03/04/13

Foi Jesus Acusado por se Apresentar como Deus?

“Os judeus responderam-lhe: “Nós te apedrejamos, não por uma obra excelente, mas por blasfêmia, sim, porque tu, embora sejas um homem, te fazes um deus”. João 10:33 (Tradução do Novo Mundo)
Este é um dos versículos talvez menos citados numa conversa com uma Testemunha de Jeová, visto que o principal seja Jo.1.1, em que o Verbo é declarado Deus. Mas este versículo revela algo que deveria ser óbvio: os judeus procuraram matar Jesus porque este havia se feito Deus (ou igual a Deus).

Todas as versões bíblicas respeitáveis que eu tenho em mãos (Bíblia de Jerusalém, LEB, TEB, TLH, Vulgata e outras) dizem que Jesus se igualou a Deus, não que alegou ser um deus (como outros deuses falsos). Vamos analisar o versículo.
Nas versões respeitáveis fica claro que Jesus estava afirmando ser Deus, não um deus qualquer. A TNM, na tentativa de ocultar este fato, incluiu o “um” na frente do “deus”. É óbvio que em grego não havia maiúsculos ou minúsculos para podermos diferenciar o Deus verdadeiro de um deus falso, mas não há este “um” na frente. Tentaram com isso fazer o mesmo que haviam feito em Jo.1.1 (que não tem nenhum “um” na frente de Deus). Mas a “comissão” não parou por aí. Além de incluírem “um”, na tradução em português colocaram deus minúsculo, para desviar a atenção dos incautos que Jesus é Deus. Os judeus esperavam que o Messias fosse o Filho de Deus (não um Filho de Deus) e sabiam que Ele teria a divindade. Quando acusaram Jesus de clamar ser igual a Deus, sabiam que era igual a Deus Jeová, não um deus falso. Jesus afirmou unicidade com o Pai (Jo.14.8-11) mas as Testemunhas alteraram todas as vezes que se falava “em mim” em “união comigo”.
Outro versículo em que Jesus mostra bem claro sua igualdade com Deus é em Jo. 5.18:
“Por isso, pois, os judeus ainda mais procuravam matá-lo, porque não somente violava o sábado, mas também dizia que Deus era seu próprio Pai, fazendo-se igual a Deus”.
Notem que neste versículo as TJ não alteraram nada em sua tradução (não colocaram “igual a um deus”) mas deixaram como está. Lembremos que os judeus entendiam as Escrituras melhor que as Testemunhas de Jeová e entenderam que Jesus estava dizendo ser igual a Deus (não um deus). A palavra para “igual” aqui, em grego, é “ison”, que tem o sentido de “igualdade em qualidade e quantidade”. Jesus explica qualquer mal entendido em Jo.5.19-47 para mostrar que Ele tinha os mesmos atributos com o Pai (era igual em essência, não em pessoa). Os judeus não tinham gostado de Jesus ter “quebrado o sábado” e agora não tinham gostado mesmo Dele ter chamado a Deus de “seu Pai”. Eles sabiam que não tinha dito isto no mesmo sentido que eles chamavam a Deus de Pai mas que tinha dito que Deus era só o Pai “Dele” e ainda por dizer “ser igual a Deus”.
Portanto, estes dois versículos são a maior prova da deidade do Pai e do Filho e que as Testemunhas enganosamente alteraram o versículo de Jo.10.33 para ensinar outra coisa.
“O significado correto de isos em Jo. 5:18, ‘fazendo-se igual a Deus’ é claramente definido pela cláusula anterior, onde seus oponentes dizem que Ele tem a ‘Deus por seu Pai’ (em grego, idion patera, i.e. Seu Pai num sentido mais exclusivo; compare com idiou huiou de Rm. 8:32, aplicando o mesmo adjetivo para o Filho em Sua relação com o Pai, i.e. Seu Filho em um sentido que ninguém mais pode dizer que tem o mesmo título). Eles corretamente interpretaram a linguagem de Jesus como uma declaração de que Ele era o Filho de Deus de um modo que o colocava em igualde com Deus. A acusação contra Ele não foi por Ele ter dito que era ‘como’ (homoios), mas que Ele era ‘igual’ (isos), i.e., do mesmo grau e autoridade” (Enciclopédia Internacional Padrão da Bíblia, 1996)
Tudo prova na Bíblia que Jesus era Deus (compartilhava com o Pai a divindade) e não era “um deus” ou “agente de Jeová” como as Testemunhas alegam pois Jesus disse e fez coisas que somente a divindade podia fazer (Jo.5.1-19).

18/03/13

É Jesus Relevante Hoje em Dia?

O que faz Jesus  por você?

 “O verdadeiro conhecimento a respeito de Deus só é acessível aos que se unem a Cristo.” Charles H. Dodd
 
Após entendermos o alto preço pago por Jesus para nos ter como seus filhos, nossas vidas nunca mais serão as mesmas. Como um novo crente, você passará por tentações e podem existir momentos de dúvida e fraqueza. Porém, ele nunca desistirá de você e ao incluí-lo na sua vida, você experimentará sua fidelidade e o poder de viver para ele. Se você está pronto para começar uma nova vida com Cristo, indicamos revisar as promessas e princípios de crescimento:
O que Jesus faz por você?
Nova vida em Cristo
Se você tomou a decisão de aceitar Jesus como seu Senhor e Salvador pessoal, você será seu filho por toda a eternidade. Como seu filho, lhe é dado uma herança que inclui as seguintes promessas maravilhosas:
 1.Jesus entra na sua vida para nunca mais sair.
 2.Jesus perdoa todos os seus pecados.
 3.Jesus lhe concede a vida eterna junto com ele.
 4.Jesus ouve e responde às suas preces,
 5.Jesus lhe dá o poder de obedecê-lo.
 
Recebimento do amor incondicional de Jesus
Jesus prometer habitar sua vida e ser seu amigo e Senhor para sempre. 2 Seu amor não é baseado em quão bom você é ou em como você se sente. A vibração emocional que você pode estar experimentando agora nem sempre ocorrerá, mas Jesus estará com você.
A líder da juventude Samantha Tidball conta como, quando era adolescente, ela namorou diversos rapazes e repetidamente encontrava-se entediada após algumas semanas de namoro. Ela percebeu que ela tinha uma vibração emocional com a conquista – mas esta não se sustentava. E ela diz que foi mais ou menos a mesma coisa quando ela começou seu relacionamento com Deus. Quando a excitação inicial terminou, ela sentiu-se vazia por dentro e continuou buscando atenção em outros lugares. Ela sabia que Deus a amava, mas ela nem sempre podia sentir seu amor.
Ela escreveu em um blog:
Eu aprendi que não posso forçar um sentimento. Mas posso refletir sobre o que sei e confiar que Deus realmente me ama. Eu devo confiar que Jesus realmente estava certo do que disse em 1 João 4:9-10 “Foi assim que Deus manifestou o seu amor entre nós: enviou o seu Filho Unigénito ao mundo, para que pudéssemos viver por meio dele. Nisto consiste o amor: não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou e enviou seu Filho como sacrifício pelos nossos pecados”. Se Jesus morreu por mim e por você, o que ele diz sobre autoestima? Jesus disse: “Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a sua vida pelos seus amigos” (João 15:13). Aparentemente, Deus nos ama o suficiente para morrer por nós; não existe um ato de amor maior que esse.
Deus nos ama como somos. Viver uma vida melhor ou ter pensamentos mais profundos não fará ele nos amar mais do que já ama. Tidball diz: “não confunda o amor de Deus com o amor que você recebe das pessoas. O amor das pessoas geralmente aumenta com seu desempenho e diminui com seus erros. Não é o caso do amor de Deus. Ele o ama onde quer que esteja”.
A sua faz a diferença com Ele
Ao considerar o que Jesus fez por você, você vai querer que sua vida faça a diferença para ele. O apóstolo Paulo coloca isto desta maneira: “O amor de Deus nos compele, pois estamos convencidos de que um morreu por todos e portanto todos morreram. E como ele morreu por todos, os que vivem não deveriam mais viver por si, mas sim por ele que por eles morreu e novamente se ergueu”.
Após começar sua nova jornada com Cristo, ele começa a transformá-lo na pessoa que você foi destinada a ser. Não espere resultados imediatos; a vida cristã é mais como uma maratona do que metros rasos. Os melhores corredores sempre gastam horas em seu treinamento.
 
O treino da vida cristã envolve cinco áreas básicas:
 1.Passe tempo com a Palavra de Deus.
 2.Passe tempo com Ele em oração.
 3.Aprenda a obedecer  pela fé.
 4.Louve-O com outros.
 5.Diga a outros sobre o Seu amor e graça.
 
Fonte:  y-jesus.com/blog/downloads.

17/03/13

Porque não sou mais espírita: O testemunho de alguém que encontrou o evangelho segundo a Bíblia

Por: Maurício Carlos da Silva BragaO testemunho de alguém que encontrou o evangelho segundo a Bíblia.

“E, como aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo depois o juízo, assim também Cristo, oferecendo-se uma só vez para levar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para salvação”. Hebreus 9: 27, 28.
“No inicio de meus estudos da Bíblia, ao me deparar pela primeira vez com esse texto bíblico, fiquei muito pensativo, tentando encontrar uma interpretação que sintonizasse a doutrina espírita com a Bíblia, mas, decepcionado e perplexo, descobri que esse conflito era intransponível. A assertiva era muito taxativa: “aos homens está ordenado morrerem uma só vez” Não há brechas ou interpretações: morrer uma só vez! É incabível, portanto, a teoria da reencarnação, que pressupões inúmeras mortes do homem.”
Por mais de 16 anos, o advogado Maurício Braga freqüentou uma instituição espírita. Tornou-se um instrutor da doutrina.
Um dia, precisando de subsídios para suas aulas religiosas, buscou a ajuda de alguém que realmente conhecia a Bíblia.
Resultado: ele encontrou a Cristo nas páginas sagradas da Palavra de Deus e hoje é um cristão dedicado a pregar o evangelho aos seus ex-irmãos da fé.
Aqui, ele dá o seu testemunho e mostra as crenças e os equívocos fundamentais do espiritismo. O testemunho, não é um ataque desrespeitoso, é acima de tudo, um convite amigável para um estudo sério da Bíblia e um posicionamento diante da verdade eterna. “A Bíblia contém a verdade divina, lógica e imutável”, diz Maurício. Confira você mesmo o evangelho original.
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A busca do Conhecimento

Ao longo demais de dezesseis anos, eu freqüentei uma instituição espírita chamada Seara Bendita, de linha kardecista (seu iniciador foi Allan Kardec). O kardecismo difere de outras linhas da umbanda e quimbanda. Embora essas denominações também creiam que os espíritos sejam pessoas desencarnadas, elas tem atuação e objetivos diferenciados e possuem alguns tipos de cerimônia ou rituais o que o kardecismo não tem. No kardecismo há uma preocupação muito grande com o estudo do livro “O Evangelho Segundo o Espiritismo” , assim como a doutrina espírita, codificada em uma serie de livros, todos, de acordo com o espiritismo, “ditados por espíritos” a Allan kardec (e outros).

16/03/13

Afirmou Jesus ser Deus?


Muitos estão dispostos a aceitar Jesus Cristo como um bom homem ou um grande profeta, mas argumental que Jesus nunca afirmou ser Deus. Os que negam a divindade de Jesus indicam escrituras que suportam sua crença de que Jesus nunca teve a intenção de ser idolatrado como um Deus.

As evidências, contudo, indicam que desde os tempos dos apóstolos Jesus era idolatrado como o Senhor. Após a morte dos apóstolos, vários líderes da igreja do século um e dois escreveram sobre a divindade de Jesus. Por fim, em 325 d.c., a liderança da igreja articulou a crença de que Jesus era totalmente Deus.
Alguns argumentam que a igreja “inventou” a divindade de Jesus ao reescrever os relatos dos evangelhos. De fato, o livro de ficção mais vendido no mundo, O Código Da Vinci, vendeu mais de 40 milhões de livros ao fazer esta declaração (Veja “Houve mesmo uma Conspiração Da Vinci?” http://y-jesus.org/portuguese/wwrj/2-conspiracao-da-vinci/). Apesar de o livro ter tornado seu autor, Dan Brown, rico, seu relato fictício foi refutado pelos estudiosos como historicamente fraco. De fato, o Novo Testamento foi considerado “o mais confiável de todos os documentos da história antiga” (Veja “Os evangelhos são verdadeiros?“ http://y-jesus.org/portuguese/wwrj/4-evangelhos-verdadeiros/).
 
