26/04/11

AQUI ESTÁ A IGREJA QUE TEM A VERDADE!

Há uma só verdade. Sempre foi assim, desde o princípio, porque Deus não muda (Tg 1:17; Mt 5:18; Ef 4:5,6). Porém, devido à entrada do pecado no mundo, apareceram duas correntes antagônicas: “a comunidade de Sete e a comunidade de Caim; a comunidade da obediência e a comunidade da rebelião; a comunidade cios fiéis ao Criador e a comunidade dos que abandonaram o Criador”.1 A comunidade dos fiéis é qualificada por um adjetivo específico: “remanescente”. Ela não atribui a si essa qualidade. Deus é quem a chama desse modo. Portanto, essa comunidade de pessoas fiéis não é fruto da vontade humana, mas da soberana vontade de Deus.
O remanescente do tempo do fim é mais numeroso do que muitos imaginam, pois não é composto apenas de pessoas “que guardam os mandamentos de Deus e têm o testemunho de Jesus” (Ap 12:17), mas também de um grande número de cristãos sinceros, espalhados por todas as denominações, os quais seguem fielmente a luz que possuem, embora incompleta. Por isso, o conceito bíblico de povo escolhido não implica a rejeição dos demais. Em vez de excluí-los, Deus os aceita como são, para que sejam transformados como Ele deseja. Portanto, a missão final confiada ao remanescente visa à inclusão de todos os sinceros, não importando onde eles estejam. Amin A. Rodor afirma: “A noção de remanescente não sugere uma visão reducionista da salvação, ou seja, que a salvação seja limitada a pessoas dentro da comunhão adventista do sétimo dia.”2
O livro Questões Sobre Doutrina enfatiza: “Cremos que, ao longo de todos os séculos, Deus teve Seus eleitos, que se distinguiram por sua sincera obediência a Ele, seguindo a luz que lhes foi revelada. Eles constituem o que pode ser descrito como a igreja invisível. Cremos também que, em diversos períodos da história terrestre, Deus chamou um grupo de fiéis, tornando-os os únicos depositários e expoentes de Sua verdade.”3
Exclusivismo? - Alguns adventistas não gostam da palavra remanescente. Eles a consideram inadequada, dizendo: “Tem conotação exclusivista.” William G. Johnsson, ex-editor da Adventist Review [Revista

14/04/11

JESUS NO ANTIGO TESTAMENTO

Imagem: O Anjo* do Senhor (Jesus) Salva os 3 amigos de Daniel da fornalha ardente (Daniel Capítulo 3). * A palavra anjo significa mensageiro.


O Filho é o principal representante e mensageiro de Deus no antigo Testamento.
Todas as vezes que aparece a expressão Anjo do SENHOR no antigo testamento se refere a Cristo, o Filho de Deus.
ANJO É UMA PALAVRA QUE SIGNIFICA MENSAGEIRO e não denota criatura (ou ser criado)
Aparições do Filho de Deus no antigo testamento.1- O Filho de Deus e 2 anjos aparecem e conversam com Abraão. (Ver Genesis capítulo 18 e 19:24) Não foi o Pai porque este nunca foi visto por nenhum ser humano (I Timoteo 6:16)
2- Apareceu a Jacó (Gen 32:30)
3- Apareceu a Moisés e mais 70 anciões (Exodo 24:9-11)
4- Apareceu a Josué (Josué 5:13-15)
5- Apareceu Gideão. O Anjo do Senhor é ao mesmo tempo o proprio SENHOR (Juízes 6:11-24)
6- Apareceu aos pais de Sansão (Juízes capítulo 13, ver o verso 22) Novamente o Anjo do Senhor é indentificado como Deus.
7- Apareceu 2 vezes a Salomão (I Reis 11:9)
8- Apareceu na Babilônia e salvou os 3 amigos de Daniel (3:25). O rei Nabucodonosor confirmou que o

12/04/11

QUEM É MIGUEL O ARCANJO?

