levou a informação ao tribuno, que fez mais inquirição. A ele Paulo não só afirmou a sua cidadania romana mas explicou como se tornara tal: “Por direito de nascimento” (Act. 22:28). Isso implica que o seu pai era cidadão romano.
Podia-se obter a cidadania romana de vários modos. O tribuno, ou comandante, desta narrativa, declara ter “comprado” a sua cidadania por “grande soma de dinheiro” (Act. 22:28). No mais das vezes, porém, a cidadania era uma recompensa por algum serviço de distinção fora do comum ao Império Romano, ou era concedida quando um escravo recebia a liberdade.
A cidadania romana era preciosa, pois prestava-se a direitos e privilégios especiais como, por exemplo, a isenção de certas formas de castigo. Um cidadão romano não podia ser açoitado nem crucificado.
Todavia, o relacionamento dos judeus com Roma não era de todo feliz. Raramente os judeus tornavam-se cidadãos romanos. Quase todos os judeus que alcançaram a cidadania moravam fora da Palestina.
C) De Descendência Judaica. Devemos, também, considerar a ascendência judaica de Paulo e o impacto da fé religiosa da sua família. Ele descreve-se aos cristãos de Filipos como “da linhagem de Israel, da tribo de Benjamim, hebreu de hebreus; quanto à lei, fariseu” (Filep. 3:5). Noutra ocasião ele chamou a si próprio de “israelita da descendência de Abraão, da tribo de Benjamim” (Rom. 11:1).
Desta forma Paulo pertencia a uma linhagem que remontava ao pai do seu povo, Abraão. Da tribo de Benjamim saíra o primeiro rei de Israel, Saul, em consideração ao qual o menino de Tarso fora chamado Saulo.
A escola da sinagoga ajudava os pais judeus a transmitir a herança religiosa de Israel aos filhos. O menino começava a ler as Escrituras com apenas cinco anos de idade. Aos dez, estudava a Mishna com as suas interpretações emaranhadas da Lei. Assim, ele aprofundou a história, os costumes, as Escrituras e na língua do seu povo. O vocabulário posterior de Paulo era fortemente colorido pela linguagem da Septuaginta, a Bíblia dos judeus helenistas.
Dentre os principais “partidos” dos judeus, os fariseus eram os mais estritos, “Os Judeus nos Tempos do Novo Testamento”). Estavam decididos a resistir aos esforços de seus conquistadores romanos de impor-lhes novas crenças e novos estilos de vida. No primeiro século eles tinham-se tornado a “aristocracia espiritual” do seu povo. Paulo era fariseu, “filho de fariseus” (Act. 23.6). Podemos estar certos, pois, de que a sua preparação religioso tinha raízes na lealdade aos regulamentos da Lei, conforme a interpretavam os rabinos. Aos treze anos ele devia assumir responsabilidade pessoal pela obediência a essa Lei.
Saulo de Tarso passou em Jerusalém a sua adolescência “aos pés de Gamaliel”, onde foi instruído “segundo a exactidão da lei. . .“ (Act. 22:3). Gamaliel era neto de Hillel, um dos maiores rabinos judeus. A escola de Hilel era a mais liberal das duas principais escolas de pensamento entre os fariseus. Em Actos 5:33-39 temos um vislumbre de Gamaliel, descrito como “acatado por todo o povo.”
Exigia-se dos estudantes rabínicos que aprendessem um ofício de sorte que pudessem, mais tarde, ensinar sem se tornar um encargo para o povo. Paulo escolheu uma profissão típica de Tarso, fabricar tendas de tecido de pêlo de cabra. A sua perícia nessa profissão proporcionou-lhe mais tarde um grande meio de testemunho na sua obra missionária.
Após completar os seus estudos com Gamaliel, o jovem fariseu provavelmente voltou para sua casa em Tarso onde passou alguns anos. Não temos evidência de que ele se tenha encontrado com Jesus ou que O tivesse conhecido durante o ministério do Mestre na terra.
Da pena do próprio Paulo bem como do livro de Actos vem-nos a informação de que depois ele voltou a Jerusalém e dedicou as suas energias à perseguição dos judeus que seguiam os ensinamentos de Jesus de Nazaré. Paulo nunca pôde perdoar-se pelo ódio e pela violência que caracterizaram a sua vida durante esses anos. “Porque eu sou o menor dos apóstolos”, escreveu ele mais tarde, “. . . pois persegui a igreja de Deus” (1 Cor. 15:9). Noutras passagens ele se denomina “perseguidor da igreja” (Filip. 3:6), “como sobremaneira perseguia eu a igreja de Deus e a devastava” (Gál. 1:13).
Uma referência autobiográfica na primeira carta de Paulo a Timóteo refecte alguma luz sobre a questão de como um homem de consciência tão sensível pudesse participar dessa violência contra o seu próprio povo. “. . . noutro tempo era blasfemo e perseguidor e insolente. Mas obtive misericórdia, pois o fiz na ignorância, na incredulidade” (1 Tim. 1:13). A história da religião está repleta de exemplos de outros que cometeram o mesmo erro. No mesmo trecho, Paulo refere a si próprio como “o principal” dos pecadores” (1 T 1:15), sem dúvida alguma por ter ele perseguido a Cristo e seus seguidores.
D) A Morte de Estêvão. Não fora pelo modo como Estêvão morreu (Act. 7:54-60), o jovem Saulo podia ter deixado a cena do apedrejamento sem emoção alguma, ele que havia tomado conta das vestes dos carrascos. Teria parecido apenas outra execução legal.
Mas quando Estêvão se ajoelhou e as pedras choveram e feriram a sua cabeça indefesa, ele deu testemunho da visão de Cristo na glória, e orou: “Senhor, não lhes imputes este pecado” (Actos 7:60).
Embora essa crise tenha lançado Paulo como perseguir de hereges, é natural supor que as palavras de Estêvão tenham permanecido com ele de sorte que ele se tornou “caçado” também —caçado pela consciência.
E) Uma Carreira de Perseguição. Os eventos que se seguiram ao martírio de Estevão não são agradáveis de ler. A história é narrada num só fôlego: “Saulo, porém, assolava a igreja, entrando pelas casas e, arrastando homens e mulheres, encerrava-os no cárcere” (Actos 8:3).
A Conversão:
A perseguição em Jerusalém na realidade espalhou a semente da fé. Os crentes dispersaram-se e em breve a nova fé estava a ser pregada por toda a parte (cf. Actos 8:4). “Respirando ainda ameaças e morte contra os discípulos do Senhor” (Actos 9:1), Saulo resolveu que já era tempo de levar a campanha a algumas das “cidades estrangeiras” nas quais se abrigaram os discípulos dispersos. O comprido braço do Sinédrio podia alcançar a mais longínqua sinagoga do império em questões de religião. Nesse tempo, os seguidores de Cristo ainda eram considerados como seita herética.
Assim, Saulo partiu para Damasco, cerca de 240 km distante, provido de credenciais que lhe dariam autoridade para, encontrando os “que eram do caminho, assim homens como mulheres, os levasse presos para Jerusalém” (Actos 9:2).
Que é que se passava na mente de Saulo durante a viagem, dia após dia, no pó da estrada e sob o calor escaldante do sol? A auto-revelação intensamente pessoal de Romanos 7:7-13 pode dar-nos uma pista. Vemos aqui a luta de um homem consciencioso por encontrar a paz mediante a observância de todas as pormenorizadas ramificações da Lei.
Deu-lhe isto paz? A resposta de Paulo, baseada nasua experiência, foi negativa. Pelo contrário, tornou-se um peso e uma tensão intoleráveis. A influência do ambiente helenístico de Tarso não deve ser desprezada ao tentarmos encontrar o motivo da frustração interior de Saulo. Depois do seu regresso a Jerusalém, ele deve ter sentido um frustração e um rígido farisaísmo, muito embora professasse aceitá-lo de todo o coração. Ele tinha respirado o ar mais livre durante a maior parte da sua vida, e não poderia renunciar à liberdade a que estava acostumado.
Contudo, era de natureza espiritual o motivo mais profundo da sua tristeza. Ele tentara guardar a Lei, mas descobrira que não poderia fazê-lo em virtude da sua natureza pecaminosa decaída. De que modo, pois, poderia ele ser recto para com Deus?
Com Damasco à vista, aconteceu uma coisa momentosa. Num lampejo cegante, Paulo viu-se despido de todo o orgulho e presunção, como perseguidor do Messias e do Seu povo. Estevão estiva certo, e ele errado. Em face do Cristo vivo, Saulo capitulou. Ele ouviu uma voz que dizia: “Eu sou Jesus, a quem tu persegues;. . . levanta-te, e entra na cidade, onde te dirão o que te convém fazer” (Act. 9:5-6). E Saulo obedeceu.
Durante a sua estada na cidade, “Esteve três dias sem ver, durante os quais nada comeu nem bebeu” (Actos 9:9). Um discípulo residente em Damasco, por nome Ananias, tornou-se amigo e conselheiro, um homem que não teve receio de crer que a conversão de Paulo’ fora autêntica. Mediante as orações de Ananias, Deus restaurou a vista a Paulo.