Neste artigo examinaremos o que Jesus Cristo disse sobre si mesmo. O que Jesus significa com os termos “Filho do homem” e “Filho de Deus”? Se Jesus não fosse Deus, por que seus inimigos o acusaram de “blasfémia”? Ainda mais importante: se Jesus não fosse Deus, por que ele aceitou idolatria?
Vamos primeiramente ver o que os cristãos acreditavam sobre Jesus Cristo.
De criador a carpinteiro?
No núcleo do cristianismo está a crença de que Deus veio à Terra na Pessoa de seu Filho, Jesus Cristo. A Bíblia ensina que Jesus não é um ser criado como os anjos, mas sim o próprio Criador do universo. Como o teólogo J. I. Packer escreve, “o evangelho nos diz que nosso Criador tornou-se nosso Redentor”.
O Novo Testamento revela que, de acordo com a vontade de seu Pai, Jesus temporariamente deixou de lado seu poder e glória para tornar-se um pequeno bebé indefeso. Conforme crescia, Jesus trabalhou em uma carpintaria, sentiu fome e cansaço, sofreu com a dor e a morte como nós. Aos 30 anos ele começou seu ministério público.
A Bíblia descreve Deus como o Criador do universo. Ele é infinito, eterno, onipotente, onisciente,

11/03/13

O que significa "Guardais dias, meses e anos"?

Colossenses 2:16 e 17 e Gálatas 4:10.

“Ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, ou dia de festa, ou lua nova, ou sábados”. (Colossenses 2:16).
“Guardais dias, e meses, e tempos, e anos...”. (Gálatas 4:10)
Muitos sinceros cristãos têm lido este texto e ‘entendido’ que esta é uma forte evidência a favor da abolição do 4o mandamento – o descanso no sétimo dia. Ao analisarmos seu contexto e entendermos ‘a que tipo’ de sábado se refere, vermos que tal conclusão (abolição do sábado) não é apoiada pelas Escrituras.
Comentaristas Batistas, Metodistas, Presbiterianos e de outras denominações reconhecem que o Sábado mencionado nestas passagens não se refere ao descanso do Sétimo Dia, mas aos sábados “cerimoniais”. Veja o que diz Adam Clarke, erudito Metodista, em seu autorizado comentário:
“Não há aqui indicação de que o sábado fosse abolido, ou que sua obrigação moral fosse superada pelo estabelecimento do cristianismo. Demonstrei em outra parte que ‘Lembra-te do dia de sábado para o santificar’ – é um mandamento de obrigação perpétua, e nunca pode ser superado senão pela finalização do tempo”.
Albert Barnes, profundo comentador presbiteriano, em sua obra Notes on the Testament, comenta Colossenses 2:16, textualmente:
“Não há nenhuma evidência nessa passagem de que Paulo ensinasse que não havia mais obrigação de observar qualquer tempo sagrado, pois não há a mais leve razão para crer que ele quisesse ensinar que um dos Dez Mandamentos havia cessado de ser obrigatório á humanidade. Se ele tivesse escrito a palavra ‘O sábado’, no singular, então, certamente estaria claro que ele quisesse ensinar que aquele mandamento (o quarto) cessou de ser obrigatório, e que o sábado não mais deveria ser observado. Mas o uso do termo no plural, e a sua conexão, mostram que o apóstolo tinha em vista o grande número de dias que eram observados pelos hebreus como festivais, como uma parte de sua lei cerimonial e típica, e não a lei moral, ou os Dez Mandamentos. Nenhuma parte da lei moral – nenhum dos Dez Mandamentos – poderia ser referido como ‘sombra das coisas futuras’. Estes mandamentos são, pela natureza da lei moral, de obrigação perpétua e universal”.
Podemos ver, portanto, palavra “Sábado” está no plural, indicando que se refere aos sábados cerimoniais.
O Sábado mencionado nesta passagem não se refere ao descanso do Sétimo Dia, mas aos sábados “cerimoniais”. A palavra “Sábado” está no plural, indicando que se refere aos sábados cerimoniais. Estes sábados eram guardados uma vez ao ano, quando o sacerdote fazia expiação pelos pecados do povo (ver Levíticos 16:29 a 31). Em Levíticos 23:38 Deus orienta ao povo para guardarem as festas fixas do Senhor “além dos sábados do Senhor”. Isto mostra que além dos sábados do Senhor tinham outras cerimónias, e entre elas este Sábado anual. 
Existem muitas provas de que na Bíblia são mencionados dois tipos de Sábados; mas creio que esta passagem da Bíblia será suficiente: Levíticos 23: 3 e 24,25.
“Seis dias trabalhareis, mas o sétimo será o sábado do descanso solene, santa convocação; nenhuma obra fareis; é sábado do SENHOR em todas as vossas moradas”. (verso 3).
“Fala aos filhos de Israel, dizendo: No mês sétimo, ao primeiro do mês, tereis descanso (esta é a