Um facto Surpreendente: Quando o Rei Humberto da Itália herdou o trono, Nápoles estava à beira da insurreição contra a monarquia. Políticos defenderam violentas medidas para forçar as pessoas à submissão, mas o rei não o permitiu. Depois, a cólera subitamente eclodiu na cidade, e junto com a temida doença veio a fúria. O jovem rei, ignorando as advertências dos seus conselheiros, deixou o palácio e visitou sozinho os lotados hospitais de Nápoles. Emocionado com a situação, com dedicação e amor à causa, ele ministrou inclusive às pessoas ingratas com suas próprias mãos. Muitas pessoas que sofriam, suspiraram orações de gratidão para com o jovem médico que os servia, não sabendo que ele era o seu desprezado rei. Quando a praga foi finalmente contida, muitos descobriram a verdadeira identidade do nobre enfermeiro que tinha cuidado deles. Nápoles, em seguida, tornou-se uma cidade conquistada, não pela força, mas pelo amor e piedade do monarca que uma vez recusara. A partir de então, o povo de Nápoles tornou-se fiel ao Rei Humberto.
O Enigma de Miguel.
Perguntas frequentes surgem nos círculos cristãos sobre a verdadeira identidade do misterioso personagem bíblico conhecido como Miguel, algumas vezes chamado de “o Arcanjo Miguel” e “Miguel, o Grande Príncipe.” Alguns alegam que Miguel é o mais elevado dos anjos celestiais, um dos querubins cobridores ou um mensageiro especial desejado por Gabriel. Sendo, portanto, um ser criado. Outros, como o comentarista bíblico Matthew Henry, afirmam que Miguel é simplesmente mais um dos muitos nomes do próprio Jesus. Poderemos nós conhecer a verdadeira identidade deste misterioso Ser? Obviamente, a chave para decifrar esta pergunta intrigante é encontrada nas Escrituras. “Pois é preceito sobre preceito, preceito sobre preceito; regra sobre regra, regra sobre regra; um pouco aqui, um pouco ali”. (Isaías 28:10)
Um breve estudo numa Concordância Bíblica revela que há 15 referências ao nome Miguel nas Escrituras. Dez dessas vezes, ele é simplesmente chamado Miguel. De fato, a entrada para “Miguel” no léxico (grego e / ou dicionário hebraico) afirma: “O nome de um arcanjo e nove israelitas.”
É a identidade de Miguel, o arcanjo e príncipe, mencionado nas últimas cinco referências que buscamos neste importante estudo.
A primeira destas três referências de Miguel está no Antigo Testamento, no livro do profeta Daniel. Os dois últimos são mencionados nos livros do Novo Testamento de Judas e Apocalipse. Com um honesto estudo de comparação destes e de outros versos, rapidamente surgem pistas que nos levam a uma clara conclusão da verdadeira identidade de Miguel; Ele não é senão Jesus, Ele não é um anjo criado ou querubim, mas o seu nome é um dos muitos títulos do grande Filho eterno de Deus!
À primeira vista, o Antigo Testamento retrata Miguel como um príncipe, e o Novo Testamento descreve-O como um arcanjo. Mas, olhando para outras Escrituras relacionadas onde são utilizadas semelhante expressão e linguagem, vamos ver emergir um padrão interessante.
Um Aviso.
Antes de proceder qualquer outra coisa, por favor, leia com atenção e entenda este próximo pensamento. Porque a palavra “anjo” significa mensageiro, ela é muito usada livremente e em grande parte das Escrituras. Às vezes, homens são chamados anjos na Bíblia (1 Samuel 29:9, Gálatas 4:14). Às vezes anjos são mencionados como se fossem homens (Génesis 32:24). E noutros lugares, como será demonstrado em breve, o próprio Deus é identificado como um anjo! Claro que, mesmo os anjos são chamados anjos.
Normalmente, quando uma pessoa pensa num anjo, imagina vários níveis de espíritos ministradores conhecidos como Anjos, Serafins, ou Querubins. Ao contrário de Jesus, estes seres celestiais são criados. Existem alguns cultos que ensinam que Jesus, antes da Sua encarnação terrena, foi realmente apenas um poderoso anjo que tinha uma exaustiva contenda, com o Seu companheiro desobediente: o anjo Lúcifer. Por sua vez, isto significaria que Jesus foi uma criatura promovida por seu Pai e por isso não é o Deus eterno como os cristãos acreditam. Este estudo rejeita categoricamente essa opinião. Jesus é, e sempre tem sido, o Filho do Deus eterno e, na verdade, o próprio Deus. Qualquer comparação feita a Jesus como um anjo no presente estudo é simplesmente no sentido clássico, como um grande mensageiro da salvação e de forma alguma têm a intenção de diminuir a Sua divindade eterna.
A chave está no Nome.
Primeiro, vamos examinar o significado de algumas palavras e nomes. No Novo Testamento grego, a palavra “anjo” significa “mensageiro”, e “arc” significa “chefe, principal, maior, ou mais elevado.” Então, “arcanjo” significa simplesmente “mais elevado ou importante mensageiro.” O nome hebraico “Miguel”, encontrado no Antigo Testamento, significa “quem é como Deus” ou, por vezes, ele forma uma pergunta:

01/04/11

SERÁ O ANTICRISTO UM HOMEM OU UM PODER?

Paulo referiu-se ao Anticristo como “o homem do pecado … o filho da perdição” (2 Tessalonicenses 2:3). É principalmente por causa deste verso que milhões de pessoas têm acreditado que haverá apenas um protagonista. Será o Anticristo um só homem ou um poder? 
O que quer dizer o apóstolo Paulo neste texto?
A Bíblia diz claramente que há “muitos anticristos” (1 João 2:18) e um “espírito do anticristo” (1 João 4:3). João escreve também que qualquer pessoa que nega a verdadeira doutrina de Jesus Cristo é “o enganador e o anticristo” (2 João 1:7-9). Assim,  a ideia da existência de apenas “um” anticristo não é correta no contexto bíblico.
Há outras declarações igualmente inspiradas na Bíblia em paralelo com a expressão de Paulo, “o homem do pecado”. Em Daniel refere o “chifre pequeno” (Daniel 7:8), no Apocalipse a “besta” (Apocalipse 13:1), “o mistério da iniquidade” (2 Tessalonicenses 2:7), e “o iníquo” (2 Tessalonicenses 2:8). De quem ou de que coisa está a Bíblia a referir-se?
A maioria concorda que o “chifre pequeno” de Daniel, a misteriosa “besta” do Apocalipse, e o “homem do pecado” de Paulo, todos se referem ao mesmo poder. Daniel 7 descreve quatro animais – um leão, um urso, um leopardo, e um dragão; como a besta com dez chifres (Daniel 7:3-7). Depois surge na cabeça da besta o “pequeno chifre, diante do qual três dos primeiros chifres foram arrancados” (Daniel 7:8). Este

28/03/11

QUEM É O ANTICRISTO?

1. Confissão de fé Irlandesa (Episcopal – 1615)
2. Confissão de Fé de Westminster (Presbiteriana – 1647)
3. Confissão de Fé de Londres (Batista -1689)
4. Notas de Jonh Wesley ao Novo Testamento (Metodista – 1754)
5. Confissão de Fé adventista do 7° dia (1889)

Para as confissões de fé acima mencionadas, o chifre pequeno de Daniel 7:25 ou o Homem do Pecado de II Tessalonicenses é o poder papal, ou a instituição do papado que reinou longo dos séculos. E para outras personalidades que estudaram a Bíblia também (Dante Alighieri, Isaac Newton etc).

Actualmente busca-se um anticristo futuro, uma espécie de Hitler, ou um pagão, judeu ou mulçumano. Nada disso está correcto. Nada disso é a verdade.

O Espírito Santo guiou os reformadores nas suas confissões de fé, revelando-lhes a luz que podiam suportar

24/03/11

O DEUS DAS PORTAS ABERTAS

Colossenses 4:2-4
Paulo pede aos irmãos que orem por ele, a fim de que Deus possa abrir portas para a pregação do evangelho: “Suplicai, ao mesmo tempo, também por nós, para que Deus nos abra porta à palavra, a fim de falarmos do mistério de Cristo, pelo qual também estou algemado; para que eu o manifeste, como devo fazer” (Col. 4:3-4). Este conceito de abrir portas está presente em toda a Bíblia, reforçando a ideia de que temos um Deus que nos oferece soluções, principalmente, nos momentos mais difíceis da vida.
O Deus da Bíblia é o Deus que abre portas. Ele cria acessos, franqueia oportunidades e abre portas de emergência.
DEUS ABRE A PORTA DOS CÉUS
Deus abriu a porta dos céus para que o homem pudesse para restabelecer a relação de vida. Jacob sonhou: “E eis posta na terra uma escada cujo topo atingia o céu; e os anjos de Deus subiam e desciam por ela” (Gn 28.12). Despertando Jacob do seu sono declarou: “Na verdade o Senhor está neste lugar, e eu não

22/03/11

POR QUE CREIO EM DUES.

