09/07/12

Ensinam os Adventistas que os Observadores do Domingo têm o Sinal Besta?


Os adventistas do sétimo dia não ensinam que os crentes que guardam o domingo têm o sinal da besta. O livro “Questões Sobre Doutrina”, que apresenta a posição oficial dos adventistas a respeito de suas doutrinas distintivas, assim se posiciona a respeito de nossa compreensão sobre o “sinal da besta”:

“Os adventistas do sétimo dia crêem que as profecias de Daniel 7 e Apocalipse 13, relativas à besta, se referem particularmente ao papado [não aos irmãos católicos que nada têm a ver com isso!], e que as atividades e o futuro poder perseguidor serão postos em nítida evidência exatamente antes da volta do Senhor em glória. Compreendemos que o sábado, então [no futuro], se tornará uma prova mundial” (“Questões Sobre Doutrina” [Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 2009], p. 158)

Apesar de tamanha clareza, muitos críticos alegam que “os adventistas ensinam que os observadores do domingo têm o sinal da besta”. O texto a seguir de Ellen White deixará ainda mais escancarado a mentira dos tendenciosos que escrevem sem ir às fontes primárias:

“Mas os cristãos das gerações passadas observaram o domingo, supondo que em assim fazendo estavam a guardar o sábado bíblico; e hoje existem verdadeiros cristãos em todas as igrejas, não exceptuando a

07/07/12

Os Adventistas do Sétimo Dia e o Seguro de Vida

Histórico sobre o Assunto

Desde seus primeiros anos, os adventistas do sétimo dia têm discutido sobre a participação ou não de membros da igreja em planos de seguro contra perda, com atenção dada ao seguro de vida.

Apesar de a igreja como um todo não ter tomado uma posição, muito menos fez disso um teste de disciplina, muitos membros creram que a igreja desencorajou ou não aprovou o fato de ter seguro de vida como sendo incompatível com o tipo de confiança na providência que marca o cristão dedicado. Ministros têm incluído frequentemente em suas apresentações públicas testemunhos contra seguros e têm encorajado os crentes, tanto antigos com novos, a abandonarem seguros já existentes.

Muitos pioneiros adventistas, apesar de saberem que a Bíblia não aborda diretamente o assunto de seguros, pediu que nenhum tipo de seguro fosse feito por cristãos. Por exemplo, em 1860 Roswell F. Cottrell, autor e líder proeminente, citou esses textos da Bíblia como apoio para a sua posição:

“Quem fica por fiador de outrem sofrerá males” (Pv 11:15). “Não toqueis em coisas impuras” (2 Co 6:17). “Não confieis em príncipes, nem nos filhos dos homens, em quem não há salvação” (Sl 146:3). “O Senhor os ajuda e os livra dos ímpios e os salva, porque nele buscam refúgio” (Salmos 37:39, 40). “Feliz o homem que em ti confia” (Sl 84: 12).

Apesar de concordar com a posição geral de Cottrell, James White tinha reservas sobre a aplicação do texto e expressa sua preocupação quanto às consequências através das seguintes palavras:


25/06/12

Jesus: Filho de Deus e Filho do Homem

A Bíblia pode ser lida com várias finalidades. Alguns a lêem com o objetivo de descobrir contradições, para assim refutar suas verdades. Outros a lêem como sendo a palavra de Deus, a revelação da vontade divina, aceitando que se Seu autor é infinitamente sábio e imutável, tudo o que ela nos revela está certo e visa a nossa salvação.
Deus, em Seu infinito amor á humanidade, ensinou as mesmas verdades de maneiras diferentes, para que nós, limitados, pudéssemos entendê-las adequadamente.
Vários vocábulos bíblicos, que identificam a Jesus nos seus diversos aspectos como um Ser divino e em Sua relação para com o homem, têm sido usados por pessoas não orientadas pelo Espírito Santo, como prova de que Ele é dependente de Deus, subordinado a Ele, como se fosse possível separar estes dois seres como distintos e tendo objetivos diferentes.
Quando a Bíblia chama a Jesus “o primogénito da criação de Deus” e “o princípio da criação de Deus”, querem considerá-lo como a primeira coisa criada por Deus. Quando a Bíblia O chama “o Unigénito Filho de Deus”, vêem nestas palavras defesa para a sua ideia de que Cristo é o único gerado para ser Seu Filho.
Outros vocábulos empregados na Bíblia têm sido usados com a finalidade de apoucar a pessoa de Cristo colocando-O abaixo de Deus.
A palavra Filho, estudada nesta pesquisa, é também uma das muitas que são mal interpretadas. Se

A BÍBLIA RESPONDE - Jesus bebeu vinho?