18/04/10

DOUTRINA DA TRINDADE

Um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo, Dt. 6.4; Mt. 28.19; Mc 12.29.
O Que Diz a Bíblia?
Como Explicar a Trindade?
A palavra "trindade" não aparece nas Bíblias comuns que usamos. Por esse motivo, eu evito o uso dela. Procuremos falar sobre assuntos bíblicos usando linguagem bíblica.
As pessoas que usam termos como trindade, Deus trino, etc. as empregam para explicar um conceito da existência de três pessoas distintas que podem ser chamadas de Deus. Vamos considerar, em termos bem resumidos, o que a Bíblia diz a respeito dessa ideia.
Há um só Deus (Efésios 4:6). O facto que existem mais de uma pessoa divina, como veremos logo, não sugere múltiplos deuses. A doutrina bíblica não se compara com as doutrinas politeístas de algumas religiões pagãs.
O Pai, o Filho e o Espírito Santo são pessoas distintas. No baptismo de Jesus, cada um fez seu papel, concordando com os outros dois, mas distinto deles. Jesus subiu das águas; o Espírito desceu como pomba sobre ele; o Pai falou dos céus (Marcos 1:9-11). As doutrinas de algumas igrejas que dizem que o Filho e o Pai são a mesma pessoa contradizem afirmações óbvias das Escrituras. O Pai é maior do que o Filho (João 14:28). O Pai enviou e instruiu o Filho (João 14:24).
Ž Jesus é Deus. As seitas que negam a divindade de Jesus trabalham muito para evitar o significado de diversas passagens. As Testemunhas de Jeová, por exemplo, usam uma versão das Escrituras cheia de acréscimos e traduções equívocas calculadas justamente para negar as provas textuais da divindade de Jesus. Mas, ele é eterno, divino e merecedor de adoração (João 1:1; João 8:24,58; Mateus 4:10; 14:33; 28:9,17; João 9:38; Hebreus 1:6; Apocalipse 5:9-14; etc.)
 O Espírito Santo é pessoa divina, não apenas força ativa. Reconhecemos algumas dificuldades quando estudamos a palavra "espírito" na Bíblia. Sabemos que o espírito do homem não é outra pessoa (1 Coríntios 2:11). Apesar de alguns trechos difíceis (veja o aviso de 2 Pedro 3:16), não podemos negar a personalidade do Espírito Santo. O mesmo Pai que enviou Jesus enviou o Espírito (João 14:26). Jesus o chamou de "outro Consolador", mostrando que ele pertence à mesma categoria que Jesus: uma pessoa divina (João 14:16). Vários textos apresentam o Pai, o Filho e o Espírito Santo como pessoas unidas mas distintas (veja Mateus 28:19 e o último versículo de 2 Coríntios). O Espírito ensina (João 14:26); habita nos fiéis como o Pai e o Filho o fazem (João 14:17,23) e intercede como Cristo também o faz (Romanos 8:26,34).
Para negar tais afirmações, alguns distorcem o sentido das passagens ou até jogam fora livros bíblicos que não apoiam suas doutrinas humanas. O verdadeiro seguidor de Cristo aceitará toda a Verdade, até as coisas difíceis de entender (João 8:32; 17:17; Deuteronómio 29:29).


Hoje, discutiremos um dos assuntos mais complexos do corpo de doutrinas cristãs: o assunto referente à doutrina da Trindade. Segundo um dos grandes filósofos ingleses do século XX, Bertrand Russell, em seu livro História do Pensamento Ocidental, a Trindade se constitui “o perene problema da escolástica”.

A doutrina da Trindade deve ser estudada com espírito de humildade. Trata-se de uma das doutrinas bíblicas mais misteriosas e difíceis para a compreensão humana, por causa das nossas limitações naturais, por causa do pecado e por causa do próprio ‘objecto’ da doutrina: o ser de Deus. A doutrina da Trindade é uma verdade concebível apenas porque foi revelada – a mente humana jamais poderia imaginá-la”.

A Importância do Estudo sobre a Trindade
1. Ela é uma peculiaridade da religião cristã;
2. Ela está directamente relacionada com as outras doutrinas;
3. Ela nos esclarece sobre o ser de Deus;
4. Ela nos livra de cairmos em pensamentos heterodoxos sobre a doutrina de Deus.

Definição do termo:
- O primeiro a utilizar a palavra “Trindade” foi Tertuliano no século III. Essa palavra vem do latim trinitas, isto é, indica tri-unidade, três em um. Este é o aspecto que insere a complexidade na análise do assunto, pois, a partir dessa doutrina, entendemos que Deus é um só mas que subsiste em três pessoas: Pai, Filho e Espírito Santo.

 Comentando esse aspecto, o Dr. Paulo Anglada nos diz: “Ao subscrevermos a doutrina da Trindade, queremos dizer que cremos em um Deus único, indivisível em sua essência ou ser, o qual subsiste em três pessoas distintas e inconfundíveis: o Pai, o Filho e o Espírito Santo, sendo que cada um tem a mesma essência, plena e não fragmentada, mas podem relacionar-se entre si”.

Uma formulação mais bem elaborada a respeito da Trindade foi desenvolvida no primeiro Concílio Ecumênico da História da Igreja, o chamado Concílio de Nicéia que aconteceu no ano 325 da nossa era. Duas figuras nesse Concílio mereceram destaque: Atanásio e Ário. Este segundo não reconhecia a divindade do Filho, desta forma, quebrando a noção da tri-unidade de Deus.

Foi por essa postura, que Atanásio e alguns conciliares daquela assembléia se pronunciaram, e o fruto desse posicionamento foi um documento que ficou conhecido com Credo Niceno, um postulado doutrinal o qual mencionava a divindade indistinta das três pessoas da Trindade, contrariando aquilo que era defendido por Ário, que dizia que Cristo não era Deus, mas a primeira criação dele.

Temos, então, a seguinte declaração oriunda das decisões do Concílio de Nicéia:
“Cremos em um Deus – e em um Senhor Jesus Cristo, o Filho de Deus, nascido do Pai, luz de luz, verdadeiro Deus de verdadeiro Deus, nascido, não criado, da mesma substância do Pai – e do Espírito Santo”.

Três linhas de pensamento acerca da Trindade estavam representadas no Concílio de Nicéia:
1. Os ortodoxos;
2. Os arianos;
3. Os semi-arianos.
- Essas três correntes de interpretação se baseavam em alguns termos para tratarem da natureza do Filho de Deus.

Os ortodoxos
- Eles entendiam que Jesus Cristo era homoousion (homos = mesma + ousia = substância) do Pai. Eles representavam a voz definitiva do Concílio de Nicéia. Acreditavam que tanto o Filho como também o Espírito Santo eram da mesma substância do Pai.

14/04/10

PORQUE RAZÃO TODOS SOFREMOS E MORREMOS?

Porque no princípio da criação nessa Terra, Eva foi tentada, e pecou? Levou do fruto que não deveriam comer a Adão, e este também pecou. Eles tornaram-se pessoas com duas características específicas: passaram a conhecer o mal e começaram a desenvolver o desejo da prática do mal, e por isso se tornaram mortais. Cada dia eles iam envelhecendo, isto é, morrendo aos poucos.
Os filhos desse casal também já nasceram pecadores, com a mesma tendência de seus pais. É assim porque fica impossível um casal de pecadores gerar um filho ou filha que não seja pecador, perfeitamente santo. Isso é impossível, portanto, como todos descendemos desse casal, todos herdamos a fraqueza do pecado em nós. Temos uma forte inclinação para a prática do mal, e uma insignificante vontade de fazer o bem. O bem, geralmente fazemos quando nos é conveniente. Por exemplo, uma pessoa vai vender uma casa. Ela fala toda a verdade sobre os aspectos positivos da casa, mas esconde alguns aspectos negativos, que o comprador descobrirá depois de já ter tomado posse da casa. Quer outro exemplo. Vá a uma videoteca e observe os filmes que as pessoas alugam. Mais de 90% levam filmes inconvenientes para seres humanos de bom carácter. No entanto, é um sucesso de audiência. Esse é o ser humano, apaixonado por tudo o que não presta e que o avilta cada vez a um estado de pecador pior que era antes. E a sociedade paga uma conta altíssima por causa da violência, drogas, criminalidade, corrupção, etc.
Não é por menos que a Bíblia diz que todos pecaram (1 Reis 8:46), e todos carecem da glória (bondade perdoadora) de DEUS. A solução para a nossa situação é só uma: salvação em CRISTO JESUS, que para esse fim morreu na cruz por todos nós.
É só JESUS CRISTO quem pode nos salvar da natureza de pecadores e da condição de mortais. Nós estamos sem condições de conseguir isso. Vamos a um exemplo. Imagine uma pessoa que esteja se afogando num rio. Já passei por isso quando criança, portanto sei como é. Ela vai morrendo aos poucos, sabe que está morrendo, tem consciência de que algo precisa ser feito, mas nem tem capacidade nem forças para fazer algo por si. Por conta própria vai morrer, esse é o seu destino. Porém, se outra pessoa tomar a iniciativa e a tirar da água, ela será salva. Mas se não aparecer outra pessoa para ajudar, ele morre.
Assim é a nossa condição de pecadores. Ou JESUS nos salva, ou morremos para sempre. Porém depois que JESUS nos salvou, o que devemos então fazer? Comigo, em relação ao quase afogamento aos nove anos, aconteceu o seguinte: tratei de aprender a nadar. Hoje sei nadar bem, tão fácil não me afogo mais. Posso ficar sobre a água por muito tempo. Portanto, hoje, depois que um homem me tirou da água, trato de cuidar tendo consciência dos meus limites, para que não aconteça outra vez.
Assim é a vida de uma pessoa que foi salva por JESUS. Ela ainda é mortal, e ainda tem tendência a pecar, assim como posso me afogar. Não foi transformada por inteiro, isso acontecerá por ocasião da segunda vinda de CRISTO. Portanto, ela deve se cuidar para, preferencialmente, não pecar mais, ou seja, agora, em vez de pecar, deve praticar somente boas obras.
O que são boas obras? São aquelas permitidas pelo critério da lei. Por exemplo, já não mente, não rouba, cuida da saúde, ama e é caridoso para com o próximo, e assim por diante. Há muitas obras boas para se fazer.
O que quer dizer isto? Que depois que a pessoa foi salva, não quer outra vez voltar a ser pecadora, para não precisar reiniciar tudo outra vez, ou seja, ter que ser outra vez perdoada. Não se salva pelas boas obras que pratica, mas se mantém salva se praticar boas obras. Ou, por outro lado, cada vez que torna a pecar, arrisca morrer eternamente, se disso não se arrepender. E, depois que JESUS nos encontrou, e que nos entregamos a Ele, pecar rotineiramente nos torna mentalmente tolerantes com o pecado e a ideia da salvação, pensamos que podemos pecar um pouco, que isso não faz mal ao processo de santificação. Grande erro. Não pecar mais após ser salvo por JESUS tem o mesmo motivo que os anjos bons, e os outros seres não caídos que nunca se tornam pecadores. Eles não pecam exactamente porque não querem tornar-se pecadores, por isso só praticam boas obras. Por isso que lá para eles JESUS não precisa ir e nascer como uma criança e morrer por eles pregado numa cruz. E nós, sendo salvos, devemos buscar só praticar boas obras para não recairmos na condição de pecadores. Mas se cairmos, ainda temos a oportunidade de novo arrependimento. Por isso, por enquanto, salvos, ainda não significa salvos para sempre.
Dito de outra maneira: boas obras não salvam ninguém porque elas não podem mudar a natureza pecadora que temos, mas, depois que fomos salvos, e que se tenha iniciado o processo de santificação (transformação da natureza pecadora para outra natureza santa), então devemos nos empenhar a não voltar mais ao estado anterior da salvação. Contudo, se acontecer de outra vez pecarmos, e isso facilmente pode acontecer, então, logo devemos nos arrepender e pedir perdão, para que esse pecado não crie raízes, e faça retroceder o processo de santificação já em andamento. A santificação é como subir um longo barrando escorregadio. Temos que continuar subindo, porém, se escorregarmos, temos que logo nos agarrar na mão de JESUS, para não cair até chegar onde Ele nos quer conduzir. Então, nos refazemos com a ajuda d´Ele, e retornamos a subir. Agarrar-se na mão de JESUS fazemos pela fé, cremos que Ele é capaz de nos socorrer, voltar a subir são nossas obras boas, pois estamos cada vez mais nos afastando do lamaçal lá de baixo, de onde saímos.
Veja bem, tempos atrás JESUS nos encontrou no lamaçal. Ele nos salvou de lá, nos tirando desse lugar. Sem Ele nunca sairíamos de lá, aliás, nem teríamos ideia da possibilidade de sair, nem saberíamos de algum lugar melhor que a lama. Mas Ele nos deu as condições para subir o barranco, como se fossemos um alpinista com o seu material. Usar esses recursos são as nossas boas obras. Agarrar-nos a Ele, quando é necessário, fazemos pela fé, para não cairmos. Foi pela fé que Ele nos tirou de lá (nós aceitamos o que Ele desejava fazer por nós) e é pela fé que Ele nos socorre sempre que necessário.

08/04/10

PERMITIU DEUS A CARNE COMO ALIMENTO?

Não é necessário dizer que a carne não é o alimento ideal e o melhor seria deixarmos deste tipo de alimento, todavia ainda o vegetarianismo é pouco praticado no meio adventista. Meu objectivo aqui é mostrar uma confirmação científica daquilo que Deus já revelou no passado através de Ellen White e explicar por que Deus permitiu este alimento, se depois, viria a proibi-lo a Seu povo. Se a carne não serve como alimento por que Deus permitiu que ela fosse usada para esse fim após o dilúvio? E por que Deus mandou carne para o povo de Israel no deserto? A carne é prejudicial? Deve ser substituída?
Entendendo que você é um adventista (ou amigo da igreja) e crê que o Espírito de Profecia é inspirado, normativo e autoritativo, vou usá-lo de forma direta para essas respostas.
Fique tranqüilo! Não vou afirmar que quem come carne não vai para o Céu ou se perder! Também não quero ser mais um feroz vegetariano que “devora” o próximo. Mas por favor, saiba os porquês e as conseqüências deste hábito, para poder tomar decisões sábias.

Por que Deus permitiu que após o dilúvio o homem comesse carne se esse não é um bom alimento?
Muitos de nós pensamos que Deus permitiu a carne como alimento por causa da destruição dos vegetais pelas águas do dilúvio. Mas pasmem, não foi esse o motivo, muito pelo contrário, assim como os vegetais foram destruídos, os animais também foram, e a recuperação da vida vegetal é muito mais rápida do que a animal. Note também que os animais limpos que entraram em 7 pares, foram usados nos sacrifícios após o dilúvio (Gn. 8:20). Leia com atenção o motivo nas palavras inspiradas:“E permitiu Ele que aquela raça de gente longeva comesse alimento animal, a fim de abreviar sua vida pecaminosa. Logo após o dilúvio o gênero humano começou a decrescer rapidamente em tamanho, e na extensão dos anos”.
Conselhos Sobre o Regime Alimentar, p. 373
Abreviar a vida do ser humano! Esse foi o motivo.
O ser humano vivia muitos anos, quase um milênio, e a maldade estava se acumulando. Imagine homens maldosos vivendo quase mil anos? Imagine com essa longevidade Nero, Herodes, Hitler, etc.
Para reduzir a vida do ser humano para 120 anos, segundo Gênesis 6:3, Deus alterou as condições de vida na Terra após o dilúvio, e a alimentação cárnea foi uma das mudanças para abreviar a vida do homem.
Por que Deus mandou carne para o povo de Israel no deserto se esse alimento não é bom?
“Escolhendo a comida do homem, no Éden, mostrou o Senhor qual era o melhor regime; na escolha feita para Israel, ensinou Ele a mesma lição. Tirou os israelitas do Egito, e empreendeu educá-los, a fim de serem um povo para Sua possessão própria. Desejava, por intermédio deles, abençoar e ensinar o mundo inteiro. Proveu-lhes o alimento mais adaptado ao Seu desígnio; não carne, mas o maná, "o pão do Céu". João 6:31. Foi unicamente devido a seu descontentamento e murmuração em torno das panelas de carne do Egito, que lhes foi concedido alimento cárneo, e isto apenas por pouco tempo. Seu uso trouxe doença e morte a milhares. Todavia a restrição a um regime sem carne não foi nunca aceita de coração. Continuou a ser causa de descontentamento e murmuração, franca ou secreta, e não ficou permanente”. Conselhos Sobre o Regime Alimentar, 374
A Carne e a Moral
“Os males morais do regime cárneo não são menos assinalados do que os físicos. A comida de carne é prejudicial à saúde, e seja o que for que afete ao corpo, tem seu efeito correspondente na mente e na alma. Pensai na crueldade que o regime cárneo envolve para com os animais, e seus efeitos sobre os que a infligem e nos que a observam. Como isso destrói a ternura com que devemos considerar as criaturas de Deus!” A Ciência do Bom Viver, pág. 315. A Carne e as Doenças
Segundo os textos inspirados, a alimentação cárnea é causa de doenças e debilidades:
“O uso comum de carne de animais mortos tem tido influência deteriorante sobre a moral, bem como na constituição física. A má saúde, em uma variedade de formas, caso fosse rastreada até à causa, mostraria o seguro resultado da alimentação cárnea”. Conselhos Sobre o Regime Alimentar, 383.
A Carne e o Câncer
“Os que usam carne menosprezam todas as advertências que Deus tem dado relativamente a esta questão. Não possuem nenhuma prova de estar andando em caminhos seguros. Não têm a mínima desculpa quanto a comer a carne de animais mortos. A maldição de Deus repousa sobre a criação animal. Muitas vezes, ao ser comida, a carne deteriora-se no estômago, e cria doença. Câncer, tumores e doenças do pulmão são em grande escala produzidos por comer carne”. Conselhos Sobre o Regime Alimentar, 383
E para você que não crê no Espírito de Profecia, a ciência secular confirma a relação da carne com as doenças e o câncer. Note esta citação:
“La carne roja. Cuando se consume con una superficie quemada puede ser un factor de riesgo independiente para la neoplasia colorrectal benigna y maligna. (A carne vermelha. Quando comemos com a superfície queimada, pode aumentar o risco de ser afetado por tumor coloretal benigno ou maligno.)“Los vegetales y las frutas. Contienen una amplia cantidad de substancias potencialmente anticarcinogénicas que pueden funcionar a través de uno o varios mecanismos independientes o codependientes. En general, el consumo de vegetales ha sido uno de los predictores más consistentes para reducir el riesgo de cáncer colorrectal” (Os vegetais e as frutas. Contém uma ampla quantidade de substâncias anti-cancerígenas que podem funcionar por meio de um ou vários mecanismos independentes ou co-dependentes. Em geral, o consumo de vegetais tem sido um dos mais eficientes precursores para reduzir o risco de câncer coloretal). (María T. Galiano de Sánchez. Revista Colombiana de Gastroenterologia
Print ISSN 0120-9957. Rev Col Gastroenterol vol.20 no.1 Bogotá Mar. 2005. Cáncer colorrectal)

A Carne deve ser substituída?
Muitos nutricionistas afirmam que não podemos deixar a carne como fonte de proteína sem substituí-la cuidadosamente. Outros até dizem que os vegetarianos tendem a ficar fracos e anêmicos. Parece que a história de Daniel e seus amigos se repete hoje!
Daniel e seus amigos provaram que os vegetais são suficientes para uma boa nutrição, e por favor, você não acha que Deus, que nos criou, errou ao designar a alimentação vegetariana como a ideal desde o princípio?!

A carne não precisa ser substituída!
O problema real é o mesmo de Israel quando saiu do Egito, o gosto pela carne! Não deixamos a carne por causa das suas “proteínas”, mas pelo sabor e seu efeito estimulante!

Conclusão:
Agora você já tem algumas informações importantes sobre a alimentação da carne. Não seja radical! Aplique essas informações para si mesmo. O exemplo vale mais que mil sermões!
Por favor, não ignore essas recomendações! É triste ver amigos adventistas sofrendo por doenças causadas pela alimentação errada. Não tenha medo de fazer o certo, e vamos nos unir para crescermos neste aspecto do evangelho.
“Tem-me sido repetidamente mostrado que Deus está procurando levar-nos de volta, passo a passo, a Seu desígnio original - que o homem subsista com os produtos naturais da terra”. Conselhos Sobre Saúde, pág. 450.

“É para o bem deles próprios que o Senhor aconselha a igreja remanescente a rejeitar o uso de alimentos cárneos, chá, café e outros alimentos nocivos. Há quantidade de outras coisas de que nos podemos alimentar, as quais são benéficas e boas”. Conselhos Sobre o Regime Alimentar, 381

31/03/10

É A BÍBLIA ACTUAL?

Vamos deixar a Bíblia explicar-se a si mesma. Mas, como você sabe, antes de qualquer consideração sobre o assunto vamos falar com Deus em oração. A oração é uma conversa com Deus, onde se pode falar sobre dificuldades, desafios, alegrias, pedidos, agradecimentos, etc. Neste momento, vamos pedir para Deus nos ajudar a compreender este assunto de vital importância. Oremos.
Se você preferir, leia esta oração que fiz para exemplificar: "Senhor Jesus, muito obrigado pela oportunidade que o Senhor nos dá, neste momento, de estudarmos a Tua Palavra. Ajuda-nos a melhor compreendê-la para colocarmos em prática em nossas vidas. Pedimos isto em nome de Jesus, amém." Agora, faça a sua oração.
Com base nos textos que estivemos estudando na nossa última conversa - revise se tiver esquecido - já podemos ter algumas conclusões, mas veremos outros textos para não ficar dúvidas da vontade de Deus em relação a este assunto.
No início da Bíblia temos um dos livros de Moisés, chamado Deuteronómio. No capítulo (número grande) 4 e no versículo (número pequeno) 2, está escrito: "Nada acrescentareis à palavra que vos mando, nem diminuireis dela, para que guardeis os mandamentos do Senhor, vosso Deus, que vos mando." (Deuteronómio, capítulo 4 e versículo 2 pode-se abreviar assim: Deut.4:2)
O texto deixa claro que Deus não gosta que se acrescente e nem se diminua nada naquilo que Ele diz, em Sua Palavra, a Bíblia.
Mas, este texto está no início da Bíblia. Vamos então, ver um texto lá no meio da Bíblia.
Provérbios 30:5 e 6 - "Toda palavra de Deus é pura; ele é escudo para os que nele confiam. Nada acrescentes às suas palavras, para que não te repreenda, e sejas achado mentiroso."
Este texto que está no meio da Bíblia também deixa claro que não devemos acrescentar nada ao que Deus disse, não devemos acrescentar nada a Palavra de Deus, A Bíblia. Mas, e lá no final da Bíblia, o que será que poderemos encontrar? Pode ser que lá Deus tenha dado uma nova instrução alterando as ordens claras dadas até aqui. Vamos ver o que diz lá no final da Bíblia.
Apocalipse 22:18, 19 (este é o último livro da Bíblia e exactamente o último capítulo).
"Eu, a todo aquele que ouve as palavras da profecia deste livro, testifico: Se alguém lhes fizer qualquer acréscimo, Deus lhe acrescentará os flagelos escritos neste livro; e, se alguém tirar qualquer coisa das palavras do livro desta profecia, Deus tirará a sua parte da árvore da vida, da cidade santa e das coisas que se acham escritas neste livro."
Nossa... Este texto foi para tirar toda e qualquer dúvida sobre este assunto. Coitado daquele que tentar alterar, para mais ou para menos aquilo que está na Bíblia.
A figura foi só para deixar claro que você hoje está sendo avisado. Dramático eu? A minha preocupação é não enganar você. A minha preocupação é em falar sempre a verdade, nada além da verdade. Não adiantaria uma mentira agradável, mas mortal. Prefiro sempre a verdade, por mais dura que seja.
É tão bom quando estamos indo em uma direcção errada e aparece alguém para nos mostrar a direcção certa. Sem bem que algumas pessoas ficam irritadas com quem mostra o caminho certo. O meu compromisso é mostrar o caminho certo. Espero que você goste.
Mas, e se aparecer um anjo anunciando um evangelho diferente do que encontramos no Velho Testamento, ou de qualquer outra parte da Bíblia? O que devemos fazer se aparecer um anjo ensinando outro evangelho?
Em Gálatas 1:8, diz: "Mas, ainda que nós ou mesmo um anjo vindo do céu vos pregue evangelho que vá além do que vos temos pregado, seja anátema."
Anátema, significa maldito, maldição.
Você consegue ver como é sério o que estamos estudando? Veja bem, se uma igreja sair ensinando doutrinas que não estão na Bíblia, por quem sabe, terem sido adicionadas na igreja pela tradição dos antigos, ou esta igreja tenha inventado outros mandamentos no lugar dos mandamentos de Deus, o que fazer? Devemos adorar a Deus mesmo assim nesta igreja?
Mateus 15:9 - "E em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens."
Marcos 7:7, 8 - "E em vão me adoram, ensinando doutrinas que são preceitos de homens. Negligenciando o mandamento de Deus guardas a tradição dos homens."
Que coisa triste... Adorar a Deus em vão... Mas será que não basta fazer milagres, curas em nome de Deus? Fazer muitas orações, dizer: Senhor! Senhor! Falar palavras bonitas... Será que não é suficiente?
Mateus 7:21 a 23 - "Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, MAS AQUELE QUE FAZ A VONTADE DE MEU PAI, QUE ESTÁ NOS CÉUS. Muitos, naquele dia, hão de dizer-me: Senhor, Senhor! Porventura, não temos nós profetizado em teu nome, e em teu nome não expelimos demónios, e em teu nome não fizemos muito milagres? Então, lhes direi explicitamente: NUNCA VOS CONHECI. Apartai-vos de mim, os que praticais a iniquidade."
Eu fico arrepiado só em pensar em tal cena...
Será que toda a Bíblia, desde o início até o final, toda ela, tenha informações úteis para alguma coisa?
2º Timóteo 3:16 - "Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correcção, para a educação na justiça."
Mas Deus deve ter mudado, hoje estamos em outros tempos...
Malaquias 3:6 - "Porque eu, o Senhor, NÃO MUDO; por isso, vós, ó filhos de Jacob, não sois consumidos."
Mas, Jesus é mais bonzinho, acho que Ele deve ter mudado alguma coisa...
Hebreus 13:8 - "Jesus Cristo, ontem e hoje, é o mesmo e o será para sempre."
Ah, mas, Ele deve ter mudado algumas regras, algumas leis Ele deve ter revogado, cancelado... Será que posso pensar desta forma?
Mateus 5:17 - "Não penseis que vim revogar a Lei ou os Profetas; não vim para revogar, vim para cumprir."
Pelo que estou notando, com DEUS não existe nem sombra de mudança?
Tiago 1:17 - "Toda boa dádiva e todo dom perfeito são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em quem não pode existir variação ou sombra de mudança."
Deus não muda, Jesus também não, a Bíblia, muito menos. Toda ela foi inspirada por Deus e toda ela serve para o nosso ensino. Para aprendermos qual é a vontade de Deus para as nossas vidas.
Está tudo muito claro. Precisamos tomar uma decisão neste momento.
O que vamos fazer com o que aprendemos?
Vamos continuar a viver a nossa vida como se não tivéssemos lido nada disto aqui? Precisamos decidir agora. Este é o momento.
Lembre-se sempre: "E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará." João 8:32

12/03/10

QUAL É A POSIÇÃO DA IGREJA ADVENTISTA EM RELAÇÃO ÀS OUTRAS IGREJAS?

A fim de evitar males-entendidos ou atritos na nossas relações com outras igrejas e organizações religiosas cristãs, apresentamos as seguintes diretrizes:

1. Reconhecemos aquelas agências que exaltam a Cristo diante das pessoas como parte do plano divino para a evangelização do mundo e temos em alta estima os homens e mulheres cristãos de outras denominações que estão empenhados em ganhar almas para Cristo.

2. Quando a obra fora de nossa divisão nos põe em contato com outras sociedades e organismos religiosos cristãos, o espírito de cortesia cristã, franqueza e justiça deve prevalecer em todas as ocasiões.

3. Reconhecemos que a verdadeira religião baseia-se na consciência e na convicção. Portanto, deve ser nosso constante propósito que nenhum interesse egoísta ou vantagem temporal atraia qualquer pessoa para nossa comunhão e que nenhum vínculo retenha qualquer membro a não ser a convicção de que deste modo é encontrada a verdadeira comunhão com Cristo.

Se a mudança de convicção levar um membro de nossa igreja a não se sentir mais em harmonia com a fé e a prática adventistas, reconhecemos não somente o seu direito mas também a sua responsabilidade de mudar, sem opróbrio, sua filiação religiosa, conforme suas crenças. Esperamos que outros organismos religiosos atuem no mesmo espírito de liberdade religiosa.

4. Antes de admitir membros de outras organizações religiosas como membros de nossa igreja, deve ser exercido cuidado para verificar se os candidatos são movidos a mudar sua filiação religiosa por convicção religiosa em consideração à sua relação pessoal com Deus.

5. Uma pessoa sob censura de outra organização religiosa por transgressão claramente confirmada dos princípios morais ou do caráter cristão não será considerada candidata aceitável para ser membro da Igreja Adventista até que haja evidência de arrependimento e reforma.

6. A Igreja Adventista não pode limitar sua missão a áreas geográficas restritas, devido à sua compreensão do mandato da comissão evangélica. Na providência de Deus e no desenvolvimento de Sua obra em prol da humanidade, organismos denominacionais e movimentos religiosos têm surgido de vez em quando para dar ênfase especial a diferentes fases da verdade do evangelho.

Na origem e surgimento do povo adventista, foi posta sobre nós a responsabilidade de enfatizar o evangelho da segunda vinda de Cristo como um acontecimento iminente. Isso requer a proclamação das verdades bíblicas no contexto da mensagem especial de preparação conforme descrita na profecia bíblica, principalmente em Apocalipse 14:6-14.

Esta mensagem comissiona a pregação do “evangelho eterno a toda nação e tribo e língua e povo”, chamando para ela a atenção de todas as pessoas, em toda parte. Qualquer restrição que limite o testemunho a áreas geográficas específicas se torna, portanto, uma redução da comissão ‘ evangélica. A Igreja Adventista também reconhece o direito de outras crenças religiosas operarem sem restrições geográficas.

Este é o texto do regulamento no 75 do Livro de Regulamentos da Associação Geral.

16/02/10

QUAIS OS PERIGOS DO ESPIRITISMO Á LUZ DA BÍBLIA

Introdução: “ Doutrina cujos partidários pretendem comunicar com os espíritos dos mortos, por um intermediário, a que dão o nome de médium.” Dicionário Contemporâneo, de Aulette.
“A crença daqueles que pensam que se estabelecem ocasionalmente comunicação entre os vivos e os mortos que sobrevivem em algum outro modo de existência.” Enciclopédia Internacional W. M. Jackson.

“A verdade primordial do espiritismo consiste na faculdade e possibilidade de o espiritismo voltar, sob certas condições, a comunicar-se com os que estão na matéria.” N. F. Rawlin, pregador espírita.

* Existia esta doutrina nos tempos antigos?
Lev. 19:31 Não vos voltareis para os que consultam os mortos nem para os feiticeiros; não os busqueis para não ficardes contaminados por eles. Eu sou o Senhor vosso Deus.

“O aspecto fenomenal do espiritismo moderno, reproduz todos os princípios essenciais da mágica, feitiçaria e sortilégios do passado. Os mesmos poderes estão envolvidos, operam os mesmos seres.” F.F. Morse, em Pratica do Ocultismo , p. 85.

* Como considera Deus os feiticeiros?
Mal. 3: 5 E chegar-me-ei a vós para juízo; e serei uma testemunha veloz contra os feiticeiros, contra os adúlteros, contra os que juram falsamente, contra os que defraudam o trabalhador em seu salário, a viúva, e o órfão, e que pervertem o direito do estrangeiro, e não me temem, diz o Senhor dos exércitos.

* Que diz o Senhor dos ensino dos agoireiros e encantadores?
Jer. 27:9-10 Não deis ouvidos, pois, aos vossos profetas, e aos vossos adivinhadores, e aos vossos sonhos, e aos vossos agoireiros, e aos vossos encantadores, que vos dizem: Não servireis o rei de Babilónia;
10 porque vos profetizam a mentira, para serdes removidos para longe da vossa terra, e eu vos expulsarei dela, e vós perecereis.
O Ver. F. B. Meyer, da Inglaterra, faz a seguinte advertência conta a sedução do espiritismo: “ Conheci várias famílias que foram levadas à desgraça por haverem recorrido a clarividentes e médiuns. Há graves perigos nessas coisas; e quando os poderes ocultos são usados para fins egoístas, é possível que homens e mulheres sejam tomados de espíritos maus, como no caso da jovem de Filipos (Actos 16:16-18). O povo é louco ao brincar com os rebotalhos do mundo espírita.” Present Thruth, 7 Novembro de 1911.

* Antes da entrada dos israelitas em Canaã, que instruções deu Moisés no tocante a essas coisas?
Deut. 18: 9-13 Quando entrares na terra que o Senhor teu Deus te dá, não aprenderás a fazer conforme as abominações daqueles povos.
10 Não se achará no meio de ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoireiro, nem feiticeiro,
11 Nem encantador, nem quem consulte um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos;
12 Pois todo aquele que faz estas coisas é abominável ao Senhor, e é por causa destas abominações que o Senhor teu Deus os lança fora de diante de ti.
13 Perfeito serás para com o Senhor teu Deus.

Quem quer que consulte médiuns ou com eles se envolva, ou quem quer que professe receber instrução ou comunicações dos espíritos de mortos, desobedece a esta clara instrução, colocando-se em terreno inimigo.
No Éden, ao negar que a morte seria o resultado da desobediência foi a morte o resultado.

Muitas pessoas que perderam os seus queridos anelam entrar em contacto com os seus familiares. É nestas circunstâncias que Satanás procura todas as oportunidades para entrar na vida desta pessoas e prende-las a si.

* No regime teocrático de Israel, que lei havia relativa aos feiticeiros e aos tinham espíritos de adivinhos?
Lev. 20: 27 O homem ou mulher que consultar os mortos ou for feiticeiro, certamente será morto. Serão apedrejados, e o seu sangue será sobre eles.

Isto mostra quão perigosa e mortífera é aos olhos de Deus qualquer coisa dessa espécie.

• Com que é que o Apóstolo Paulo classifica a feitiçaria, e que diz ele dos que são culpados dessas coisas?
Gálatas 5: 20 a idolatria, a feitiçaria, as inimizades, as contendas, os ciúmes, as iras, as facções, as dissensões, os partidos,
21 as invejas, as bebedices, as orgias, e coisas semelhantes a estas, contra as quais vos previno, como já antes vos preveni, que os que tais coisas praticam não herdarão o reino de Deus.
22 Mas o fruto do Espírito é: o amor, o gozo, a paz, a longanimidade, a benignidade, a bondade, a fidelidade.
23 a mansidão, o domínio próprio; contra estas coisas não há lei.

• Que deverá fazer alguém se for convidado a consultar um espírito advinho?
Isaías 8:19 Quando vos disserem: Consultai os que têm espíritos familiares e os feiticeiros, que chilreiam e murmuram, respondei: Acaso não consultará um povo a seu Deus? acaso a favor dos vivos consultará os mortos?

Nota: dando o sentido deste passo, diz o Dr. Adam Clarke: “Não recorreria uma nação ao seu Deus? por que se interrogariam os mortos no que concerne aos vivos?”
Mas isso é exactamente o que o espiritismo manda os homens fazerem – interrogar os mortos naquilo que concerne aos vivos.

• Que instrução dá a esse respeito o apóstolo João?
1ª João 4:1 Amados, não creiais a todo espírito, mas provai se os espíritos vêm de Deus; porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo.
• Como testar se estes espíritos são de Deus ou do Diabo?
Isaías 8: 20 A Lei e ao Testemunho! se eles não falarem segundo esta palavra, nunca lhes raiará a alva.

• Devemos deixar-nos influenciar por sinais ou maravilhas realizados pelos que procuram desviar-nos de Deus e da Sua lei?
Deut. 13: 1-4; 1 Se levantar no meio de vós profeta, ou sonhador de sonhos, e vos anunciar um sinal ou prodígio,
2 e suceder o sinal ou prodígio de que vos houver falado, e ele disser: Vamos após outros deuses-deuses que nunca conhecestes-e sirvamo-los!
3 não ouvireis as palavras daquele profeta, ou daquele sonhador; porquanto o Senhor vosso Deus vos está provando, para saber se amais o Senhor vosso Deus de todo o vosso coração e de toda a vossa alma.
4 Após o Senhor vosso Deus andareis, e a ele temereis; os seus mandamentos guardareis, e a sua voz ouvireis; a ele servireis, e a ele vos apegareis.

• Sabem os mortos alguma coisa?
• Não! (Job 14: 20,21; Ecl. 9:5,6,10)
• A quem se devem atribuir esses prodígios?
Apoc. 16:14 Pois são espíritos de demónios, que operam sinais; os quais vão ao encontro dos reis de todo o mundo, para os congregar para a batalha do grande dia do Deus Todo-Poderoso.

• Qual será uma das características dos últimos tempos?
1ª Tim. 4:1 Mas o Espírito expressamente diz que em tempos posteriores alguns apostatarão da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demónios,

Testemunhos:
“Tenho trabalhado no Hospício de Alienados durante mais de 15 anos, como interno, assistente de alienista, nas casas de saúde, numa das quais o Sanatório de Botafogo, tenho um pavilhão a meu cargo, e na clínica privada, tenho observado muitos casos de influência maléfica de prática espírita.” Professor Espozel, Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro.

“O número de pertubados mentais, em que as pertubações mentais surgiram em consequência da frequência de práticas espíritas, não tem diminuído, e sim, pelo contrario, aumentado.” Prof. Henrique Roxo, catedrático de clínica Psiquiátrica da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro.

• Como engana Satanás?
2ª Cor. 11:14 E não é de admirar, porquanto o próprio Satanás se disfarça em anjo de luz.
• Que parte desempenham os seus agentes?
2ª Cor. 11:15 Não é muito, pois, que também os seus ministros se disfarcem em ministros da justiça; o fim dos quais será conforme as suas obras.
Apoc. 13:13-14 E operava grandes sinais, de maneira que fazia até descer fogo do céu à terra, à vista dos homens; 14 e, por meio dos sinais que lhe foi permitido fazer na presença da besta, enganava os que habitavam sobre a terra e lhes dizia que fizessem uma imagem à besta que recebera a ferida da espada e vivia.

* Como será a vinda de Cristo?
Isaías 25: 9 E naquele dia se dirá: Eis que este é o nosso Deus; por ele temos esperado, para que nos salve. Este é o Senhor; por ele temos esperado; na sua salvação gozaremos e nos alegraremos.

Conclusão: 1ª Pedro 5:8
“Mas o povo de Deus não será desencaminhado. Os ensinos deste falso cristo não estão de acordo com as Escrituras... E demais, não será permitido a Satanás imitar a maneira do advento de Cristo. O Salvador advertiu o Seu povo contra o engano neste ponto, e predisse claramente o modo da Sua segunda vinda. (S. Mat. 24:24-27)...Não há possibilidade de ser imitada esta vinda. Será conhecida universalmente, testemunhada pelo mundo inteiro.” O Conflito dos Séculos, p. 676,677.