Afinal, Deus existe ou não? Esta pergunta obscurece todas as outras que a humanidade possa fazer. Se você acha que esta declaração seria de um teólogo ou de um pregador, então veja a frase encontrada em The Great Ideas Syntopicon (Temário de Grandes Ideias), um guia de estudos decisivo para a série Great Books, uma notável coleção da maior parte da sabedoria do mundo ocidental, combinada desde os tempos de Tales até ao presente.
Mortimer Adler declara: "Com excepção de certos matemáticos e físicos, todos os autores de Great Books estão representados no capítulo que fala sobre Deus". A razão é óbvia. Existem mais consequências no terreno do pensamento e da ação na afirmação ou na negação de Deus do que em se responder a qualquer outra pergunta, por importante que esta seja.
A vida do homem na sua totalidade é afetada pelo facto do homem se considerar o ser supremo do universo ou reconhecer que existe um ser supra-humano que é objeto do seu amor ou seu medo, uma força a ser desafiada ou um Senhor a ser obedecido. Neste nosso tempo, em que o ateísmo militante está em marcha, espalhando-se como um micróbio mortífero através do mundo, temos que considerar o significado desta pergunta e as evidências da existência de Deus.
Talvez uma das ideias mais comuns na mente da maioria dos sofisticados americanos é de que a ciência refutou a existência de Deus, ou como Julian Huxley disse, eles reduziram Deus "simplesmente a um evanescente sorriso do gato no conto Alice no País das Maravilhas." Destruiu a ciência a crença na existência de Deus? No livro “Deus, o Átomo e o Universo”, James Reid declara:
"A ciência está preparando uma surpresa para a humanidade! Pelo menos será uma surpresa para aqueles que têm dúvidas sobre a Bíblia e sobre o Deus da Bíblia. Virá também essa surpresa para aqueles que se submetem à ideia errónea de que a ciência diminuiu o valor da Bíblia. Na realidade, poderá até chocar
alguns cientistas, que podem ficar assombrados ao descobrir que um facto novo revelado ou uma teoria aceite por eles provê mais um elo na cadeia de evidências que mostram as evidências do universo e apoiam as declarações bíblicas — inclusive a criação."
Esse autor diz mais, que durante anos, como homem de ciência, tinha procurado descobrir apoio na Bíblia para a física clássica, a física de Newton, e não o tinha encontrado.
Ao chegarmos ao século vinte, a antiga física clássica deu lugar à física quântica, à teoria atómica, e um conceito completamente novo sobre o universo veio à tona. Quando a teoria da relatividade de Einstein revelou a íntima relação entre massa e energia, ele repentinamente observou que as novas descobertas da ciência estavam estabelecendo os ensinamentos das Escrituras. Os fatos do universo estão sendo progressivamente apoiados pelas descobertas científicas e as consequências disso são incalculáveis.
Vivemos dias quando é muito popular a ideia de que não existe um Deus diante de quem o homem é responsável. Eu creio que esse pensamento é a causa da enorme incidência do crime, assassinatos, estupros, roubos e todos os males imagináveis encontrados na nossa sociedade hoje.
Eu já ouvi dezenas de homens, que supostamente deveriam ter algum conhecimento do assunto, discutirem uma grande variedade de remédios para a situação, e fico surpreso de sua incrível cegueira. Eles parecem não reconhecer que a agressiva negação do Deus da Bíblia é a causa de se tornarem os homens cada vez mais animalescos. Ensine-se aos homens que eles são animais e com o passar do tempo eles vão agir como animais.
E. L. Woodward, professor de História Moderna na Universidade de Oxford, afirma o seguinte: