09/03/12
08/03/12
TEXTOS BÍBLICOS SOBRE A TRINDADE
“Quando o vi, caí a seus pés como morto; e ele pôs sobre mim a sua destra, dizendo: Não temas; eu sou o primeiro e o último” (Apocalipse 1:17).
“Assim diz o Senhor, Rei de Israel, seu Redentor, o Senhor dos exércitos: Eu sou o primeiro, e eu sou o último, e fora de mim não há Deus” (Isaías 44:6).
“E outra vez, ao introduzir no mundo o primogénito, diz: E todos os anjos de Deus o adorem. Ora, quanto aos anjos, diz: Quem de seus anjos faz ventos, e de seus ministros labaredas de fogo. Mas do Filho diz: O teu trono, ó Deus, subsiste pelos séculos dos séculos, e cetro de equidade é o cetro do teu reino” (Hebreus 1:6-8).
“Então ordenou-lhe Jesus: Vai-te, Satanás; porque está escrito: Ao Senhor teu Deus adorarás, e só a ele servirás” (Mateus 4:10).
“Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que antes que Abraão existisse, eu sou” (João 8:58).
“Respondeu Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU. Disse mais: Assim dirás aos olhos de Israel: EU SOU me enviou a vós” (Êxodo 3:14).
“E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Ajudador, para que fique convosco para sempre” (João 14:16).
“Mas o Ajudador, o Espírito Santo a quem o Pai enviará em meu nome, esse vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo quanto eu vos tenho dito” (João 14:26).
“E não entristeçais o Espírito Santo de Deus, no qual fostes selados para o dia da redenção” (Efésios 4:30).
“Disse o Espírito a Filipe: Chega-te e ajunta-te a esse carro” (Atos 8:29).
“Disse então Pedro: Ananias, por que encheu Satanás o teu coração, para que mentisses ao Espírito Santo e retivesses parte do preço do terreno? Enquanto o possuías, não era teu? E vendido, não estava o preço em teu poder? Como, pois, formaste este desígnio em teu coração? Não mentiste aos homens, mas a Deus” (Atos 5:3-4).
O meu texto preferido: 2ª Coríntios 13:13
05/03/12
ADULTÉRIO: DEFINIÇÃO, CAUSAS E CONSEQUÊCIAS.
O adultério tem sido um tema que sempre vem à tona na vida social da Igreja. Longe de ser um pecado recente, ele possui raízes antigas e complexas, tanto sociais quanto religiosas. O presente estudo pretende esclarecer dúvidas e fatos sobre o adultério e está dividido em cinco partes. A primeira identifica as definições de adultério no Antigo e Novo Testamento. A segunda parte trata das causas e razões do adultério. A terceira parte trata das consequências físicas e emocionais do adultério. A quarta parte lida com as soluções e prevenções. A quinta e última dá a posição da Igreja sobre o adultério.
Definição da Problemática
O que é definido na Bíblia como adultério? Quais são as causas e consequências? Os adúlteros possuem ainda solução para seu casamento e vida espiritual? Qual a posição da Igreja, e o que ela faz ao descobrir entre seus membros pessoas que vivem em adultério?
Propósito e Justificação
Desde o inicio da revolução sexual dos anos sessenta, o adultério tem crescido em larga escala no mundo religioso e secular. Deixando de ser um ato vergonhoso para se tornar uma atitude aceita e comum, as práticas adúlteras têm tomado proporções incríveis, tornando-se comum até na Igreja. Todavia, alguns
defensores da liberdade sexual, têm dito que o adultério foi condenado na Bíblia devido à época em que ela foi escrita, sendo uma prática condicionada a cultura do lugar. Outros dizem que Deus, por ser um Deus de amor, não leva em conta o pecado do adultério, devido o fim da lei do Antigo Testamento, através da morte de Cristo na Cruz. Pior ainda, é atitude tomada por algumas igrejas e alguns adventistas, que não dão o devido valor ao adultério, negligenciando-o e não tratando corretamente os irmãos que caem no erro. Pensando nisto é que o presente artigo lida com este assunto tão delicado e controvertido no meio religioso e secular.
