21/02/11

DECRETO DOMINICAL DE CONSTANTINO

“IMPERATOR CONSTANTINUS AUG. HELPIDIO: OMNES JUDICES, URBANÆQUE PLEBES ET CUNCTARUM ARTIUM OFFICIA VENERABILI DIE SOLIS QUIESCANT. RURI TAMEN POSITI AGRORUM CULTURÆ LIBERE LICENTERQUE INSERVIANT, QUONIAM FREQUENTER EVENT, UT NON APTIUS MANDENTUR NE OCCASIONE MOMENTI PEREAT COMMODITAS CŒLESTI PROVINCIONE CONCESSA.” — Edito promulgado em sete de março de 321 AD, “Corpus Júris Civilis”, “Codex Justinianus”, liv. III, tit. 12 e 13, Leipzig, 1837, vol. 2, p. 108 (Ver fig. 6). A lei é apresentada em Latim e em tradução para o inglês em “History of the Christian Church”, de Philip Schaff, D.D., vol. 3, par. 3, cap. 7, sec. 75, pág. 380, nota rodapé nº. 1. Veja em “A Manual of Church History” (Philadelphia: The American Baptist Publication Society, 1933), de Henry Newman, ed. Revista, vol. 1, págs. 305 a 307. Veja também em “The Prophetic Faith of Our Fathers” (Washington D.C.: Review and Herald Publishing Association, 1950), de L. E. Froom, vol. 1, págs. 376 a 381.

Tradução:
“Que os magistrados, as pessoas nas cidades e os operários, bem como os comerciantes, repousem no venerável dia do Sol. Aos moradores dos campos, porém, conceda-se atender livre e desembaraçadamente aos cuidados da sua lavoura, visto suceder frequentemente não haver dia mais adequado à mesma e ao plantio das vinhas, pelo que não convém deixar passar a ocasião oportuna e privar-se a gente das provisões deparadas pelo Céu.”


16/02/11

AS INTENÇÕES AGRESSIVAS DO PAPADO

Muitos americanos ficariam surpresos ao saber que um dos maiores adversários da liberdade civil e religiosa é a Igreja Católica Romana. Ninguém conhece sobre o ódio católico romano em relação à liberdade porque os livros de História nas escolas públicas e faculdades têm sido, em sua maior parte, expurgados de quase todas as coisas negativas sobre a história sangrenta de Roma papal. Muitos jesuítas e outros defensores do catolicismo têm ingressado junto a comitês de seleção de livros didáticos, a fim de censurarem comentários negativos sobre a Igreja Católica Romana. As Enciclopédias nos EUA também foram afetadas. A história foi reescrita para que as pessoas cada vez menos soubessem sobre as verdadeiras questões que enfrentaram os reformadores e a verdadeira história da Igreja Católica.

Darryl Eberhart do Tackling the Tough Topics newsletter, escreveu:
“A maioria das nossas enciclopédias e livros de história não nos dizem que o objetivo da tentativa de invasão da Inglaterra em 1588 pela Armada Espanhola foi desembarcar tropas na Inglaterra, para se juntarem aos católicos romanos locais em um esforço para derrubar o governo e trazer a Inglaterra, pela força, de volta sob a autoridade da Roma Papal! O rei católico da Espanha (Filipe II) queria uma “compensação” financeira para o lançamento desta invasão. E então o pontífice romano, o Papa Sisto V, prometeu ao rei Filipe II, 200.000 coroas logo que a Armada Espanhola zarpasse para a Inglaterra, e mais dinheiro seria enviado mais tarde. Assim, o Papado estava ajudando a financiar a planejada invasão da Inglaterra!” [i]

Em 1931, o Papa Pio XI explicou esta iniciativa na sua Carta Encíclica Quadragesimo Anno:
“Sob a orientação e luz da encíclica de Leão foi assim desenvolvida uma verdadeira ciência social católica, a qual continua a ser cultivada e enriquecida pelo incansável trabalho diário desses homens escolhidos a quem nós temos chamado de cooperadores da Igreja … A doutrina da Encíclica Rerum Novarum começou, pouco a pouco a penetrar entre os que, estando fora da unidade católica, não reconheciam a autoridade da Igreja; e esses princípios de sociologia católicos gradualmente tornaram-se parte da herança intelectual de toda a raça humana … Assim também, alegramo-nos que as verdades católicas tão vigorosamente proclamadas pelo nosso ilustre predecessor [Leão XIII em 1891 em sua Carta Encíclica "Rerum Novarum"], são citadas e defendidas não apenas em livros e revistas não-católicos, mas freqüentemente também nas assembléias legislativas e tribunais de justiça“. [ii]

Aqui estão várias citações destacando as intenções agressivas do Papado:
Professor Católico Orestes Brownson, Brownson Review (Janeiro, 1854): 90:
“Mas é a intenção do papa possuir este país? Não há dúvida. Nesse intuito ele é auxiliado pelos jesuítas e todos os bispos e padres católicos? Sem dúvida, se eles são fiéis à sua religião”. [iii]

Hector MacPherson, The Jesuits in History (Edinburgh: Macniven and Wallace, 1914): 52, 85, 100:
“… Que os jesuítas estavam ativamente conspirando para o extermínio do protestantismo não foi ficção de Oates, mas um fato certo e mortal …”

“Na Reforma a raça irlandesa permaneceu romanista; e as misérias que vieram sobre ela, devem ser principalmente atribuídas aos jesuítas, que usaram a Irlanda como um fator em seu esquema de derrubar o protestantismo na Inglaterra e estabelecer uma dinastia católica romana completamente sob o controle do Papado”

“…onde quer que os jesuítas fossem, eles colocavam a prosperidade mundana e à influência política de sua Ordem acima de todas considerações religiosas. De acordo com sua política secreta puseram-se a ganhar influência na Corte; e, a fim de cumprir seu objetivo, estavam dispostos a tolerar o assassinato, sedição, etc”

O Papa João Paulo II, na sua carta apostólica Ad Tuendam Fidem (18 de maio de 1998), fez declarações ousadas sobre a necessidade de submissão ao Papa em questões doutrinais. Ele declarou que a falta de submissão era digna de punição:
“Todo aquele que nega ou põe em dúvida qualquer verdade que deve ser crida com fé divina e católica, ou repudia a fé cristã como um todo, e não torna a seus sentidos, depois de ter sido legitimamente admoestado, deve ser punido como herético … quem rejeitar obstinadamente uma doutrina proposta como definitiva, ou defender uma doutrina condenada como errônea pelo Romano Pontífice ou pelo Colégio dos Bispos no exercício do magistério autêntico, e, legitimamente admoestado, não se corrigir, seja punido com uma pena adequada”.

Uma das questões doutrinárias que o Papado demanda obediência é a guarda do domingo. O Papa João Paulo II disse isso, de acordo com o Ad Tuendam Fidem:
“Uma pessoa que viola a santidade do domingo deve ser punida como um herético”. [iv]

O Papa Nicolau I, em uma carta ao rei da Bulgária em 860 dC disse:
“Eu te glorifico por ter mantido sua autoridade colocando à morte as ovelhas errantes que se recusaram a entrar no rebanho; e você não somente não pecou, mas mostrou um rigor sagrado, e eu ainda o felicito por ter aberto o reino dos céus para as pessoas submetidas à sua regra. Um rei não precisa ter medo de comandar massacres, quando estes vão manter seus súditos em obediência, ou levá-los a submeter-se a fé de Cristo, e Deus irá recompensá-lo neste mundo e na vida eterna, por esses assassinatos”.

O Papa Urbano II em Clermont, na França, em Novembro de 1095 escreveu:
“Se você deve ter sangue, banhe-se no sangue dos infiéis. Soldados do inferno, se tornam soldados do Deus vivo!”

O Papa Leão VIII, na Encíclica Immortale Dei de (01 de novembro de 1885), escreveu:
“A irrestrita liberdade de pensamento e de abertamente tornar conhecido os pensamentos de alguém não é inerente aos direitos dos cidadãos e de modo algum é digno de favor e de apoio”. (grifo nosso).

O Papa Pio IX, na Carta Encíclica Quanta Cura de (08 de dezembro de 1864), escreveu:
“Opiniões falsas e perversas [da democracia e liberdade individual], que tanto mais se hão de detestar quanto que tendem a impedir e ainda suprimir o poder saudável que até o final dos séculos deve exercer livremente a Igreja católica por instituição e mandato de seu divino Fundador, sobre os homens em particular e também sobre as nações, povos e governantes supremos; erros que tratam, igualmente, de destruir a união e a mútua concórdia entre a Igreja e o Estado, que sempre foi tão proveitosa para a Igreja, como para o próprio Estado”.

“E com esta idéia do governo social, absolutamente falsa, não hesitam em consagrar aquela opinião errônea, em extremo perniciosa à Igreja católica e à saúde das almas, chamada por Gregório XVI, Nosso Predecessor, de feliz memória, “loucura” [2], isto é, que “a liberdade de consciências e de cultos é um direito próprio de cada homem, que todo Estado bem constituído deve proclamar e garantir como lei fundamental, e que os cidadãos têm direito à plena liberdade de manifestar suas ideias com a máxima publicidade – seja de palavra, seja por escrito, seja de outro modo qualquer, sem que autoridade civil nem eclesiástica alguma possam reprimir em nenhuma forma”.

O Syllabus dos Erros Condenados pelo Papa Pio IX (08 de dezembro de 1864) enumera várias declarações que o Papa chamou erradas. Aqui estão algumas declarações condenadas pelo Papa Pio IX:
“15. Todo homem é livre para abraçar e professar aquela religião que, guiado pela luz da razão, julgar verdadeira.

24. A Igreja não tem o poder de usar a força, nem tem qualquer poder temporal, direto ou indireto.

77. Nos dias atuais já não é conveniente que a religião católica deva ser mantida como a única religião do Estado, com exclusão de todas as outras formas de adoração.”

Jornal católico Inglês, The Rambler (Setembro 1852):
“Devo manter a esperança para os protestantes que eu não vou intrometer-me com o credo deles, se eles não intrometerem-se com o meu? Devo levá-los a pensar que a religião é uma questão de opinião pessoal, e tentá-los esquecer que eles não tem mais direito à suas opiniões religiosas mais do que eles têm a minha carteira, ou a minha casa, ou ao meu sangue ou vida? Não! O catolicismo é o mais intolerante dos credos. É a intolerância em si, pois ele é a própria verdade”.

Catholic World (Agosto de 1871): 735:
“Nós não aceitamos isso [ou seja, a República Constitucional dos Estados Unidos da América]… Se a República Americana deve ser sustentada e preservada em absoluto, deve ser pela rejeição do princípio da Reforma [Protestante], e a aceitação do princípio católico …”

“Fé”, o Catecismo da Igreja Católica (Liguori Publications, 1994): 507:
“Heresia é a negação obstinada pós-batismal de uma verdade que deve ser crida com fé divina e católica ou também uma dúvida pertinaz sobre a mesma ;…. cisma é a recusa de submissão ao Pontífice romano ou da comunhão com os membros da Igreja a ele sujeitos”.

Civilta Cattolica (House Organ dos jesuítas):
“Fascismo é o regime que melhor corresponde aos conceitos da Igreja de Roma”.

Western Watchman (Uma publicação católica romana fora de St.Louis):
“A Igreja [Católica Romana] tem perseguido. Apenas um aprendiz [Isto é, novato] na história da igreja negará que … 150 anos depois de Constantino [Imperador Romano], os donatistas foram perseguidos e, por vezes, condenados à morte … Os protestantes foram perseguidos na França e Espanha com a total aprovação das autoridades da igreja [Católica Romana] … Quando ela [isto é, a Igreja Católica Romana] pensa que é bom usar a força física, ela a usará”.

“O protestantismo não é uma religião … nunca foi uma religião. O máximo que poderia ser dito sobre ele é que era uma forma de estupro e roubo disfarçado de religião”.

O Padre Charles Chiniquy, em O padre, a Mulher e o Confessionário (BiblioBazaar, 2007): 104:
“Não têm os papas pública e repetidamente anatematizado o princípio sagrado da liberdade de consciência? Será que eles não disseram corajosamente, nos dentes das nações da Europa, que a liberdade de consciência devia ser destruída – morta a qualquer custo? Não tem o mundo inteiro ouvido a sentença de morte à liberdade vinda dos lábios do velho homem do Vaticano?”

Enciclopédia Católica volume 14 (1911): 767-768:
“Não há ofensa mais grave do que a heresia … e, portanto, ela deve ser erradicada com fogo e espada”.

David Hunt, A Mulher Montada na Besta (Harvest House, 1994): 126:
“A Constituição dos Estados Unidos foi condenada pelo papado, pois separou a Igreja e o Estado e proibiu o estabelecimento de qualquer religião pelo governo. Os papas, por outro lado, há muito requeriram dos governos fazerem do catolicismo a religião oficial e proibirem a prática de qualquer outra”.

Dr. William P. Grady:
Durante um sermão, em 1850, o Arcebispo [católico romano] John Hughes de Nova York, porta-voz líder da nação do Vaticano, reconheceu finalmente que existia uma conspiração para dominar a América livre. A imprensa católica ficou em êxtase. Um trecho do ‘Shepherd of the Valley‘, Jornal Oficial dos Bispos [Católicos] de St. Louis, declarou: “Se os católicos sempre obtém uma suficiente maioria numérica neste país, a liberdade religiosa é chegada ao fim”. O [Arcebispo] Hughes em seu próprio jornal, ‘New York Freeman’ descaradamente anunciou: “Nenhum homem tem o direito de escolher sua religião”.

Bill Hughes, em Os Terroristas Secretos (Truth Triumphant Ministries): 138:
“Por mais de 200 anos, o objetivo [dos Jesuítas] foi a completa destruição da Constituição dos Estados Unidos … No campo religioso, o objetivo dos jesuítas é acabar com qualquer vestígio do protestantismo e outras religiões, e restaurar a dominação mundial pelo papa”.

Darryl Eberhart, em “The Papacy’s Hatred of Liberty – O ódio Papal a Liberdade”
O papado, apesar de sua “retórica ecumênica”, não mudou nem um pouco ao longo dos séculos nos seguintes aspectos:
* O seu profundo ódio aos judeus, e a todos os cristãos independentes crentes na Bíblia, protestantes e cristãos ortodoxos (recentemente na década de 1940, unidades militares Católicas da Utashi, na Croácia, lideradas e instigadas por padres franciscanos, monges e frades, assassinaram de 600 mil a 1 Milhão de inocentes cristãos ortodoxos sérvios, homens, mulheres, idosos e crianças – com muitas das vítimas sendo brutalmente torturadas antes de serem mortas.
* O seu sonho de longa data de trazer todos os cristãos sob seu monopolista e totalitário, controle eclesiástico.
* O seu sonho de longa data de encabeçar uma organização religiosa Totalitária no mundo.
* O seu sonho de longa data para trazer todos os líderes mundiais – especialmente aqueles em países “cristãos” – sob o poder temporal do Papa.

Charles Chiniquy, um padre católico que virou-se para o protestantismo, adverte a América sobre essas agressivas intenções do papado:
“Essas leis sangrentas e anti-sociais de Roma, depois de terem coberto a Europa com ruínas, sangue e lágrimas, durante dez séculos, atravessaram os oceanos para continuar seu trabalho de escravidão e desolação, sangue e lágrimas, ignorância e desmoralização, neste continente. Sob a máscara e o nome da Democracia, eles levantaram o estandarte da rebelião do Sul contra o Norte, fazendo com que mais de meio milhão dos filhos mais heróicos da América caíssem sobre os campos da carnificina.

“Em um futuro muito próximo, se Deus não milagrosamente impedir,essas leis de ações escuras e sangrentas farão com que a prosperidade, os direitos, a educação e as liberdades desta tão confiante nação, sejam enterradas sob os escombros de uma montanha de fumaça e sangue. No topo dessa montanha, Roma vai aumentar seu trono e plantar sua bandeira vitoriosa.

“Então ela vai cantar sua Te Deums e gritar seus gritos de alegria, como fez, quando ouviu os lamentos e gritos de desespero dos milhões de mártires queimando nos cinco mil Autos de Fé, que ela tinha levantado em todas as capitais e grandes cidades da Europa. [v]

Referências
[i] Darryl Eberhart, “Deceitful Revisers,” Tackling the Tough Topics (January 20, 2006).
[ii] Pius XI, Quadragesimo Anno (1931): 48.
[iii] As quoted in J. M’Clintock (ed.), The Methodist Quarterly Review Volume 37 (New York: Carleton & Phillips, 1855): 78.
[iv] Detroit News (July 7, 1998): A1.
[v] Charles Chiniquy, Fifty Years in the Church of Rome (Chicago: Adam Craig, 1889): 687.

Artigo extraído do Site Amazing Discoveries. Crédito da Tradução Blog Sétimo Dia http://setimodia.wordpress.com/

09/02/11

SERÁ MIGUEL UM NOME DE JESUS?

O nome Miguel significa: “Quem é semelhante a Deus?”. É um desafio a Satanás que, desde o princípio, quis ser igual ao Criador (Isaías 14:12-14). Sempre que Miguel é mencionado na Bíblia, refere-se à pessoa de Jesus como Comandante dos exércitos celestiais em direta disputa com Satanás. Para nossa felicidade eterna, Miguel sempre sai vitorioso. Leia: Judas 9; Daniel 10:13, 21;12:1; Apocalipse 12:7.
Nota explicativa: quando nós Adventistas afirmamos que Miguel significa “semelhante a Deus”, no original e para a cultura hebraica, entendemos que “semelhante” significa “igual” (ver João 5:18; 19:7).
Miguel, portanto, é um dos nomes de honra de Jesus e em nada interfere na Sua Divindade. Por isso, é injusta a comparação que alguns “apologistas” modernos fazem entre os Adventistas e as Testemunhas de Jeová, que usam o argumento de que Cristo é “Miguel” para “provar” que Ele é uma “criatura”.
Sendo Jesus chamado “arcanjo” (e até de anjo algumas vezes, como veremos a seguir) nas Escrituras, isto não O torna “anjo” no sentido de criatura, assim como o fato de ser chamado "cordeiro" (João 1:29) e leão (Apocalipse 5:5) não o torna animal. Da mesma forma que estes nomes simbólicos se referem a determinadas funções de Jesus, os termos “arcanjo” e “anjo”, também. Anjo significa “mensageiro” e Jesus é o “mensageiro de Deus Pai” à humanidade, o Mensageiro que comunica as boas notícias da Salvação!

29/01/11

CONSEQUENCIAS DE REJEITAR VOLUNTÁRIAMENTE O ESPÍRITO SANTO

Se alguém proferir alguma palavra contra o Filho do homem, ser-lhe-á isso perdoado; mas, se alguém falar contra o Espírito Santo, não lhe será isso perdoado, nem neste mundo nem no porvir. Mat. 12:32.
Fora justamente antes disso que Jesus operara pela segunda vez o milagre de curar um possesso, cego e mudo, e os fariseus haviam renovado a acusação: “Ele expulsa os demônios pelo príncipe dos demônios.” Mat. 9:34. Cristo disse-lhes positivamente que em atribuir a obra do Espírito Santo a Satanás, estavam-se separando da fonte de bênçãos. Os que tivessem falado contra o próprio Cristo, não Lhe discernindo o caráter divino, poderiam receber perdão; pois mediante o Espírito Santo poderiam ser levados a ver seu erro e arrepender-se. Seja qual for o pecado, se a alma se arrepende e crê, a culpa é lavada no sangue de Cristo; mas aquele que rejeita a obra do Espírito Santo, assume uma posição que impede o acesso ao arrependimento e à fé.
É pelo Espírito que Deus opera no coração; quando o homem rejeita voluntariamente o mesmo, e declara que é de Satanás, corta o conduto por onde Deus Se pode comunicar com ele. Quando o Espírito é afinal rejeitado, nada mais pode Deus fazer pela alma. …
Não é Deus que cega os homens ou lhes endurece o coração. Envia-lhes luz para lhes corrigir os erros e guiá-los por veredas seguras; é pela rejeição dessa luz que os olhos cegam e o coração se endurece. Muitas vezes o processo é gradual e quase imperceptível. A luz chega até à alma por meio da Palavra de Deus, de Seus servos, ou diretamente por Seu Espírito; mas quando um raio de luz é rejeitado, dá-se o parcial entorpecimento das percepções espirituais, e a segunda revelação da luz é menos claramente discernida. Destarte aumenta a treva, até que se faz noite na alma. Assim se dera com esses guias judeus. Estavam convencidos de ser Cristo assistido por um poder divino, mas a fim de resistir à verdade, atribuíam a obra do Espírito Santo a Satanás. Procedendo desse modo, escolhiam deliberadamente o engano; renderam-se a Satanás, e daí em diante foram regidos por seu poder. O Desejado de Todas as Nações, págs. 321-323.

25/01/11

ALGUMAS DIFERENÇAS ENTRE AS DOUTRINAS DE DEUS E DO DIABO


Sim, Satanás também tem uma doutrina para a salvação da humanidade. Ela se chama perfeccionismo. Em vários aspectos, ela é semelhante a doutrina de salvação de Deus, mas existem grandes diferenças entre uma e outra doutrina.
A doutrina de salvação de Deus possui um padrão para avaliar a conduta de todas as pessoas. Esse padrão é a lei de Deus. A doutrina de salvação de Satanás também possui a lei de Deus como padrão para avaliar a conduta dos seres humanos.
A doutrina de salvação de Deus tem a Jesus como o Modelo perfeito. Na doutrina de salvação de Satanás, Jesus também é o Modelo perfeito.
A doutrina de salvação de Satanás tem algumas características a mais:
- O cristão não pode ter defeitos de caráter. Se tiver, está perdido. E o diabo gosta disso.
- O cristão é chamado a ter um carácter semelhante ao de Cristo. Se não for exactamente igual a Cristo, está perdido. E o diabo sente gozo.
- O cristão não pode ter comportamento pecaminoso. Se tiver, infelizmente você não atingiu o ideal de Deus e esttá perdido. Satanás vai estar lá para acusar.

Satanás tem a sua própria concepção de justiça, o seu próprio padrão pelo qual um ser caído pode tornar-se merecedor da salvação e a sua própria versão do evangelho.
Quem tiver algum defeito de caráter, quem não for igual, exactamente igual ao Modelo Jesus e tiver um comportamento pecaminoso, é e será sempre reivindicado por Satanás como merecedor da perdição.
Para Satanás quem quer que seja que tenha algum envolvimento com o pecado deve morrer. Afinal, esse é o salário do pecado.
O diabo quer que Deus determine o destino eterno de cada indivíduo com base no registo real da vida dessa pessoa.
Antes de concordar que Satanás e sua doutrina estão certos, vejamos a diferença principal entre a doutrina dele e a de Deus.
Satanás, na sua doutrina de salvação, incorporou o que Deus exige de nós, mas deixou de fora a provisão que Deus fez em Cristo para atender a essas demandas.
A diferença entre as duas doutrinas está basicamente no julgamento. A justiça de Cristo é que faz toda a diferença.
Na doutrina de Satanás não existe espaço para a graça ou para a fé.
Satanás gosta da lei de Deus pois ela condena a todos nós como transgressores e merecedores da morte. Ele fica muito feliz com esta condenação.
Satanás enfatiza a Jesus como o Modelo perfeito que todos nós devemos alcançar. Nada poderia ser mais desesperador do que a comparação entre nós e Cristo.
Vejamos tudo isto num texto de Ellen White que apresenta a realidade de um julgamento, os argumentos de Satanás e a resposta divina para a questão.
"Enquanto Jesus faz a defesa dos súbitos de Sua graça, Satanás acusa-os diante de Deus como transgressores. O grande enganador procurou levá-los ao cepticismo, fazendo-os perder a confiança em Deus, separar-se do Seu amor e violar a Sua lei. Agora aponta para o relatório de sua vida, para os defeitos de carácter e contraste com Cristo, que desonraram a seu Redentor, para todos os pecados que ele os tentou a cometer; e por causa disto os reclama como súbitos seus.
Jesus não lhes justifica os pecados, mas apresenta o seu arrependimento e fé, e, reclamando o perdão para eles, ergue as mãos feridas perante o Pai e os santos anjos, dizendo: "Conheço-os pelo nome. Gravei-os na palma de Minhas mãos. "Os sacrifícios para Deus são o espírito quebrantado; a um coração quebrantado e contrito não desprezarás, ó Deus!"" Sal. 51:17. E ao acusador de Seu povo, declara: "O Senhor te repreende, ó Satanás; sim, o Senhor, que escolheu Jerusalém, te repreende; não é este um tição tirado do fogo?" Zac. 3:2. Cristo vestirá Seus fiéis com Sua própria justiça, para que os possa apresentar a Seu Pai como "igreja gloriosa, sem mancha, nem ruga, nem coisa semelhante". Efés. 5:27. Seus nomes permanecem registados no livro da vida, e está escrito com relação a eles: "Comigo andarão de branco; porquanto são dignos disso." Apoc. 3:4." (O Grande conflito, p.484)
O texto menciona pessoas que foram salvas por Cristo, mesmo apresentando defeitos de carácter, não exactamente iguais a Cristo e tendo cometido inúmeros pecados.
O texto acima desmantela todo o sistema de salvação arquitectado pelo diabo, o perfeccionismo.
O texto destaca o que realmente faz diferença e que é determinante para a salvação dos seres humano: A justiça de Cristo na vida do pecador arrependido.
"O pensamento de que a justiça de Cristo nos é imputada, não por algum mérito de nossa parte, mas como um dom gratuito de Deus, é um precioso pensamento. O inimigo de Deus e do homem não quer que esta verdade seja claramente apresentada; pois sabe que, se o povo a aceitar plenamente, está despedaçado o seu poder." (Obreiros evangélicos, p. 161)
Leia de novo este texto meditando em cada palavra. Veja que coisa fantástica! Você quer despedaçar o poder de Satanás? A justiça imputada é um precioso pensamento. A justiça imputada não é aquela que você faz algo... É aquela na qual DEUS faz algo por você.
"Justiça sem mancha alguma só pode ser obtida por meio da justiça imputada de Cristo." (Review and Herald, 3-9-1901)
Vou citar uma lista de textos sobre a justiça imputada para que você jamais se deixe enganar com a doutrina satânica do perfeccionismo.
"A grande obra operada pelo pecador, impuro e maculado pelo mal, é a obra da justificação. Por Ele, que fala a verdade, é o pecador declarado justo. O Senhor imputa ao crente a justiça de Cristo e perante o Universo o pronuncia justo. Transfere os seus pecados para Jesus, o representante, substituto e penhor do pecador." (Mens. Escolhidas, vol.1, p. 392)
"Seus pecados são retirados e colocados na conta de Cristo. Sua justiça lhes é imputada." (Medicina e salvação, p. 27)
"...nossos pecados são postos sobre Cristo e Sua justiça nos é imputada. Ele foi feito pecado por nós, para que nEle fôssemos feitos justiça de Deus." (Test. Seletos, vol. 2, p.73)
"Ninguém pode ser justificado por quaisquer obras próprias. Só pode ser liberto da culpa do pecado, da condenação da lei, da pena da transgressão, pela virtude do sofrimento, morte e ressurreição de Cristo. A fé é a condição única de obter a justificação, e a fé abrange não só a crença mas também a confiança." (Mens. Escolhidas, vol. 1, p. 389)
"Não deveis confiar em vossa própria bondade ou boas obras. Deveis chegar confiantes no Sol da Justiça, crendo que Cristo tirou vossos pecados e vos imputou a Sua justiça." (Mens. Escolhidas, vol. 1, p. 328)
"Uma religião legalista tem sido considerada uma forma correcta de religião para este tempo. Mas é engano." (Mens. Escolhidas, vol. 1, p. 388)
Leia somente mais estes que abordam a perfeição pela justiça imputada:
"A fé pode apresentar a perfeita obediência de Cristo em lugar da transgressão e rebeldia do pecador." (Mens. Escolhidas, vol. 1, p. 367)
"Mediante o perdão do pecado e a justiça imputada de cristo, o homem pecador e caído pode tornar-se perfeito em Jesus." (Manuscrito, 148, [1897])
"Por meio dos méritos de Cristo, de Sua justiça, que pela fé nos são imputados, cumpre-nos atingir a perfeição do carácter cristão." (Test. para a igreja, 744)
"Quando, mediante a fé em Jesus Cristo, o homem realiza o melhor que está ao seu alcance, procurando guardar o caminho do Senhor pela obediência aos Dez Mandamentos, a perfeição de Cristo é imputada para cobrir a transgressão da alma contrita e obediente." (Fund. da educ. cristã, 135)
Não aceite os enganos satânicos. Não troque o evangelho de Cristo por esta imitação demoníaca. Que Deus o abençoe.
Lembre-se sempre: "E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará." João 8:32
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22/01/11

PROFECIAS CUMPRIDAS SOBRE A SEGUNDA VINDA DE CRISTO

A Gloriosa Esperança
Uma das mais solenes e gloriosas verdades reveladas na Bíblia é a segunda vinda de Cristo, para completar a grande obra da redenção.
Quando o Salvador estava prestes a ser separado de seus discípulos, confortou-os em sua tristeza com a certeza de que Ele viria novamente: “NÃO se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar. E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim” (João 14:1-3). “E quando o Filho do homem vier em sua glória, e todos os santos anjos com ele, então se assentará no trono da sua glória; E todas as nações serão reunidas diante dele” (Mateus 25:31-32).
A vinda do Senhor tem sido em todos os séculos a esperança de Seus verdadeiros seguidores. A promessa do Salvador no Monte das Oliveiras, de que viria outra vez, iluminou o futuro para os seus discípulos, enchendo seus corações de alegria e esperança, que tristezas não poderiam apagar nem provações ofuscar. Em meio de sofrimento e perseguição, “o aparecimento do nosso grande Deus e Salvador Jesus Cristo” é a “bendita esperança”. Quando os cristãos tessalonicenses estavam cheios de pesar ao sepultarem os seus entes queridos, que haviam esperado viver para testemunhar a vinda do Senhor, Paulo, seu professor, apontou-lhes a ressurreição, que ocorrerá por ocasião do advento do Salvador. Então, os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro e juntos com os vivos serão arrebatados para encontrar o Senhor no ar. “E assim”, disse ele, “estaremos sempre com o Senhor. Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras” ( 1 Tess 4:16-18).
Na rochosa ilha de Patmos o discípulo amado ouve a promessa: “Certamente, cedo venho”, e sua anelante resposta sintetiza a prece da igreja em toda a sua peregrinação: “Ora vem, Senhor Jesus” (Apoc. 22:20).
A profecia não somente prediz a maneira e desígnios da vinda de Cristo, mas apresenta sinais pelos quais os homens devem saber quando ele está próximo. Nesta seção, vamos olhar para 20 sinais de que a volta do Senhor está próxima, “mesmo à porta”.
A Destruição de Jerusalém.
“não ficará aqui pedra sobre pedra que não seja derrubada” “Então, os que estiverem na Judéia, fujam para os montes” (Mateus 24:2, 16).
É uma questão de fato histórico que Jerusalém foi destruída no ano 70 dC pelo guerreiro romano Tito.
Cristo viu em Jerusalém um símbolo do mundo endurecido na incredulidade e rebelião. As desgraças de uma raça decaída, oprimindo Sua alma, arrancaram de Seus lábios aquele clamor extremamente amargo. ”Jerusalém, Jerusalém, que matas os profetas, e apedrejas os que te são enviados! Quantas vezes quis eu ajuntar os teus filhos, como a galinha os seus pintos ajunta debaixo das asas, e não quiseste?” Lucas 13:34
Ele viu a história do pecado traçada na miséria humana, lágrimas e sangue, seu coração estava cheio de compaixão infinita para com os aflitos e sofredores da Terra; Ele ansiava aliviá-los todos. Mas até mesmo a mão dEle não podia voltar a maré da miséria humana; poucos buscam sua única fonte de ajuda. Ele estava disposto a derramar sua alma na morte, para trazer a salvação ao seu alcance; mas poucos vêm a Ele para ter vida.
Uma Grande Perseguição.
“Porque haverá então grande aflição, como nunca houve desde o princípio do mundo até agora, nem tampouco há de haver” (Mateus 24:21). “lançarão mão de vós, e vos perseguirão, entregando-vos às sinagogas e às prisões, e conduzindo-vos à presença de reis e presidentes, por amor do meu nome…E até pelos pais, e irmãos, e parentes, e amigos sereis entregues; e matarão alguns de vós” (Lucas 21:12-16).
Esta profecia aponta principalmente para o longo período de tribulação que teve lugar durante a Idade das Trevas e foi instigado pela igreja apóstata. Durou mais de mil anos, multidões foram torturadas, queimadas na fogueira, ou ambos. Mais de 50 milhões de cristãos foram mortos por sua fé neste período de terrível tribulação.
Um escritor diz que a igreja apóstata “derramou mais sangue inocente do que qualquer outra instituição que já existiu entre os homens.” W.E.H. Lecky, história da ascensão e influência do Espírito do Racionalismo na Europa, (Reimpressão; Nova York: Braziller, 1955) vol. 2, pp 40-45.
“Desde o nascimento do papado até o presente momento, estima-se pelos historiadores cuidadosos e credíveis, que mais de cinquenta milhões da família humana, foram abatidos pelo crime de heresia pelos perseguidores papistas …” John Dowling, A história do catolicismo, pp 541-542.
Um Grande Terramoto.
No ano de 1755 ocorreu o mais terrível terremoto que já fora registrado. Apesar de comumente ser conhecido como o terremoto de Lisboa, estendeu-se pela maior parte da Europa, África e América. Foi sentido na Groenlândia, nas Índias Ocidentais, na ilha da Madeira, na Noruega e Suécia, Grã-Bretanha e Irlanda. Abrangeu uma extensão de pelo menos quatro milhões de quilômetros quadrados. Na África, o choque foi quase tão grave como na Europa. Uma grande parte da Argélia foi destruída; e a uma curta distância do Marrocos, uma aldeia de oito ou dez mil habitantes foi engolida. Uma vasta onda varreu a costa da Espanha e da África, submergindo cidades, e causando grande destruição.
Foi na Espanha e em Portugal que o choque atingiu a maior violência. Em Cadiz a ressaca foi dita ser da altura de vinte metros. Montanhas – algumas das maiores em Portugal – “Foram impetuosamente sacudidas, e algumas delas abriram nos seus cumes, e enormes massas foram lançadas para os vales subjacentes. Chamas foram relatadas sendo emitidas a partir dessas montanhas”. Em Lisboa, “um som de um trovão foi ouvido sob o solo e imediatamente depois um violento choque derribou a maior parte da cidade. No percurso de cerca de seis minutos pereceram sessenta mil pessoas. O mar primeiro recuou, formando uma faixa seca, e então voltou, aumentando cinqüenta metros acima de seu nível normal”. ”A circunstância mais extraordinária que aconteceu em Lisboa durante a catástrofe, foi o afundamento do novo cais, construído inteiramente de mármore, com vultosa despesa. Uma grande multidão de pessoas tinham se abrigado lá por segurança, como um local onde podiam estar fora do alcance dos destroços das ruínas, mas de repente o cais afundou com todo o povo sobre ele, e nenhum dos cadáveres jamais flutuou na superfície”.
O choque do terremoto “foi instantaneamente seguido da queda de todas as igrejas e conventos, e de quase todos os grandes edifícios públicos e, um quarto das casas. Em cerca de duas horas depois, irrompeu um incêndio em diferentes bairros, e se enfureceu com tal violência que pelo espaço de quase três dias a cidade ficou completamente desolada. O terremoto ocorreu num dia santo, quando as igrejas e conventos estavam repletos de gente, dos quais poucos escaparam”. ”O terror do povo era indescritível. Ninguém chorou, mas foram além das lágrimas. Eles corriam aqui e acolá, em delírio, com horror e espanto, batendo no rosto e seios, exclamando: ‘Misericórdia! o mundo está acabando! Mães esqueciam seus filhos, e corriam carregando crucifixos. Infelizmente muitos correram para as igrejas buscando proteção, mas em vão eram os Sacramentos expostos, em vão as pobres criaturas abraçavam os altares, imagens, padres e povo foram todos enterrados em uma ruína comum. “
O Sol convertido em Trevas.
“E, logo depois da aflição daqueles dias, o sol escurecerá, e a lua não dará a sua luz, e as estrelas cairão do céu, e as potências dos céus serão abaladas” (Mateus 24:29).
Vinte e cinco anos depois do Grande Terremoto apareceu o sinal seguinte mencionado em Apocalipse 6:12 – o escurecimento do sol e da lua. O que tornou isto mais marcante foi o fato de que o tempo de seu cumprimento havia sido definitivamente apontado. Na conversa do Salvador com os seus discípulos no Monte das Oliveiras, depois de descrever o longo período de provação da igreja – os 1260 anos da perseguição papal, em relação aos quais ele havia prometido que a tribulação deveria ser encurtada – Ele mencionou certos acontecimentos que precederiam sua vinda, e fixou o momento em que o primeiro destes deveria ser testemunhado: “Ora, naqueles dias, depois daquela aflição, o sol se escurecerá, e a lua não dará a sua luz” (Marcos 13:24). Os 1.260 dias, ou anos, terminaram em 1798. Um quarto de século antes, a perseguição tinha cessado quase inteiramente. Entre estas duas datas, de acordo com as palavras de Cristo, o sol devia escurecer.
Em 19 maio de 1780, esta profecia se cumpriu. Não foi um eclipse. Timothy Dwight diz: “A 19 de maio de 1780, houve um marcante dia escuro. Velas foram acesas em muitas casas, os pássaros estavam em silêncio e desapareceram, e as aves de capoeira retiraram-se para se empoleirar… Uma opinião muito geral prevaleceu, que o dia do julgamento estava à mão”. Citado em Coleções históricas Connecticut, compilada por John Warner Barber (2º Ed; New Haven: Durrie & Peck and J.W. Barber, 1836) p. 403. Para comentários adicionais sobre este evento, por favor continue lendo.
O Dia Escuro
“… Quase se não totalmente sozinho como o mais misterioso e ainda inexplicado fenômeno deste tipo…está o dia escuro de 19 de maio de 1780 - o mais inexplicável escurecimento de todo o céu e atmosfera visíveis na Nova Inglaterra”. Que a escuridão não era devido a um eclipse é evidente pelo fato de que a lua estava então quase cheia. Ela não foi causada por nuvens, ou espessura da atmosfera, pois, em algumas localidades onde a escuridão se estendia, o céu estava tão limpo que as estrelas podiam ser vistas. Quanto à incapacidade da ciência de atribuir uma causa satisfatória para essa manifestação, o astrônomo Herschel declara: ”O dia negro na América do Norte foi um dos admiráveis fenômenos da natureza que a filosofia está perdida para explicar”.
“A extensão das trevas também foi muito marcante, foi observada nas regiões mais a leste da Nova Inglaterra; a Oeste, na parte mais remota de Connecticut e, em Albany, NY, para o sul, foi observada em toda a costa marítima e ao norte, na medida em que as colônias americanas se estendiam. Provavelmente excederam esses limites, mas os limites exatos nunca foram positivamente conhecidos. No que diz respeito à sua duração, continuou na vizinhança de Boston, pelo menos, catorze ou quinze horas”.
“A manhã estava clara e agradável, mas por volta das oito horas foi observada uma aparência incomum no sol. Não havia nuvens, mas o ar era denso, tendo uma aparência de fumaça, e o sol brilhava com uma coloração pálida, amarelada, mas continuou a crescer mais e mais escuro, até que ele ficou escondido da vista.” Eram as ”Trevas da meia-noite ao meio-dia.”
“A ocorrência causou alarme e intenso desconforto em multidões de mentes, bem como consternação a toda criatura bruta, as aves de capoeira fugiram de seus abrigos desnorteadas, e os pássaros de seus ninhos, e o gado retornou aos seus estábulos”. As rãs e os falcões da noite começaram as suas notas. E a equipe de galos como na alvorada. Os agricultores foram forçados a abandonar seus trabalhos nos campos. Os negócios foram geralmente suspensos, e velas foram acesas nas casas”. O Poder Legislativo de Connecticut estava em sessão em Hartford, mas era incapaz de fazer negócios. Tudo tinha a aparência e a melancolia da noite”.
A intensa escuridão do dia foi sucedida, uma ou duas horas antes do anoitecer, por um céu parcialmente claro, e o sol apareceu, embora ainda estivesse obscurecido pela névoa, negra e densa. Mas “esse intervalo foi seguido por um retorno do obscurecimento com maior densidade, que tornou a primeira metade da noite terrivelmente escura além de toda a experiência anterior das prováveis milhões de pessoas que a viram. Desde logo depois do por do sol até a meia-noite, nenhum raio de luz da lua ou estrela penetrou a abóbada superior. Foi pronunciada “a escuridão das trevas!”. Disse uma testemunha ocular da cena: “Eu não podia conceber, na época, que, se cada corpo luminoso do Universo estava envolto em escuridão impenetrável, ou atingido fora da existência, as trevas não poderiam ter sido mais completas”. Embora a lua naquela noite subiu ao máximo, “Não tinha o menor efeito para dissipar as sombras de morte”. Depois da meia-noite a escuridão desapareceu, e a lua, quando se tornou visível, tinha a aparência de sangue.
O poeta Whittier assim fala deste dia memorável:
“Foi em um dia de maio do distante ano
de mil setecentos e oitenta, que caiu
Sobre o florescer e doce vida da primavera,
Sobre a terra fresca e o céu do meio-dia,
“Um horror de grandes trevas”.
Homens oravam e mulheres choravam,
todos os ouvidos afiados cresciam
Para ouvir o trompete da condenação estilhaçar
O céu negro”.

05/01/11

O ESPIRITISMO Á LUZ DA BÍBLIA

Introdução: “ Doutrina cujos partidários pretendem comunicar com os espíritos dos mortos, por um intermediário, a que dão o nome de médium.” Dicionário Contemporâneo, de Aulette.
“A crença daqueles que pensam que se estabelecem ocasionalmente comunicação entre os vivos e os mortos que sobrevivem em algum outro modo de existência.” Enciclopédia Internacional W. M. Jackson.

“A verdade primordial do espiritismo consiste na faculdade e possibilidade de o espiritismo voltar, sob certas condições, a comunicar-se com os que estão na matéria.” N. F. Rawlin, pregador espírita.

1. Existia esta doutrina nos tempos antigos?
Lev. 19:31 “Não vos voltareis para os que consultam os mortos nem para os feiticeiros; não os busqueis para não ficardes contaminados por eles. Eu sou o Senhor vosso Deus.”

“O aspecto fenomenal do espiritismo moderno, reproduz todos os princípios essenciais da mágica, feitiçaria e sortilégios do passado. Os mesmos poderes estão envolvidos, operam os mesmos seres.” F.F. Morse, em Pratica do Ocultismo , p. 85.

2. Como considera Deus os feiticeiros?
Mal. 3: 5 “E chegar-me-ei a vós para juízo; e serei uma testemunha veloz contra os feiticeiros, contra os adúlteros, contra os que juram falsamente, contra os que defraudam o trabalhador em seu salário, a viúva, e o órfão, e que pervertem o direito do estrangeiro, e não me temem, diz o Senhor dos exércitos.”

3. Que diz o Senhor dos ensino dos agoireiros e encantadores?
Jer. 27:9-10 “Não deis ouvidos, pois, aos vossos profetas, e aos vossos adivinhadores, e aos vossos sonhos, e aos vossos agoireiros, e aos vossos encantadores, que vos dizem: Não servireis o rei de Babilónia; porque vos profetizam a mentira, para serdes removidos para longe da vossa terra, e eu vos expulsarei dela, e vós perecereis.”
F. B. Meyer, da Inglaterra, faz a seguinte advertência conta a sedução do espiritismo: “Conheci várias famílias que foram levadas à desgraça por haverem recorrido a clarividentes e médiuns. Há graves perigos nessas coisas; e quando os poderes ocultos são usados para fins egoístas, é possível que homens e mulheres sejam tomados de espíritos maus, como no caso da jovem de Filipos (Actos 16:16-18). O povo é louco ao brincar com os rebotalhos do mundo espírita.” Present Thruth, 7 Novembro de 1911.

4. Antes da entrada dos israelitas em Canaã, que instruções deu Moisés no tocante a essas coisas?
Deut. 18: 9-13 “Quando entrares na terra que o Senhor teu Deus te dá, não aprenderás a fazer conforme as abominações daqueles povos. Não se achará no meio de ti quem faça passar pelo fogo o seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoireiro, nem feiticeiro, nem encantador, nem quem consulte um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos; pois todo aquele que faz estas coisas é abominável ao Senhor, e é por causa destas abominações que o Senhor teu Deus os lança fora de diante de ti. Perfeito serás para com o Senhor teu Deus.”

Nota: Quem quer que consulte médiuns ou com eles se envolva, ou quem quer que professe receber instrução ou comunicações dos espíritos de mortos, desobedece a esta clara instrução, colocando-se em terreno inimigo. No Éden, ao negar que a morte seria o resultado da desobediência foi a morte o resultado.
Muitas pessoas que perderam os seus queridos anelam entrar em contacto com os seus familiares. É nestas circunstâncias que Satanás procura todas as oportunidades para entrar na vida desta pessoas e prende-las a si.

No regime teocrático de Israel, que lei havia relativa aos feiticeiros e aos tinham espíritos de adivinhos?
Lev. 20: 27 O homem ou mulher que consultar os mortos ou for feiticeiro, certamente será morto. Serão apedrejados, e o seu sangue será sobre eles.
Isto mostra quão perigosa e mortífera é aos olhos de Deus qualquer coisa dessa espécie.

5. Com que é que o Apóstolo Paulo classifica a feitiçaria, e que diz ele dos que são culpados dessas coisas?
Gálatas 5: 20 “A idolatria, a feitiçaria, as inimizades, as contendas, os ciúmes, as iras, as facções, as dissensões, os partidos, as invejas, as bebedices, as orgias, e coisas semelhantes a estas, contra as quais vos previno, como já antes vos preveni, que os que tais coisas praticam não herdarão o reino de Deus. Mas o fruto do Espírito é: o amor, o gozo, a paz, a longanimidade, a benignidade, a bondade, a fidelidade. A mansidão, o domínio próprio; contra estas coisas não há lei.

6. Que deverá fazer alguém se for convidado a consultar um espírito adivinho?
Isaías 8:19 “Quando vos disserem: Consultai os que têm espíritos familiares e os feiticeiros, que chilreiam e murmuram, respondei: Acaso não consultará um povo a seu Deus? Acaso a favor dos vivos consultará os mortos?”

Nota: Dando o sentido deste passo, diz o Dr. Adam Clarke: “Não recorreria uma nação ao seu Deus? por que se interrogariam os mortos no que concerne aos vivos?”
Mas isso é exactamente o que o espiritismo manda os homens fazerem – interrogar os mortos naquilo que concerne aos vivos.

7. Que instrução dá a esse respeito o apóstolo João?
1ª João 4:1 “Amados, não creiais a todo espírito, mas provai se os espíritos vêm de Deus; porque muitos falsos profetas têm saído pelo mundo.

8. Como testar se estes espíritos são de Deus ou do Diabo?
Isaías 8: 20 “A Lei e ao Testemunho! Se eles não falarem segundo esta palavra, nunca lhes raiará a alva.”

9. Devemos deixar-nos influenciar por sinais ou maravilhas realizados pelos que procuram desviar-nos de Deus e da Sua lei?
Deut. 13: 1-4; “Se levantar no meio de vós profeta, ou sonhador de sonhos, e vos anunciar um sinal ou prodígio, e suceder o sinal ou prodígio de que vos houver falado, e ele disser: Vamos após outros deuses que nunca conhecestes sirvamo-los! Não ouvireis as palavras daquele profeta, ou daquele sonhador; porquanto o Senhor vosso Deus vos está provando, para saber se amais o Senhor vosso Deus de todo o vosso coração e de toda a vossa alma. Após o Senhor vosso Deus andareis, e a ele temereis; os seus mandamentos guardareis, e a sua voz ouvireis; a ele servireis, e a ele vos apegareis.”

10. Sabem os mortos alguma coisa?
Não! (Job 14: 20,21; Ecl. 9:5,6,10)

11. A quem se devem atribuir esses prodígios?
Apoc. 16:14 “Pois são espíritos de demónios, que operam sinais; os quais vão ao encontro dos reis de todo o mundo, para os congregar para a batalha do grande dia do Deus Todo-Poderoso.”

12. Qual será uma das características dos últimos tempos?
1ª Tim. 4:1 “Mas o Espírito expressamente diz que em tempos posteriores alguns apostatarão da fé, dando ouvidos a espíritos enganadores, e a doutrinas de demónios.”

Testemunhos:
“Tenho trabalhado no Hospício de doentes mentais durante mais de 15 anos, como interno, assistente de psiquiatria, nas casas de saúde, numa das quais o Sanatório de Botafogo, tenho um pavilhão a meu cargo, e na clínica privada, tenho observado muitos casos de influência maléfica de prática espírita.” Professor Espozel, Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro.

“O número de perturbados mentais, em que as perturbações mentais surgiram em consequência da frequência de práticas espíritas, não tem diminuído, e sim, pelo contrario, aumentado.” Prof. Henrique Roxo, catedrático de clínica Psiquiátrica da Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro.

13. Como engana Satanás?
2ª Cor. 11:14,15 “E não é de admirar, porquanto o próprio Satanás se disfarça em anjo de luz. Não é muito, pois, que também os seus ministros se disfarcem em ministros da justiça; o fim dos quais será conforme as suas obras.”
Apoc. 13:13-14 “E operava grandes sinais, de maneira que fazia até descer fogo do céu à terra, à vista dos homens; e, por meio dos sinais que lhe foi permitido fazer na presença da besta, enganava os que habitavam sobre a terra e lhes dizia que fizessem uma imagem à besta que recebera a ferida da espada e vivia.”

14. Como será a vinda de Cristo?
Isaías 25:9 “E naquele dia se dirá: Eis que este é o nosso Deus; por ele temos esperado, para que nos salve. Este é o Senhor; por ele temos esperado; na sua salvação gozaremos e nos alegraremos.”

Conclusão: 1ª Pedro 5:8
“Mas o povo de Deus não será desencaminhado. Os ensinos deste falso cristo não estão de acordo com as Escrituras... E demais, não será permitido a Satanás imitar a maneira do advento de Cristo. O Salvador advertiu o Seu povo contra o engano neste ponto, e predisse claramente o modo da Sua segunda vinda. (S. Mat. 24:24-27)...Não há possibilidade de ser imitada esta vinda. Será conhecida universalmente, testemunhada pelo mundo inteiro.” O Conflito dos Séculos, p. 676,677.