Este é um assunto polémico tanto no âmbito social quanto no religioso. O que será que as pessoas
Consequências Bíblicas do Adultério
O adultério sempre foi uma prática criticada e punida nos tempos antigos. Existem documentos que provam que babilônicos, assírios, persas, egípcios, gregos e romanos castigavam esta pratica sexual. [43] Também na Bíblia, desde cedo o adultério é mencionado e punido, devido a ser uma pratica odiosa a Deus (Ml 2:16). A primeira punição mencionada na Bíblia para os adúlteros é no caso de Judá e Tamar, em Gn 38:24, onde a punição é a fogueira. [44] Outro castigo mencionado na Bíblia é o da mutilação (Ez 23:25). [45] Um meio Talmúdico posterior é o estrangulamento. [46] Porém, o método mais usado e com apoio bíblico era o apedrejamento, sendo o único confirmado por lei (Jo 8:5, Dt 22:22, Ez 16:40). [47] Deve-se notar que as penas variavam conforme o caso. [48] O primeiro passo ao se pegar os adúlteros em flagrante, era levá-los ao tribunal da cidade, e na presença de duas testemunhas, era aplicada a pena de morte. [49] Se os acusados de tal prática fossem ambos casados, os dois seriam apedrejados (Lv 19:20). [50] Caso a relação fosse entre uma virgem desposada e um homem casado, ela tivesse sido seduzida na cidade, ambos também seriam apedrejados (Dt 22:20-22). [51] Caso a relação fosse entre um patrão e uma escrava desposada, receberiam ambos chibatadas, visto este ato ser considerado não estritamente um adultério, devido à escrava ser propriedade do dono (Lv 19:20-22). [52] Quando os adúlteros morriam, ocorria a extinção da linhagem familiar da parte masculina. [53] Caso a opção fosse dar carta de divórcio, se a mulher fosse a adúltera, um rito de desnudação precedia a expulsão do lar, sendo em seguida lhe dado um documento de divórcio (Os 2:12, Jr 13:26-27, Ez 16:37). [54] A mulher cujo marido mantinha suspeitas de infidelidade, passava pelo teste da sota, ou a lei de ciúmes de Nm 5:11-31, onde ela era obrigada a beber água com terra do tabernáculo, jurando que caso mentisse que as maldições bíblicas caíssem sobre ela. [55]
No Novo Testamento as punições já são mais brandas. Devido à perda de autonomia, os judeus não mais matavam os adúlteros, embora ocasionalmente ocorressem apedrejamentos (Jo 8:5). [56] Porém, esta prática foi abandonada pela Igreja Cristã. A primeira referencia ao adultério é de forma velada, onde o concílio de Jerusalém recomenda os cristãos de que se abstenham de relações sexuais ilícitas, onde a palavra grega utilizada no verso inclui o sentido de adultério (At 15:20). [57] O castigo dado para o adultério nas cartas de Paulo é a exclusão ou a disciplina na Igreja, segundo I Co 5:1-6, além de perda da salvação conforme I Co 6:9-10.
Consequências Emocionais
Além das consequências vistas anteriormente, existem hoje as consequências emocionais, físicas e espirituais que afetam tanto à parte traída como a parte infiel.
A parte enganada do casamento é a que mais sofre. Devido à confiança perdida nos anos de investidos no casamento, à parte traída sofre de quatro tipos de sentimentos: A) A parte traída fica paralisada diante da situação. O cônjuge enganado fica imóvel diante da recusa de que seu cônjuge tenha sido infiel. B) A segunda consequência é a autojustificação. O cônjuge traído começa a perguntar o que ele tem de errado, já que é um bom cônjuge, pai ou mãe. O amor próprio é ferido, sobrevindo sentimentos de incapacidade e desamor de si mesmo, ou então passa como mártir. C) Os que se dão por vencidos são aqueles que se escoravam na parte infiel, e ao se deparar com o adultério perdem toda à vontade de viver. D) A vontade de vingança leva a pessoa traída a trair também. [58]
Porém, o cônjuge infiel também passa por crises emocionais, vindo todas em seqüência. O primeiro
27/02/12
Feridas que não cicatrizam: a neurobiologia do abuso infantil

Maus tratos na infância podem ter efeitos negativos duradouros
por Martin H. Teicher
Está provado. Maus tratos na infância não provocam apenas traumas psicológicos reversíveis. Mas também danos permanentes no desenvolvimento e funções cerebrais. Os hemisférios esquerdos de pessoas vitimadas pela violência desenvolvem-se significativamente menos do que deveriam. Martin H. Teicher, professor de psiquiatria na Escola de Medicina da Universidade de Harvard, explica detalhadamente o processo.
Em 1994, a polícia de Boston chocou-se ao descobrir um menino de quatro anos de idade, desnutrido e trancado num apartamento imundo de Roxbury, onde vivia em condições pavorosas. Pior, as mãozinhas da criança tinham sido horrivelmente queimadas. Soube-se que a mãe, viciada em drogas, tinha posto as mãos do menino sob a torneira de água fervente para castigá-lo por ter consumido a comida de seu namorado. A criança ferida não tivera nenhum tipo de assistência médica. A história perturbadora chegou rapidamente às manchetes. Adotado, o menino recebeu enxertos de pele para ajudar as mãos machucadas a recuperar suas funções. Mas, embora as feridas físicas da vítima tenham sido tratadas, descobertas recentes indicam que ferimentos infligidos a sua mente em desenvolvimento podem nunca cicatrizar de todo.
Ainda que seja um exemplo extremo, esse caso notório infelizmente não é incomum. A cada ano, as agências de bem-estar do menor dos EUA recebem mais de três milhões de denúncias de abuso e negligência no trato de crianças, e levantam evidências suficientes para substanciar mais de um milhão de casos.
Não é surpresa para nós que as pesquisas revelem um forte laço entre maus tratos físicos, sexuais e emocionais e o desenvolvimento de problemas psiquiátricos. Mas, até o início dos anos 90, profissionais da área de saúde mental acreditavam que as dificuldades emocionais e sociais ocorriam principalmente por meios psicológicos. Os maus tratos na infância eram vistos como causadores do desenvolvimento de mecanismos de defesa intra-psíquicos, responsáveis pelo fracasso do indivíduo na idade adulta. Ou como paralisadores do desenvolvimento psicossocial, mantendo a vítima presa à condição de “criança ferida” . Os pesquisadores achavam que os danos eram basicamente um problema de software, tratáveis com uma reprogramação via terapia, ou que podiam simplesmente ser apagados com exortações do tipo “esqueça” ou “supere”.
Novas investigações sobre as consequências dos maus tratos na infância, incluindo o trabalho que meus colegas e eu fizemos no McLean Hospital em Belmont, Massachusetts, e na Harvard Medical School, parecem contar uma história diferente. Como o abuso infantil ocorre durante o período formativo crítico em que o cérebro está sendo fisicamente esculpido pela experiência, o impacto do extremo estresse pode deixar uma marca indelével em sua estrutura e função. Tais abusos, parece, induzem a uma cascata de efeitos moleculares e neurobiológicos, que alteram de modo irreversível o desenvolvimento neuronal.
Personalidades extremas
O efeito do abuso infantil pode manifestar-se de várias formas, em qualquer idade. Internamente, pode aparecer como depressão, ansiedade, pensamentos suicidas ou estresse pós-traumático; pode também expressar-se externamente como agressão, impulsividade, delinqüência, hiperatividade ou abuso de substâncias. Uma condição psiquiátrica fortemente associada a maus tratos na infância é o chamado distúrbio de personalidade limítrofe (borderline personality disorder). O indivíduo com essa disfunção tem como característica enxergar os outros em termos de preto ou branco, oito ou oitenta, muitas vezes colocando seus interlocutores num pedestal, para depois transformá-los em vilões, a partir de algo percebido como desfeita ou traição. Aqueles que sofrem desse distúrbio são propensos a explosões de cólera e episódios transitórios de paranóia ou psicose.
15/02/12
Como Identificar e Lidar com a Possessão Demoníaca
Um pastor tem muitas alegrias em seu ministério, tais como ver pessoas se convertendo e sendo santificadas na verdade mediante sua influência e liderança e receber o carinho e o reconhecimento de seu rebanho. Mas algumas vezes se depara com situações que podem ser bastante desgastantes e encher seu coração de pesar. Isso ocorre quando precisa comandar a aplicação da disciplina eclesiástica a um membro faltoso; quando é necessário realizar uma cerimónia fúnebre, especialmente se a pessoa era muito amiga e a morte chegou de modo inesperado; e quando deve prestar ajuda a uma pessoa possessa por espíritos maus.
Neste artigo nos propomos a tratar da tarefa de expulsar demónios quando a possessão fica bastante evidente pela grande alteração de comportamento do indivíduo. Esta é, provavelmente, a atividade cristã sobre a qual menos se têm escrito, talvez, por um lado, porque o assunto não seja agradável e, por outro, porque as Escrituras Sagradas não dizem muito a respeito, embora apresentem alguns exemplos. Nossas considerações estão baseadas na Bíblia, nos escritos de Ellen G. White e na experiência pessoal que tivemos ao longo de nosso ministério pastoral. Elas não pretendem esgotar o tema e, sim, ajudar, na prática, aqueles que, porventura, tenham que enfrentar tal situação ao estarem trabalhando para Deus.
Possessão demoníaca x doença mental
Há indivíduos que não crêem que exista tal coisa como um ser humano ser totalmente controlado por agentes satânicos, e que, tais casos deveriam ser classificados como doenças mentais. Se bem que seja verdade que há certas enfermidades com sintomas um tanto semelhantes àqueles apresentados pelos que estão possessos, como a histeria e a epilepsia, não é possível explicar pela medicina ou pela ciência algumas demonstrações, tais como: extraordinária força física e o conhecimento, por vezes minucioso, de fatos secretos.
Nem sempre o possesso é muito falante, revela segredos ou demonstra possuir uma força descomunal, mas, pelo que temos observado, quando alguém está de fato endemoninhado, ele fica extremamente furioso e violento quando Cristo é exaltado, seja na leitura de um texto sagrado, seja numa oração ou no cantar de um hino. Já, quando o indivíduo possui uma doença qualquer que o perturba, ele não reage diante da exaltação de Cristo.
Perfil do possesso
Satanás não pode se apossar de qualquer pessoa que ele queira. Se isso fosse possível nosso mundo teria se tornado, há muito tempo, num gigantesco manicómio. Para que aconteça a possessão é necessário que o indivíduo se entregue a ele, o que comumente é feito pouco a pouco, quando segue suas sugestões para praticar o mal. Assim, um filho de Deus jamais poderá ficar possesso, porque sua vontade foi e permanece rendida a Cristo. “O tentador jamais nos poderá compelir a praticar o mal. Não pode dominar as mentes, a menos que se submetam a seu controle. A vontade tem que consentir, a fé largar sua segurança em Cristo, antes que Satanás possa exercer domínio sobre nós. Mas todo desejo pecaminoso que nutrimos lhe proporciona um palmo de terreno. Todo ponto em que deixamos de satisfazer à norma divina, é uma porta aberta pela qual pode entrar para nos tentar e destruir.”1
Comentando o caso de um endemoninhado com o qual Jesus Se deparou, Ellen G. White declara: “A causa oculta da aflição (…) achava-se em sua própria vida. Fora fascinado pelos prazeres do pecado, e
14/02/12
PORQUE DEVEMOS LOUVAR O SENHOR?
Estas são as palavras iniciais do salmo 9: Vs. 1-2: “Louvar-te-ei, SENHOR, de todo o meu coração; contarei todas as Tuas maravilhas. Alegrar-me-ei e exultarei em Ti; ao Teu nome, ó Altíssimo, eu cantarei louvores.” Aqui ele estabelece o assunto de todo o salmo. A palavra–chave é “louvar” e o tema é o “Julgamento”.
O salmista começa este Salmo com uma PROMESSA PARA LOUVAR. David começa por prometer que louvará ao Senhor e nos instrui sobre muitas coisas que temos que saber antes de louvar. Primeiro, é salutar prometermos a Deus que haveremos de louvá-lO. Não tenhamos receio de prometermos alguma coisa ao Senhor, porque Ele Se agrada das nossas promessas, e Ele mesmo gosta de nos fazer promessas.
Segundo, de que modo devemos louvá-lO? David disse que louvaria a Deus “de todo o meu coração!” Isso indica a sinceridade que ele revela ao louvar ao Senhor. Isto é diferente de quando nós O louvamos, cantamos e entoamos hinos, tendo o pensamento ocupado com outras coisas! Terceiro, a quem louvaremos? David dirige-se a Deus como Yahweh, o Deus Eterno, o Altíssimo, diante de Quem devemos manifestar santa reverência no nosso louvor e nas músicas que usamos para louvar!
Quarto, qual é o conteúdo do seu louvor? O salmista “cantava” os louvores, “contando” as maravilhas de Deus. Há muitos cânticos do nosso tempo que estão cheios da experiência humana, cheios das lamúrias do homem nas suas desgraças, nos seus pecados, mas pouco das maravilhas do Senhor. Mas há uma ciência aqui muito esquecida: é que haveremos de pregar com êxito multiplicado, se falarmos mais das maravilhas dos poderosos feitos de Deus e menos das falhas humanas! Temos contemplado mais “existencialismo” do que cristianismo nas letras de muitos hinos de louvor! E cristianismo é seguir e exaltar a Cristo!
Quinto, qual era a atitude no louvor? “Alegrar-me-ei e exultarei em ti”. Precisamos manifestar a nossa alegria ao louvar ao Senhor. Há muitos que louvam sem alegria no coração. Há muitos legalistas que tem o seu coração fechado e cantam sem alegria. O seu canto não é aceito, o seu louvor não chega ao Céu. Mas se o conteúdo do nosso louvor é cantar e contar as maravilhas do nosso grande Deus, o Altíssimo, o Eterno, o nosso Deus Salvador, então, haveremos de louvar com júbilo e alegria transbordantes!
I – O MOTIVO PARA LOUVAR (v. 3-10)
1- Louvamos a Deus porque Ele julga retamente (v. 3-8).
Aqui temos o primeiro motivo para louvar: Os versos 3-8 falam-nos de um justo Juiz. O que significa julgar retamente? O que significa a justiça? De acordo com o Dicionário de Michaelis, justiça é a “virtude que consiste em dar ou deixar a cada um o que por direito lhe pertence.” Assim age Deus com os justos e os ímpios, sendo os justos aqueles que foram transformados e convertidos, e os ímpios aqueles que rejeitam o oferecimento da graça, rejeitam a misericórdia de Deus.
David disse que os seus inimigos retrocedem e tropeçam porque Deus sustenta o seu direito e defende a sua causa, enquanto está em Seu trono de Julgamento (v. 3-4). E ele identifica a esses inimigos como sendo os mesmos ímpios que rejeitaram o Senhor, e, portanto, serão destruídos os ímpios de todas as nações (v. 5), numa antevisão do grande Julgamento final. O seu nome será apagado, a sua memória perecerá (v. 6).
Mas enquanto os ímpios serão esquecidos, a memória de um Juiz justo permanecerá eternamente: “7 Mas o SENHOR permanece no seu trono eternamente, trono que erigiu para julgar. 8 Ele mesmo julga o mundo com justiça; administra os povos com retidão.” Esta verdade dúpla é a garantia de que teremos justiça eternamente, e de que jamais se levantará o pecado com sua hedionda cabeça outra
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